Abertas inscrições para participação na missão empresarial na Indonésia e Malásia com presença de Lula

Missão ocorrerá na oportunidade da visita oficial do presidente da República aos respectivos países, no período de 23 a 26 de outubro, quando haverá também encontro da Cúpula da ASEAN

 Da Redação (*)

Brasília – Estão abertas as inscrições para empresas brasileiras de todos os setores interessadas em compor a delegação brasileira da missão empresarial ao Sudeste Asiático, que acontecerá nos dias 23 e 24 de outubro, em Jakarta, na Indonésia, e nos dias 25 e 26 de outubro, em Kuala Lumpur, na Malásia. A programação incluirá a realização de Fóruns Econômicos em cada uma das cidades, com o objetivo de explorar as relações comerciais e identificar oportunidades de cooperação comercial e econômica.

A Missão se insere à visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos dois países, que na Malásia participará ainda da reunião de cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) – bloco econômico integrado por Brunei, Camboja, Singapura, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Tailândia e Vietnã, além dos países observadores Papua-Nova Guiné e Timor Leste. Ao lado de Lula estará o presidente da Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e outras autoridades.

“Essa Missão Empresarial à Malásia e à Indonésia, que estamos organizando a pedido do presidente Lula, é uma oportunidade única para aproximar o Brasil de dois mercados estratégicos do Sudeste Asiático, principalmente neste momento em que as relações econômicas globais estão em plena transformação. Estamos levando a força e a diversidade do nosso setor produtivo para dialogar com governos e empresários locais, identificar parcerias e abrir portas para os nossos produtos. Convido as empresas brasileiras a se juntarem a nós nessa iniciativa, que pode representar novos negócios, investimentos e a consolidação da presença do Brasil em uma das regiões mais dinâmicas do mundo”, destaca Jorge Viana, presidente da ApexBrasil.

Organizada pela ApexBrasil e pelo Ministério de Relações Exteriores (MRE), a Missão Empresarial Indonésia e Malásia reunirá empresários e autoridades para mapear oportunidades e desafios para produtos brasileiros na região, assim como discutir potenciais parcerias e investimentos entre o Brasil e os países membros da ASEAN.

Veja o mais recente estudo da ApexBrasil sobre o perfil de Comércio e Investimentos da ASEAN.

Oportunidades de negócios

 Segundo o estudo Perfil de Comércio e Investimentos – Indonésia da ApexBrasil, publicado em novembro de 2024, o comércio bilateral entre Brasil e Indonésia alcançou US$ 5,6 bilhões em 2023, com destaque para exportações brasileiras de farelos de soja, açúcares e melaços, que juntos representaram mais de 66% das vendas, além do crescimento expressivo de produtos como celulose e minério de ferro. Ao mesmo tempo, o estudo identificou 315 oportunidades para exportação do Brasil ao país asiático, como produtos alimentícios e animais vivos, máquinas e equipamentos de transporte, produtos industriais e matérias primas não comestíveis.

“Temos oportunidade para crescer dentro da Indonésia e por isso o país agora é um dos nossos mercados alvo”, comenta Viana. “Em 2024, a participação da Ásia na produção mundial de calçados subiu para 88%. A Indonésia, por exemplo, é o 5º maior produtor mundial de calçados, onde o setor de couros do Brasil pode ter grandes oportunidades. A Malásia também oferece muitas oportunidades para o setor de couros brasileiro”, explica o presidente da ApexBrasil.

Nesse contexto, a Missão Empresarial organizada pela ApexBrasil durante a visita do presidente Lula ao país ganha especial relevância, ao reforçar a inserção de empresas brasileiras em um mercado de 274 milhões de consumidores e fortalecer a cooperação econômica bilateral.

(*) Com informações da ApexBrasil

 

 

 

 

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Integra Comex, plataforma lançada pelo Serpro, ganha API para consulta massiva de DU-Es

Inovação desenvolvida pelo Serpro para a RFB amplia agilidade, segurança e transparência no compartilhamento de informações estratégicas do comércio exterior

Da Redação (*)

Brasília – O Serpro disponibilizou uma nova funcionalidade no Integra Comex, plataforma de APIs voltada para o acesso a dados de comércio exterior. Desde o dia 22 de setembro, os clientes já podem utilizar a Consulta Lista de DUEs integrada ao eCAC-Compartilha RFB, uma solução que reforça a segurança, a transparência e a agilidade no compartilhamento de informações.
“Esse avanço reforça o compromisso do Serpro em apoiar o comércio exterior brasileiro com soluções inovadoras, seguras e eficientes, que ampliam a competitividade do país no cenário internacional”, destacou a diretora de Negócios Econômico Fazendários do Serpro, Ariadne Fonseca.

