Agronegócio nunca exportou tanto em um mês de fevereiro: vendas externas atingiram cifra recorde de US$ 12 bilhões

Resultado foi impulsionado pelo aumento expressivo do volume exportado e gerou superávit de US$ 10,5 bilhões no período

Da Redação (*)

Brasília – O agronegócio brasileiro exportou US$ 12,05 bilhões em fevereiro de 2026, o melhor resultado da série histórica para o mês. O valor representa 45,8% de todas as exportações brasileiras no período.

Em comparação com fevereiro de 2025, houve crescimento de 7,4%, impulsionado principalmente pelo aumento do volume exportado, que avançou 9% em relação ao mesmo mês do ano passado. O resultado reflete a estratégia adotada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com outras instituições governamentais e com o setor privado, voltada à ampliação e abertura de mercados para os produtos do agro brasileiro.

Apesar do avanço nas vendas externas, o preço médio internacional registrou retração de 1,5%, acompanhando a tendência observada em índices globais de alimentos, como os divulgados pelo Banco Mundial e pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

No mesmo período, as importações de produtos agropecuários somaram US$ 1,5 bilhão, queda de 9,1% em relação a fevereiro de 2025. Com isso, o saldo da balança comercial do agronegócio atingiu superávit de US$ 10,5 bilhões (10,3%).

China segue firme na liderança dos importadores

A China permaneceu como principal destino das exportações do agro brasileiro, com US$ 3,6 bilhões e participação de 30,5% no total exportado. Em seguida aparecem a União Europeia, com US$ 1,8 bilhão (15,2%), e os Estados Unidos, com US$ 802,9 milhões (7%).

O mês também registrou expansão das exportações para outros países da Ásia, com destaque para o Vietnã, que importou mais de US$ 372,6 milhões em produtos do agro brasileiro (alta de 22,9% em relação a fevereiro de 2025), e para a Índia, com embarques de US$ 357,3 milhões (crescimento de 171,1%). No ranking dos principais destinos do agronegócio brasileiro em fevereiro, Vietnã e Índia ocuparam a 4ª e a 5ª posições, respectivamente.

Outros mercados também ampliaram suas compras no período, entre eles Turquia (US$ 312 milhões, +12,7%), Egito (US$ 212,6 milhões, +20,7%), México (US$ 205 milhões, +19,7%), Tailândia (US$ 201 milhões, +33,1%), Reino Unido (US$ 194,6 milhões, +61,2%), Filipinas (US$ 161,2 milhões, +80%), Rússia (US$ 109 milhões, +38%), Taiwan (US$ 99,2 milhões, +20,7%), Omã (US$ 55 milhões, +211%) e Gâmbia (US$ 36,4 milhões, +115,6%).

Embarques mostram diversificação da pauta exportadora

Entre os principais setores exportadores do agro brasileiro em fevereiro destacam-se o complexo soja, com US$ 3,78 bilhões (31,4% do total exportado e alta de 16,4% em relação a fevereiro de 2025), proteínas animais, com US$ 2,7 bilhões (22,5% do total e crescimento de 22,5%), produtos florestais, com US$ 1,27 bilhão (10,5% de participação e recuo de 1%), café, com US$ 1,12 bilhão (9,3% de participação e decréscimo de 0,2%), e o complexo sucroalcooleiro, com US$ 861,35 milhões (7,1% do total e queda de 4,2%).

Além dos produtos tradicionalmente mais exportados, diversos itens que não compõem esse grupo registraram crescimento em fevereiro e reforçaram o potencial de diversificação do portfólio exportador brasileiro. Entre eles, destacam-se:

  • Óleo essencial de laranja – recorde em valor (US$ 47,8 milhões; +28,8%) e quantidade (4,1 mil toneladas; +51,0%);
  • DDG de milho – recorde em valor (US$ 36,2 milhões; +164,2%) e quantidade (156,4 mil toneladas; +146,1%);
  • Farinhas de carne, extratos e miudezas – recorde em valor (US$ 20,1 milhões; +10,5%) e quantidade (45,7 mil toneladas; +36,9%);
  • Manteiga, gordura e óleo de cacau – recorde em valor (US$ 17,2 milhões; +25,9%);
  • Óleo de milho – recorde em valor (US$ 15,9 milhões; +49,5%) e quantidade (12,6 mil toneladas; +24,9%).

Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, o resultado reflete o aumento da oferta e o trabalho contínuo de ampliação de mercados. “O Brasil caminha para colher safra recorde nos produtos vegetais e produção crescente nas proteínas animais. Esse aumento da produção amplia o excedente exportável do país e fortalece a presença do agro brasileiro no mercado internacional, demonstrando a capacidade do setor de atender à demanda global com regularidade, qualidade, sanidade e confiança”, afirmou.

Para o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luís Rua, o desempenho também está relacionado à agenda de acesso a mercados. “O Brasil amplia sua oferta, mas também amplia suas oportunidades de comércio. Foram nove novas aberturas de mercado apenas em fevereiro e 544 desde o início de 2023. Esse resultado reflete a importância de uma agenda contínua de negociação e aproximação com outros países”, destacou.