Como funciona a novidade

A nova funcionalidade consiste em uma API que, a partir do CNPJ do contratante do serviço e do token gerado no eCAC, retorna uma lista contendo o número da DU-E (Declaração Única de Exportação), a chave de acesso e a data da última atualização da declaração. Para a utilização do serviço, é necessário que o titular da informação realize previamente o consentimento de compartilhamento de dados no eCAC, por meio do Compartilha RFB. Esse procedimento garante a integridade e a proteção das informações do contribuinte.

Entre as principais vantagens para os clientes estão o recebimento da lista das DU-Es de forma massiva, a maior segurança no tratamento e compartilhamento de dados, a garantia de consentimento prévio do titular, a integridade das informações e a agilidade nos processos de comércio exterior.

“Com essa novidade, os clientes não precisam mais aguardar o envio individual de cada declaração de exportação pelo titular. Agora, basta que o próprio contribuinte acesse o eCAC e dê o consentimento, liberando de uma só vez as informações de todas as declarações que possui em um determinado período”, explica Igor Neves, gestor do produto no Serpro.

(*) Com informações do Serpro

 

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Bradesco estrutura operações ESG para mobilidade limpa e construção sustentável 

Banco reforça sua capacidade de oferecer soluções personalizadas por setor ao direcionar recursos para negócios sustentáveis 

Da Redação (*)

Brasília Dentro da estratégia de apoiar setores-chave da economia na transição para modelos mais sustentáveis, o Bradesco estruturou recentemente duas operações com rotulagem ESG em parceria com empresas dos setores de logística e construção. As soluções atendem às especificidades de cada setor, com impacto socioambiental positivo, inovação e geração de valor para clientes e sociedade.

Os setores e seus desafios

Na construção civil, o banco estruturou empréstimo verde de R$ 236 milhões, na linha Plano Empresário, para a Azo Inc, primeira emissão verde da companhia, voltada para a construção de empreendimentos com certificação EDGE. O selo atesta ganhos significativos em eficiência energética, hídrica e redução de carbono nos materiais utilizados. A operação foi desenhada de forma a apoiar a estratégia da empresa em expandir sua atuação em construção sustentável e gerar maior valor agregado aos futuros moradores.

Já no setor de logística, o Bradesco viabilizou um empréstimo verde de R$ 85 milhões, na modalidade CCE (Cédula de Crédito à Exportação), para a Reiter Log, destinado à aquisição de caminhões elétricos e movidos a biometano. A iniciativa integra o programa Logística Verde, que prevê alcançar 100% da frota movida a combustíveis alternativos até 2035. A solução financeira foi moldada ao contexto da empresa, que busca reduzir a pegada de carbono das cadeias logísticas dos clientes.

Os recursos provenientes das duas operações serão aplicados em iniciativas de impacto ambiental positivo, como ampliação de uma frota de transporte limpo e a construção de edificações com certificação sustentável. Essas operações fazem parte da estratégia do banco de mobilizar capital para iniciativas que geram valor de longo prazo e apoiam a transição para uma economia de baixo carbono.

“Cada setor tem seus desafios e oportunidades. Por isso, estruturamos soluções financeiras que dialogam diretamente com a realidade de cada cliente. Ao apoiar iniciativas como essas, reafirmamos nosso compromisso com a agenda de negócios sustentáveis, atuando lado a lado com nossos clientes”, afirma Fabiana Costa, Head de Sustentabilidade do Bradesco.

(*) Com informações do Bradesco

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Agricultura regenerativa: muito além da modinha

O que garante a permanência desse modelo não é apenas a consciência ambiental, mas a lógica econômica

Aline Locks (*)

Na história da agricultura, e de qualquer atividade humana, os movimentos ocorrem em ondas. Algumas delas morrem na praia dos modismos. Outras, geram marés de mudanças.

O que vai diferenciar uma das outras é seu real impacto de longo prazo, capaz de transformar de forma permanente o modo de produzir, consumir e se relacionar com o mundo.

Vivemos uma era de hypes, de sucessos instantâneos, que são infinitos na sua curta duração. Desaparecem de forma tão espetacular quanto surgiram. O risco desses tempos é confundirmos com modinha aquilo que realmente veio para nos levar a um lugar melhor e que, por isso, precisa ser entendido e preservado.

Falemos, então, de agricultura regenerativa. O uso recorrente (às vezes indiscriminado) desse termo pode dar a muitos a sensação de que estamos diante de mais um fogo de palha, que vai queimar recursos de muita gente, mas, que, ao final, pode entregar não mais que cinzas. Na essência, o modelo regenerativo reúne práticas de manejo que restauram a fertilidade do solo, aumentam a biodiversidade, melhoraram o ciclo da água e reduzem emissões. Vai além da “sustentabilidade” no sentido de preservar: ela busca regenerar sistemas produtivos, tornando-os mais resilientes e rentáveis.

Na prática, isso significa rotação diversificada de culturas, integração lavoura-pecuária-floresta, redução do uso de agroquímicos, plantio direto com cultura de cobertura, recuperação de pastagens degradadas e incremento de matéria orgânica no solo.

Assim como, no passado, passamos por revoluções tecnológicas que ampliaram a produtividade da nossa agricultura, agora vivemos uma transformação orientada pela resiliência e pelo equilíbrio ecológico. O que garante a permanência desse modelo não é apenas a consciência ambiental, mas a lógica econômica. A agricultura regenerativa nos proporciona solos mais férteis, menor dependência de insumos externos e sistemas de produção mais estáveis frente às mudanças climáticas.

São ganhos estruturais que não desaparecem. Ao contrário, eles se acumulam — e é isso torna a regeneração uma estratégia de longo prazo.

Valorização ao longo da cadeia e oportunidades

É justamente a percepção de que há algo realmente valioso por trás da agricultura regenerativa que a torna, paradoxalmente, tão suscetível ao rótulo de modinha. Primeiro, instala-se uma corrida do ouro, com muito garimpo e promessas vazias. Somente chegará ao filão quem for mais fundo, além dos selos e narrativas. A valorização da agricultura regenerativa acontecerá para aqueles que souberem integrar métricas de impacto às transações econômicas que ocorrem ao longo da cadeia.

Hoje já temos ferramentas para precificar carbono, mensurar biodiversidade e associar crédito rural a critérios socioambientais. Oportunidades concretas surgem quando esses indicadores passam a influenciar preços, condições de financiamento, apólices de seguro, contratos de fornecimento e outras relações envolvendo produtores, indústria e mercado financeiro.

De acordo com a Markets and Markets, o mercado global de práticas regenerativas foi estimado em cerca de USD 8,7 bihões em 2022, com projeção de atingir USD 16,8 bihões em 2027. Entre os principais fatores que impulsionam esse crescimento estão: a maior conscientização sobre os impactos da agricultura convencional, a demanda de consumidores por alimentos com menor pegada ambiental, os avanços tecnológicos — especialmente no uso de insumos biológicos, como micro-organismos para fixação de carbono — e o compromisso assumido por grandes empresas globais, como Cargill, Nestlé, General Mills e Unilever.

O momento atual abre a chance de o Brasil se posicionar como protagonista global. Com seu potencial produtivo e biodiversidade, o país pode transformar a regeneração em marca registrada da sua agricultura. Mais do que uma exigência, é uma oportunidade única de liderar o mundo em alimentos de baixo carbono e impacto positivo. Quem investir hoje estará definindo o padrão de amanhã.

(*) Aline Locks é engenheira ambiental, cofundadora e atual CEO da Produzindo Certo, solução que já apoiou a maneira como mais de 6 milhões de hectares de terras são gerenciados, através da integração de boas práticas produtivas, respeito às pessoas e aos recursos naturais. Liderou projetos com foco em inovação e tecnologia, como o ‘Conectar para Transformar’, um dos vencedores do Google Impact Challenge Brazil. Recentemente foi selecionada pela Época Negócios como um dos nomes inovadores pelo clima, é uma das 100 Mulheres Poderosas da revista Forbes e uma das líderes do agronegócio 2021/2022 pela revista Dinheiro Rural.
 