(*) Com informações do Mapa

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Turismo corporativo inicia 2026 em alta e projeta faturamento recorde de R$ 14 bilhões em 2026

Expectativa do setor é encerrar com o ano com faturamento de R$ 14 bilhões, atingindo novo recorde

Da Redação (*)

Brasília – O turismo corporativo no Brasil registrou, em janeiro, um faturamento de R$ 1,052 bilhão, 0,47% acima ao R$ 1,047 bilhão em janeiro de 2025. Os dados são da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), que acompanha o comportamento de 11 segmentos do mercado. O segmento representa um importante vetor econômico no país, gerando emprego e renda nos serviços relacionados às viagens corporativas.

“O turismo de negócios é um segmento do nosso setor que cresce a cada ano, fruto da atratividade do nosso país. Todas as atividades relacionadas ao turismo de negócios impulsionam a economia brasileira e geram, cada vez mais, emprego e renda para a população. Um executivo que vem de fora, por exemplo, utiliza uma companhia aérea nacional para chegar aqui, sai do aeroporto com algum transporte, se hospeda em algum hotel, almoça em algum restaurante. Toda a cadeia é movimentada”, destaca o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.

E os resultados se refletem em todos os cantos do país. Em Belém (PA), o taxista Luiz Rodrigues já observa o crescimento da demanda no início do ano, especialmente para o setor hoteleiro.

“Este ano, depois da passagem do Natal e do Ano Novo, estamos vendo um crescimento da chegada dos turistas de outros estados e até do exterior. Eu e meus colegas, que trabalhamos no aeroporto, temos acompanhado bastante, inclusive com o transporte de clientes para os novos hotéis que temos aqui na cidade”, explica Luiz.

Crescimento expressivo em diversos setores

O desempenho de janeiro foi puxado, principalmente, pelos serviços aéreos, que somaram R$ 636,1 milhões, mantendo a maior participação no volume total do setor. O segmento de hotéis também apresentou resultado positivo, com faturamento R$ 319,3 milhões, indicando estabilidade na demanda por hospedagem no início do ano.

Outros segmentos analisados tiveram crescimento expressivo em janeiro deste ano em comparação com janeiro de 2025. O serviço de transfer, por exemplo, registrou alta e de 63,41% e faturamento de R$ 4,7 milhões, enquanto seguro-viagem avançou 54,10%, com faturamento de R$ 2,5 milhões, um sinal de maior valorização de serviços agregados e planejamento por parte dos viajantes.

“Nossa expectativa é ter um bom desempenho no primeiro semestre. Mas temos de aguardar ainda o câmbio, que pode impactar nos resultados”, diz Douglas Fernandes de Camargo, diretor executivo da Abracorp.

O resultado consolidado de janeiro confirmou as expectativas da Abracorp. No ano passado, o setor de viagens corporativas alcançou o melhor resultado de sua história, com faturamento de R$ 13,685 bilhões, com alta de 0,77% em relação a 2024, que registrou R$ 13,581 bilhões, quando já havia sido recorde. O setor estima fechar 2026 um pouco melhor, chegando a R$ 14 bilhões.

(*) Com informações do MTur

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ONU Turismo convida Embratur para integrar Programa de Membros Afiliados

Iniciativa reconhece o papel da Agência na promoção internacional do Brasil e abre caminho para maior articulação do país nas decisões globais do turismo

Da Redação (*)

Brasília – Consolidando um novo passo na estratégia de promoção do Brasil no exterior e ampliando a participação do país em instituições internacionais, a Embratur recebeu convite oficial da ONU Turismo para submeter candidatura ao Programa de Membros Afiliados da organização. A formalização ganhou destaque nesta sexta-feira (13), durante o Fórum ONU Turismo e Gestão Descentralizada, no Rio de Janeiro (RJ).

O diretor de Marketing Internacional, Negócios e Sustentabilidade da Agência, Bruno Reis, representou o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, na solenidade. O convite foi feito pelo diretor do Escritório Regional da ONU Turismo para as Américas, Heitor Kadri, que ressaltou a sinergia entre as instituições.

“Para a ONU Turismo, fortalecer a cooperação com instituições que desempenham papel estratégico no desenvolvimento do turismo é fundamental para avançar nas agendas globais quanto regionais do setor. A Embratur tem se destacado pela atuação consistente na promoção internacional do Brasil e pela contribuição para o dinamismo do turismo nas Américas. O convite amplia as oportunidades de diálogo institucional, de intercâmbio de conhecimento e de construção conjunta de iniciativas voltadas à inovação, à sustentabilidade e ao desenvolvimento responsável do turismo.”

Para o presidente da Embratur, a iniciativa representa um reconhecimento ao trabalho que a Agência vem realizando. “Recebemos esse convite com muita alegria e responsabilidade. Ele reconhece o papel que a Embratur desempenha na promoção de um turismo sustentável, diverso e competitivo. Temos plena convicção de que vamos submeter nossa candidatura e contribuir ativamente com esse espaço de cooperação internacional, fortalecendo ainda mais a presença do país nas discussões sobre o futuro do setor em todo o mundo”, afirmou Freixo.

O presidente também afirmou que a aproximação entre as duas instituições vem sendo construída nos últimos três anos. “Desde 2023, a Agência é signatária do Pacto Global da ONU, alinhando sua atuação a princípios relacionados aos direitos humanos, à sustentabilidade ambiental e ao desenvolvimento social”, lembrou.

“Além disso, a Embratur participa de iniciativas internacionais voltadas à promoção de boas práticas no setor, como Elas Lideram, que promove a equidade de gênero nas lideranças; Raça é Prioridade, voltada à promoção da igualdade racial nas organizações; e Ambição NetZero, iniciativa global voltada à redução das emissões de carbono”, completou Freixo

Cooperação

O Programa de Membros Afiliados da organização reúne organizações públicas e privadas, universidades, destinos turísticos e empresas inovadoras que atuam na construção de soluções para os desafios e oportunidades do setor global.

A participação nesta rede está estruturada em quatro pilares estratégicos: Influência, que permite participação na construção de políticas e diretrizes internacionais para o setor; Conexão, que garante acesso a uma rede global de decisores públicos e líderes dessa indústria; Visibilidade, com maior projeção institucional por meio da associação à marca da ONU Turismo; e Impacto, com participação em projetos de inovação, sustentabilidade e capacitação profissional.

Além disso, abre oportunidades de cooperação com outros países e acesso a plataformas de investimento voltadas ao desenvolvimento da infraestrutura turística.

Assinatura

O encontro também contou com a assinatura simbólica de uma parceria da Embratur com a Associação Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Turismo (ANSEDITUR). O objetivo da Agência é trabalhar ao lado da associação para aproximar os municípios das políticas de promoção internacional dos destinos brasileiros.

“Viemos ao escritório da ONU Turismo, onde tivemos um encontro em conjunto com a organização e com a ANSEDITUR para falar nos números do Brasil e como a Embratur tem trabalhado nos últimos três anos. Foi uma oportunidade para fazermos uma assinatura simbólica com a nossa parceria com a associação, para desenhar uma série de estratégias e procedimentos para trazer os municípios para perto dessa nossa internacionalização e para a confirmação da Embratur como membro afiliada da ONU Turismo, que a gente vai começar a trabalhar com esse processo”, explicou Bruno Reis.

Brasil em destaque

O convite ocorre em um momento de forte crescimento do turismo internacional no Brasil. Em 2025, o país registrou 9,3 milhões de turistas estrangeiros, número recorde que representa crescimento de cerca de 37% em relação ao ano anterior. No mesmo período, os visitantes de outras partes do mundo movimentaram aproximadamente US$ 7,9 bilhões na economia brasileira.

Outro indicador relevante é o avanço do país no ranking global de eventos internacionais. De acordo com levantamento da International Congress and Convention Association (ICCA), o Brasil ocupa atualmente a 15ª posição mundial e o 3º lugar nas Américas.

A ação também reforça o protagonismo do Brasil no mundo após a instalação do Escritório Regional da ONU Turismo para as Américas no Rio de Janeiro. A unidade atua como plataforma de articulação para projetos voltados à inovação, sustentabilidade e atração de investimentos no setor turístico em todo o continente.

(*) Com informações da Embratur

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Dados, IA, estratégia e resiliência guiam a DataSmart Shipping Conference 2026

Da Redação (*)

Brasília – Em um momento de crescente instabilidade nas cadeias logísticas globais, marcado por tensões geopolíticas, choques climáticos e transformação tecnológica acelerada, executivos do setor marítimo e especialistas em dados e inteligência artificial se reúnem em São Paulo para discutir os caminhos do transporte marítimo global.

Esse é o objetivo da DataSmart Shipping Conference 2026, evento promovido pela Datamar, empresa especializada em inteligência de dados e análise do comércio marítimo e da logística portuária na América do Sul, que acontece nos dias 17 e 18 de março, no Blue Tree Premium Faria Lima, em São Paulo (SP).

A DataSmart Shipping 2026 conta com o patrocínio Platinum do Grupo Chibatão, conhecido por ser a maior rede integrada de armazenagem e transporte de cargas no Norte do Brasil, que tem a sustentabilidade como marca. Essa parceria fortalece o compromisso do evento em unir tecnologia e dados para um futuro sustentável no setor marítimo.

Com o tema “Shipping 5.0: Dados, Tecnologia e Pessoas para um Futuro Sustentável”, o evento reunirá executivos do setor marítimo e portuário, especialistas em tecnologia, inteligência artificial e análise de dados, além de representantes da academia e do poder público para discutir como a convergência entre IA, análise de dados, automação, sustentabilidade e decisão humana está redefinindo o futuro do transporte marítimo e do comércio global.

Segundo Andrew Lorimer, CEO da Datamar, o setor marítimo atravessa uma fase de transformação estrutural.

“A indústria marítima está entrando em uma era em que dados, inteligência artificial e análise estratégica deixam de ser ferramentas complementares e passam a ser centrais para a tomada de decisão. O Shipping 5.0 representa exatamente essa integração entre tecnologia e inteligência humana.”

Mais de 90% do comércio mundial é transportado por via marítima, o que torna a eficiência, a previsibilidade e a resiliência das cadeias logísticas fatores cada vez mais críticos para a economia global.

PROGRAMAÇÃO

Ao longo de dois dias de programação técnica intensiva, a DataSmart Shipping Conference 2026 promoverá conteúdo especializado e networking estratégico, com foco em transformar dados em inteligência de mercado e insights acionáveis, capazes de apoiar decisões mais rápidas, robustas e contextualizadas em um ambiente global marcado por choques sistêmicos, instabilidade climática e tensões geopolíticas.