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Internacionalização de empresas: ApexBrasil e Sebrae lançam websérie “Destino Exportação” com foco em acesso ao mercado externo

O programa, que estreia em 7 de outubro no canal do YouTube da Agência, terá sete episódios que abordarão temas essenciais para quem deseja entrar no universo da exportação_

Da Redação (*)

Brasília – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), lança, no dia 7 de outubro, a websérie Destino Exportação, criada para apoiar empresários brasileiros que desejam iniciar sua jornada no mercado internacional.

Com linguagem leve e acessível, a produção foi pensada como um convite para embarcar em uma viagem rumo à internacionalização. Em cada episódio, o espectador será transportado para uma Sala VIP de aeroporto, recebendo orientações práticas para que sua empresa “decole” direto para os mais diversos destinos do mundo.

A série, que terá dois episódios por semana, é apresentada pela atriz e influenciadora Luana Xavier, conhecida por sua atuação em televisão, teatro e cinema, além de sua forte presença digital.  Luana receberá, em cada episódio, convidados especialistas em comércio internacional que responderão às principais dúvidas que geralmente empresas interessadas em começar a exportar buscam encontrar.

“A websérie Destino Exportação foi desenvolvida a partir das perguntas mais frequentes que a ApexBrasil recebeu ao longo do ano pelas redes sociais e pela Central de Atendimento ao Cliente, de empresários interessados em exportar, mas que ainda não sabem por onde começar. Reunimos essas dúvidas e transformamos as respostas nessa série de conteúdos práticos e acessíveis, que conversam diretamente com empreendedores que desejam iniciar sua jornada rumo ao mercado internacional”, explica a coordenadora de Comunicação da ApexBrasil, Fernanda Cornils.

“O Brasil tem mais de 21 milhões de pequenos negócios, que representam 97% do total de empresas. Porém, apenas 11.400 dessas micro e pequenas empresas já exportaram. Há muito potencial de crescimento no mercado exterior. Essa websérie é um bom ponto de partida para tirar dúvidas e começar a se preparar para esse desafio. Em 2025, cerca de 1.500 empresas já foram atendidas no âmbito do programa de internacionalização do Sebrae e atuamos para que o número de pequenos negócios exportadores siga crescendo”, afirma Roberta Aviz, coordenadora de negócios internacionais do Sebrae Nacional.

Primeira temporada: do planejamento à conquista de mercados

Ao longo da primeira temporada, os episódios da websérie vão abordar desde técnicas para identificar mercados promissores até estratégias para adaptar comunicação e embalagens, passando por orientações sobre como superar barreiras culturais, aproveitar oportunidades no comércio eletrônico e se preparar para participar de eventos internacionais. Também estão incluídas dicas sobre planejamento financeiro e formas de lidar com a burocracia, garantindo que as empresas estejam mais seguras para dar seus primeiros passos no comércio exterior. Cada episódio tem de 15 a 20 minutos de duração.

Entre os convidados desta primeira temporada estão: Igor Celeste, gerente Regional da ApexBrasil; Pedro Trevisan, confundador da GlobalD; Marcos Stahl, consultor do Sebrae de São Paulo; Vanessa Queiroz, designer e cofundadora do Estúdio Colletivo Brasileiro de Design e Comunicação; Angelina Brejgrowicz, estrategista de negócios globais e especialista em barreiras culturais; Vinícius Lages, gerente da Assessoria Internacional do Sebrae e ex-ministro do Turismo;  Neusa Nunes, doutora em administração com foco em gestão internacional e especialização em Marketing, professora da ESPM; e Jacy Braga, especialista da ApexBrasil.

Além dos episódios em vídeo, cada tema contará com materiais complementares em formato de resumo, garantindo que nada importante passe despercebido.

E a jornada não para por aí: o programa já nasce com uma segunda temporada em vista, ampliando ainda mais os conteúdos e oportunidades para empreendedores brasileiros que querem conquistar o mercado internacional.