O conceito de Shipping 5.0 parte da superação de modelos baseados exclusivamente em eficiência e automação. A proposta integra capacidade analítica avançada, tecnologia de alto desempenho e o papel central das pessoas, reforçando que a inteligência humana continua sendo essencial para interpretar cenários complexos, lidar com incertezas e construir resiliência no sistema marítimo.

Entre os temas centrais do evento estão:

  • Shipping 5.0: visão, contexto e propósito
    • Tecnologia avançada para a tomada de decisão humana
    • Como construir resiliência no transporte marítimo
    • Da informação à decisão no transporte marítimo
    • Academia, governo e setor privado: construindo as bases do Shipping 5.0
    • Pegada ambiental no comércio exterior
    • Descarbonização do transporte marítimo, com foco no contexto brasileiro

Apoiando sempre iniciativas que valorizam a inovação e o futuro do setor, a Horus Group, que oferece soluções em logística internacional, transporte, armazenagem e engenharia logística, reafirma seu compromisso com o DataSmart Shipping, sendo mais uma vez patrocinadora do evento.

Geopolítica, clima e tecnologia redesenham o transporte marítimo

A edição de 2026 da conferência ocorre em um momento particularmente sensível para o transporte marítimo internacional. Conflitos no Oriente Médio, ataques a rotas estratégicas e o aumento dos custos de seguro marítimo evidenciam como a logística global se tornou mais vulnerável a choques externos.

Nesse cenário, cresce a importância da inteligência de dados e da análise estratégica para apoiar decisões mais rápidas, melhorar a previsibilidade das cadeias logísticas e reduzir riscos operacionais no transporte marítimo.

A programação reúne executivos de armadores, portos, terminais, agências marítimas e empresas de tecnologia, além de representantes do governo e da academia, reforçando a proposta de diálogo entre diferentes visões do ecossistema marítimo.

Entre os participantes confirmados estão Luiza Bublitz, presidente da Aliança Navegação e Logística; Osmari de Castilho Ribas, diretor-superintendente administrativo da Portonave; Luís Resano, diretor-executivo da ABAC – Associação Brasileira de Armadores de Cabotagem; Cristiane de Marsillac, CEO da Marsalgado; Claudio Loureiro, diretor executivo da Centronave; Andrew Lorimer, CEO da Datamar; Marcos Silva, M.Sc., CIO da Datamar; e John Mein, coordenador executivo do Instituto PROCOMEX.

O evento também contará com a participação de Walter Teixeira Lima Junior, PhD, professor da UNIFESP, cientista-chefe do DatamarLab, que contribuirá com a palestra magna e participará em outros painéis, trazendo uma visão estratégica sobre os desafios e transformações do transporte marítimo. Alinhado ao conceito de Shipping 5.0, ele explora como tecnologia, dados, liderança e inteligência humana podem convergir para um setor marítimo mais resiliente e preparado para decisões complexas.

Representando a operação portuária e a gestão logística, participam ainda Jeferson Gilgen, coordenador de pricing e planejamento comercial do Porto Itapoá; Daniel Belisário, diretor comercial da JBS Terminais; Ricardo Maeshiro, gerente de planejamento logístico e inovação da APS (Autoridade Portuária de Santos); e Eliane Akie Okino, gerente da Rochamar Agência Marítima.

O evento também contará com a presença de pesquisadores e especialistas de instituições acadêmicas e de pesquisa de referência, como o professor Eder Cassettari M.Sc., da USP (ESALQ e FEA-RP); Thiago Nobre Mascarenhas M.Sc., chefe de dados e arquitetura da Engineering Brasil; e Prof. Dr. Marcos Santos, PhD em pesquisa operacional e professor da Escola Naval, ampliando o debate sobre ciência aplicada, tecnologia e tomada de decisão no ambiente marítimo e portuário.

A agenda de dados, tecnologia e inovação conta ainda com a presença de Lucas Sanchez, da WiseTech Global; Cristiano Kaehler, da Datamar; e Cecílio Perez, do RCGI-USP (Research Centre for Greenhouse Gas Innovation).

Serviço

Evento: DataSmart Shipping Conference 2026
Tema: Shipping 5.0 – Dados, Tecnologia e Pessoas para o Futuro do Transporte Marítimo
Data: 17 e 18 de março de 2026
Horário: 9h às 18h
Local: Blue Tree Premium Faria Lima
📍 Av. Brigadeiro Faria Lima, 3989 – São Paulo (SP)

Inscrições e informações:
👉 https://datasmart.datamar.com/pt

Assessoria de Imprensa:
Sylvia Schandert – Datamar
📞 (11) 99627-4745

(*) Com informações da Datamar

 

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Imposto de exportação de petróleo anunciado pelo governo tem fins meramente arrecadatórios, avalia especialista

Esse custo incremental pode retardar a expansão produtiva, o que mitiga, consequentemente, o recolhimentos dos royalties e participações especiais repassados aos estados e municípios

Da Redação

Brasília – O governo federal anunciou hoje (12) um pacote de medidas para frear a alta nos preços dos combustíveis ocasionada pela instabilidade no Oriente Médio. As medidas fazem parte da MP 1.340, que prevê zerar as alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel para importação e comercialização e estabelecer um imposto com alíquota de 12% sobre a exportação de óleos brutos de petróleo, como uma medida para elevar o refino interno e garantir a disponibilidade de combustíveis à população.

Na visão do Martinelli Advogados, o imposto de exportação, além de onerar as vendas de petróleo para o mercado externo, caracteriza uma medida com fins meramente arrecadatórios.

“O governo surpreendeu a indústria de Óleo & Gás no País ao instituir, hoje (12), o Imposto de Exportação sobre as vendas de petróleo ao mercado externo. Trata-se de uma medida precipitada, e que não contou com qualquer participação do setor em discussões sobre sua implementação e consequências, afetando a segurança jurídica por conta da instabilidade das regras aplicadas ao setor”, afirma Vinicius Cardoso Cavalcanti, sócio do Martinelli Advogados, e Especialista em Tax para o segmento de Óleo & Gás.

Em sua avaliação, o novo tributo criado pelo Governo Federal tem fins meramente arrecadatórios. “A interpretação sistemática e histórica da legislação tributária nos leva a concluir que o Imposto de Exportação não pode ter caráter eminentemente arrecadatório como ocorre no caso em tela”, alerta o sócio do Martinelli.

Cavalcanti também destaca outro ponto que merece menção: a prática internacional, em que a própria Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) ressalta, em diversos estudos, que os países devem adotar o princípio da não-exportação de tributos. Ademais, o Imposto de Exportação possui um caráter extrafiscal, cujas finalidades devem obrigatoriamente estar associadas aos objetivos da política cambial e do comércio exterior do País, conforme disposto no artigo 26 do Código Tributário Nacional.

Insegurança jurídica

Outro importante aspecto que esta cobrança desencadeia, segundo Cavalcanti, é o impacto da insegurança jurídica para o Setor de Óleo & Gás no País, gerando graves consequências para o desenvolvimento nacional, uma vez que novos investimentos são repensados e os maiores prejudicados são outros entes federativos, mais precisamente, os estados e municípios produtores.

“A instituição deste novo imposto atende aos anseios da atual administração federal em aumentar, no curto prazo, a sua arrecadação. Entretanto, com este custo incremental, temos um enorme obstáculo para novos investimentos no País, podendo retardar a expansão produtiva, o que mitiga – consequentemente – o recolhimentos dos royalties e participações especiais repassados aos estados e municípios”, observa o sócio do Martinelli. “Com a possível redução de novos investimentos no setor, o impacto é sentido em todos os níveis, mas os estados e municípios produtores são ainda mais prejudicados, pois a receita do Imposto de Exportação pertence exclusivamente ao Governo Federal, não havendo qualquer parcela a ser repartida com os demais entes da Federação.”

 

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Simulador do MDIC e Receita apoia operadores na migração para a Declaração Única de Importação

Ferramenta desenvolvida pelo MDIC e pela RFB orienta importadores e despachantes na transição para o novo processo de importação

Da Redação (*)

Brasília – O governo federal passou a disponibilizar um simulador para apoiar operadores de comércio exterior na transição para a Declaração Única de Importação (Duimp), no âmbito do Portal Único de Comércio Exterior.

A ferramenta auxilia importadores, despachantes aduaneiros e demais profissionais do setor a identificarem se suas operações podem ser realizadas no antigo sistema de Declaração de Importação (DI) e até quando, ou se já foram migradas para a DUIMP.

Desenvolvido pela Secretaria de Comercio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), com apoio da Secretaria de Governo Digital do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e da Receita Federal do Brasil, o simulador facilita consulta às regras e prazos da transição e permite verificar, de forma rápida e objetiva, a situação de operações de importação em relação ao cronograma de desligamento da DI.

“Estamos na reta final de um amplo processo de modernização das operações de comércio exterior do país. É um esforço que sempre avançou em parceria com o setor privado, beneficiário direto desse grande projeto. Nesse contexto, o simulador é mais um serviço que o governo coloca à disposição para apoiar as empresas em sua preparação para as mudanças em curso”, afirma a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres.

Consulta rápida para operadores

O funcionamento do simulador é simples. O operador informa os dados básicos da operação de importação, o sistema realiza a análise automaticamente e indica até quando ainda é possível registrar a DI.

Com essa consulta rápida, importadores, despachantes aduaneiros e demais operadores conseguem identificar a situação da operação e se planejar para a migração ao novo processo.

A ferramenta deve ser utilizada em conjunto com o cronograma oficial de desligamento da DI, disponível no Portal Siscomex, que permanece como referência para a verificação das datas e condições aplicáveis às operações de importação.

(*) Com informações do MDIC

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CNI identifica 42 novas barreiras ao comércio internacional; EUA e México lideram ações protecionistas

 

Ao todo, foram mapeadas 107 barreiras comerciais em 36 mercados; levantamento chama atenção para o aumento de medidas nos Estados Unidos e no México

Da Redação (*)

Brasília – Um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), elaborado em parceria com 19 entidades setoriais, identificou 42 novas barreiras ao comércio internacional em 2025, elevando para 107 o total de entraves mapeados em 36 mercados.

O cenário destaca os desafios enfrentados pelos exportadores brasileiros em um contexto de maior tensão no comércio global e de adoção de medidas restritivas por outros países. Entre os 10 mercados com mais entraves estão o México e os Estados Unidos, que registraram 10 e 8 medidas, respectivamente – o dobro desde a última edição do estudo, divulgado em 2024.

4ª edição do Relatório de Barreiras Comerciais Identificadas pelo Setor Privado Brasileiro destaca o impacto das mudanças na política comercial dos Estados Unidos, com a adoção de tarifas multissetoriais que afetam diversos parceiros comerciais, inclusive o Brasil, e contribuem para um ambiente de maior incerteza no comércio internacional. As medidas ganham ainda mais relevância com o fato de que os EUA são o principal destino das exportações da indústria de transformação brasileira.

Diante desse cenário, a CNI atua, em conjunto com entidades setoriais, federações das indústrias e empresas, na identificação, qualificação e monitoramento de barreiras em terceiros mercados.

Dez principais mercados em restrições

Até o momento, mais de 160 casos já foram notificados ao governo brasileiro, com o objetivo de subsidiar ações de diálogo e negociação internacional. Na edição atual do levantamento, os 10 mercados que mais registram restrições são a União Europeia, o México, os Estados Unidos, a China, a Arábia Saudita, a Colômbia, o Japão, a Bolívia, a África do Sul e a Argentina.

A gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, ressalta que o comércio internacional é fundamental para ampliar a produtividade e fortalecer a competitividade da indústria brasileira, mas nos últimos anos o número e a complexidade das barreiras aumentaram, muitas vezes associadas a exigências técnicas, sanitárias e regulatórias que dificultam sua contestação e elevam custos para as empresas exportadoras.

“Em um cenário de maior incerteza no comércio internacional e de proliferação de restrições comerciais, acompanhar e dar visibilidade às barreiras enfrentadas pelas empresas brasileiras torna-se cada vez mais estratégico. O mapeamento desses entraves contribui para orientar a atuação do país e fortalecer o diálogo com parceiros comerciais, criando melhores condições para preservar e ampliar o acesso dos produtos brasileiros aos mercados internacionais”, afirma  Constanza Negri.

Atuação coordenada eliminou barreiras do Vietnã, do México e da Argentina 

O relatório demonstra que o monitoramento sistemático e a atuação coordenada entre o setor privado e o governo rendem resultados concretos. Em relação à edição anterior, houve progresso na mitigação e eliminação de três barreiras específicas: uma relacionada à certificação sanitária para couros, do Vietnã; outra sobre uma liminar da justiça mexicana que restringia a importação de carne suína; e a terceira relacionada à certificação mandatória de revestimentos cerâmicos na Argentina.

(*) Com informações da CNI

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Brasil fortalece presença no mercado europeu com participação na principal feira de turismo do Mediterrâneo

Na BMT, em Nápoles, Itália, Embratur aposta em experiências de bem-estar, natureza e cultura para atrair viajantes de outros países e apresenta campanha publicitária internacional do Brasil

Da Redação (*)

Brasília – Com o turismo europeu em alta no Brasil, a Embratur participa, a partir desta quarta-feira (12), da 29ª edição da Borsa Mediterranea del Turismo (BMT), principal feira de turismo do Mediterrâneo, em Nápoles, Itália. A presença no evento integra a estratégia de promoção internacional liderada pela Agência, por meio da marca Visit Brasil, em parceria com o Setor de Promoção Comercial da Embaixada do Brasil em Roma.

O foco é ampliar parcerias com o trade turístico europeu e fortalecer o posicionamento dos destinos nacionais na Europa. Pelo segundo ano consecutivo, a Embratur e a Embaixada do Brasil em Roma vão compartilhar o estande brasileiro na BMT. Com seis coexpositores, o módulo reunirá destinos e parceiros do trade turístico interessados em ampliar sua presença no mercado europeu.

Entre os destaques do espaço estão experiências ligadas à natureza, à cultura e à gastronomia, com destinos como a Amazônia e a Bahia apresentados ao público profissional. A proposta é mostrar um Brasil diverso, com múltiplas expressões culturais e ambientais, capaz de oferecer experiências únicas aos visitantes.

O espaço também funcionará como ponto de encontro para reuniões de negócios entre representantes do turismo brasileiro e operadores internacionais.

Resultados concretos

A presença do Brasil na BMT fortalece o relacionamento de representantes de destinos nacionais com operadores, agências e companhias aéreas, ampliando oportunidades de negócios e estimulando a construção de novos roteiros turísticos para o público europeu.

Segundo o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, o objetivo é transformar o crescente interesse da Europa pelo Brasil em resultados concretos para o turismo no país. “Estamos vivendo um momento histórico, com crescimento de 20% na entrada de turistas europeus. Esse é o melhor desempenho desde 2014 e mostra como a Europa está interessada em nos conhecer”, lembra.

“Somos um destino que oferece ao viajante uma diversidade rara, com natureza grandiosa, cultura rica e experiências autênticas, que respeitam o meio ambiente e valorizam o seu povo. Por isso, na BMT queremos aproximar parceiros e transformar essa vontade de viajar em negócios e em novas vivências”, completa Freixo.

Raphael Nascimento, chefe do Escritório de Promoção Comercial, Investimentos e Turismo da Embaixada do Brasil em Roma pontuou que os números confirmam o crescente interesse dos italianos pelo Brasil. “Trata-se de um resultado que evidencia o potencial de crescimento desse mercado e reforça a importância do trabalho realizado de forma conjunta pela Embaixada do Brasil em Roma e pela Embratur na promoção dos destinos brasileiros em ocasiões estratégicas como a BMT. Os sinais positivos continuam também este ano, pois em janeiro, o número de viajantes italianos com destino ao Brasil foi 13% maior em comparação com o mesmo mês do ano passado”, evidenciou.

Campanha publicitária

Durante a feira, o Brasil apresentará ao mercado europeu seu novo posicionamento turístico, alinhado à campanha publicitária internacional. A ação divulga o Brasil em países como Alemanha, França, Espanha, Portugal, Reino Unido, Holanda, Suíça, Bélgica e Suécia e Itália até 26 de março.

Com o slogan “Para se renovar, não há lugar como o Brasil”, a iniciativa apresenta o país como um destino de bem-estar, reconexão e experiências transformadoras. A campanha valoriza viagens com impacto positivo, conectando visitantes à natureza, à cultura e às comunidades locais, e mostra o Brasil como um destino capaz de proporcionar experiências autênticas e regenerativas, alinhadas ao perfil do viajante europeu contemporâneo.

De olho no Brasil

Em 2025, o número de visitantes da Europa no Brasil aumentou 20%, registrando o melhor desempenho desde 2014 e consolidando o continente como um dos principais mercados para a promoção do país no exterior.

Dentro desse cenário, a Itália ganha destaque. Em 2025, destinos brasileiros receberam 177.744 turistas italianos e apresentaram crescimento de 26,4% comparado a 2024, quando desembarcaram no Brasil 140.641, o melhor resultado da última década. O avanço comprova o interesse crescente dos italianos pelo Brasil e sustenta a ampliação das ações de promoção no mercado mediterrâneo.

Conectividade

O crescimento do turismo europeu também está associado ao aumento da conectividade aérea entre Brasil e Itália. Atualmente, rotas diretas operadas pela ITA Airways e pela LATAM Airlines ligam Roma e Milão a importantes portões de entrada para visitantes estrangeiros no Brasil, como Rio de Janeiro e São Paulo.

Somente em 2025, foram operados 1.713 voos entre os dois países, totalizando 583.359 assentos ofertados, o que contribuiu para ampliar o fluxo de turistas e fortalecer a conectividade entre os mercados.

Além das rotas diretas, a malha aérea também é ampliada pelos hubs de Lisboa e Porto, em Portugal. A partir dessas cidades, companhias como TAP Air Portugal, Azul Linhas Aéreas e LATAM Airlines operam voos diretos para diversas capitais do país.

Essas conexões permitem que visitantes europeus explorem diferentes regiões do Brasil com maior facilidade.

(*) Com informações da Embratur

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Mês da Mulher: conheça roteiros nacionais de ecoturismo e aventura que despertam o interesse das viajantes

Guia do Ministério do Turismo mostra que contato com a natureza está entre as principais atividades buscadas pelo público feminino que viaja sozinho

Da Redação (*)

Brasília – Momentos de lazer, independência e liberdade, anseio por autoconhecimento e compromissos profissionais. São essas as maiores motivações que fazem as mulheres no Brasil viajarem sozinhas, segundo um levantamento inédito do Ministério do Turismo presente no Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas. Acesse AQUI.

Conforme a publicação, lançada no início deste mês, experiências culturais e contato com a natureza despontam como as principais atividades buscadas pelo público feminino que viaja sozinho. Entre as mulheres consultadas, 68,3% afirmam estar interessadas em atividades culturais, como visitas a museus e centros históricos, entre outros. O ecoturismo vem na sequência, com 64,2% as escolhas.

As turistas que procuram se desconectar sozinhas em meio a uma imersão completa na natureza, envolvendo experiências autênticas e até aventuras, têm um vasto cardápio de opções no Brasil. A plataforma de viagens de ecoturismo PlanetaEXO selecionou cinco destinos nacionais que combinam desafio físico, paisagens deslumbrantes e vivências em comunidades locais e que vêm cativando o desejo das viajantes. Confira:

Trekking no Vale do Pati (Chapada Diamantina-BA)

Considerado um dos trekkings (caminhadas de longa duração) mais cênicos do mundo, o Vale do Pati é um convite para se desligar das preocupações da rotina. Percorrer os imponentes planaltos e vales da Chapada Diamantina representa uma prova de força física e mental. O roteiro proporciona acolhimento nas casas dos nativos (“patizeiros”), garantindo rica imersão cultural e uma rede de apoio segura do primeiro ao último passo.

Amazônia (Amazonas)

Para aquelas que buscam total imersão na natureza sem renunciar ao conforto, a experiência em um “lodge” (acomodação em áreas naturais) no Estado do Amazonas permite o equilíbrio perfeito. As viajantes exploram trilhas e rios conduzidas por guias especializados, vivenciando a biodiversidade com tranquilidade e excelente estrutura.

Travessia dos Lençóis Maranhenses (Maranhão)

Caminhar por dunas brancas intermináveis e mergulhar em lagoas cristalinas permite uma experiência de pura liberdade. A travessia a pé pelo Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses fomenta um forte senso de irmandade entre as mulheres do grupo, que criam laços enquanto compartilham a imensidão de um cenário que purifica e renova as energias.

Monte Roraima (Fronteira Brasil/Venezuela)

Destino ideal para almas desbravadoras. A expedição ao topo deste imponente tepui (formação geológica milenar), conhecido como “Mundo Perdido”, constitui uma jornada de transformação. O roteiro permite que as mulheres conheçam não apenas um dos locais mais antigos do planeta, mas também seus próprios limites pessoais.

Jalapão e Serras Gerais (Tocantins)

Um convite ao autocuidado e à contemplação. Fugindo do ritmo frenético dos centros urbanos, esta rota combina a energia revitalizante dos fervedouros de águas azul-turquesa do Jalapão com o charme inexplorado das Serras Gerais. Ideal para mulheres que desejam desbravar o novo, flutuar em águas transparentes e celebrar a independência em um ambiente seguro e acolhedor.

O guia

A publicação reúne dados e orientações para promover um turismo mais seguro e inclusivo. Com 72 páginas, o guia foi elaborado a partir de uma pesquisa realizada entre agosto e setembro de 2025, com 2.712 mulheres de todas as regiões do país. Elas compartilharam percepções, motivações, receios e estratégias de viagem. O documento amplia o olhar sobre diferentes perfis, incluindo mães que viajam com filhos, mulheres maduras, profissionais em deslocamento a trabalho e entusiastas de nichos como ecoturismo, bem-estar e gastronomia.

(*) Com informações do MTur

 

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Alentejo ganha seis novos hotéis que redefinem a experiência de sofisticação e luxo da região

Empreendimentos unem design, natureza e autenticidade em alguns dos cenários mais inspiradores de Portugal

Da Redação (*)

Brasília – Ao longo de 2026, o Alentejo, em Portugal, ganhará seis novos hotéis de luxo que prometem transformar a forma como os viajantes descobrem e vivenciam a região. De Ourique a Melides, passando pela atmosfera elegante de Comporta e pelo charme do interior histórico, há opções com novos conceitos de hotelaria, projetos autorais, arquitetura integrada à paisagem e propostas que celebram o silêncio, além de muita gastronomia local e bem-estar.

Perto de Melides, a Quinta Amala é um hotel boutique cercado por pinheiros e arrozais, com proposta focada no conceito de tranquilidade e descanso. O hotel possui acomodações minimalistas em estilo cabana com terraços privativos, piscina de borda infinita integrada à paisagem, restaurante com filosofia “do jardim à mesa” e um programa de bem-estar com yoga, massagens, ciclismo e caminhadas até praias próximas.

Nas florestas de pinheiros nos arredores de Carvalhal, o Ando Living Comporta House apresenta um conceito exclusivo de villas com serviços. O hotel oferece 16 villas com dois a cinco quartos, todas com piscina privativa, terraço e jardim, além de arquitetura que privilegia materiais naturais e integração com o entorno. Entre os serviços estão concierge, chef sob demanda e lounge bar, refletindo o conceito de “vida estilo resort” na costa alentejana.

Em Ourique, a Herdade da Torre Vã será reaberta até o verão alentejano de 2026 como um hotel rural cinco estrelas. Esta antiga propriedade agrícola com mais de 50 hectares foi transformada em um refúgio onde design, natureza e agricultura estão totalmente integrados. O projeto inclui uma casa senhorial histórica com quartos e suítes amplas, casas independentes com piscinas privativas entre vinhedos e olivais, restaurante focado na gastronomia regional contemporânea com produtos cultivados no local, spa ao ar livre e espaços para reuniões, residências criativas e eventos culturais.

Ao norte de Comporta, entre o Oceano Atlântico e o Estuário do Sado, o hotel Na Praia é um projeto que reforçará o posicionamento do Alentejo como um dos destinos de praia mais interessantes da Europa. O empreendimento, com previsão de abertura para junho, contará com diferentes conceitos de hospedagem, restaurantes com foco em ingredientes locais, spa, kids’ club e experiências que conectam oceano, dunas e estuário.

Já o Marvão Museu Hotel, na célebre “Casa da Janela Manuelina” de Marvão, está com as obras em fase final para inauguração ainda no primeiro semestre de 2026. Este hotel boutique contará com quatro estrelas e apenas 12 quartos, incluindo opções para famílias e pessoas com mobilidade reduzida. No local, um espaço museológico apresentará uma exposição permanente que conta a história de Marvão, chamada “Da pedra à pólvora”, e duas exposições temporárias ao longo do ano.

Outro destaque é o Vermelho Lagoa, novo hotel boutique de Christian Louboutin. Após o Vermelho Melides, o designer expandirá sua presença na região com um empreendimento de dez quartos com vista para a lagoa de Melides e o oceano. Ainda em construção, o hotel contará com piscina de borda infinita, spa e restaurante exclusivo para hóspedes, além de interiores que combinam o estilo eclético de Louboutin com arte e artesanato do Alentejo. O projeto ocupará um edifício inacabado e abandonado há anos, reforçando uma proposta de regeneração e sustentabilidade para a região.

(*) Com informações do Turismo do Alentejo

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