Serviço

Lançamento da websérie Destino Exportação: 7 de outubro de 2025

Onde assistir: Destino Exportação (https://apexbrasil.com.br/destinoexportacao) pelos canais digitais da ApexBrasil e do Sebrae

Acesso gratuito

(*) Com informações da ApexBrasil

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Após invadir o Brasil com seus carros elétricos, a China agora mira oficinas mecânicas e lojas de autopeças brasileiras

 

  • Metade dos 200 expositores da sexta edição da Rioparts é de empresas chinesas, boa parte trazendo novidades para veículos elétricos e híbridos
  • Evento traz as principais tendências da transformação automotiva no Brasil em quatro dias de negócios, inovação e conhecimento
  • Aberta nesta quarta (1), com entrada gratuita, Rioparts 2025 espera atrair mais de 15 mil pessoas até sábado (4)

Da Redação (*)

Brasília – Carros antigos, scooters elétricas e até o protótipo de um veículo, desenvolvido por estudantes de Engenharia da Baixada Fluminense, são alguns dos atrativos da  Rioparts 2025 – Feira da Indústria e Comércio de Autopeças e Reparação do Rio de Janeiro. Mas o que mais chama atenção é a forte presença da China: quase metade dos cerca de 200 expositores é de empresas chinesas especializadas no setor automotivo. Aberto nesta quarta-feira (1º de outubro), o evento deve receber mais de 15 mil pessoas até sábado (4) no ExpoRio Cidade Nova.

De acordo com os organizadores, as empresas chinesas vêm reforçar o perfil internacional e inovador da Rioparts, trazendo soluções que combinam tecnologia, qualidade e custo-benefício e ampliando as oportunidades para o setor de reparação e reposição automotiva no Brasil. Os expositores apresentam novidades e tendências em componentes elétricos, eletrônicos e equipamentos mecânicos e automotivos.

Além da forte presença chinesa, o evento conta com grandes nomes brasileiros e internacionais, apresentando soluções em peças, componentes e tecnologias para o aftermarket automotivo. Entre os expositores nacionais, estão os fabricantes de peças Doutor IE, Flex Smart,  Click Parts, Holyman, DF  Diesel, Sintech do Brasil, MIC, Aec Arranques, Motorlub, Wisa do Brasil e Engates Bruck. Dentre os distribuidores, destaque para empresas do Rio, como Fuscão Preto, Suporte Um, Vem Que Tem e Riolub. No setor de reparação, destaque para Engecass, Paccini e Pinho Diesel, entre outros.

“Esta combinação de players nacionais e internacionais reflete a força do Rio
de Janeiro no setor de reparação e reposição automotiva. Nosso objetivo é gerar
conexões de negócios, apresentar soluções inovadoras e consolidar a feira como referência no Brasil”, destaca Cássio Dresch, diretor comercial da Diretriz Feiras e Eventos, empresa organizadora da Rioparts.

Veículos elétricos, sustentabilidade e conectividade

O setor automotivo passa por uma revolução sem precedentes e a Rioparts 2025 é
palco privilegiado para acompanhar essa transformação. A feira traz os principais players,
marcas e especialistas para debater os rumos do mercado, com foco em veículos
elétricos, conectividade, sustentabilidade e novas demandas de consumo.

Além de novidades em autopeças, lubrificantes, eletrônicos e equipamentos, a feira traz palestras e debates sobre temas estratégicos para a cadeia automotiva, como logística e eficiência, mobilidade elétrica, sustentabilidade e inovação tecnológica.

Além de cases de sucesso em eletrificação e debates sobre infraestrutura de recarga,
micromobilidade e o futuro do transporte urbano, o evento traz um olhar estratégico
para montadoras, startups e empresas de tecnologia, reforçando a sustentabilidade
como vetor de crescimento do setor.

Entre os grandes temas em pauta, estão:

● Veículos elétricos e híbridos, cada vez mais presentes no Brasil e no mundo;
● Conectividade inteligente, com automóveis se transformando em verdadeiros
computadores sobre rodas;
● Exigências ambientais e regulação verde, que apontam para um futuro com
restrições aos motores a combustão;
● O novo perfil de consumo automotivo, em que sustentabilidade, transparência e
eficiência pesam nas decisões de compra;
● Impactos no aftermarket automotivo, que desafiam oficinas e distribuidoras a se
adaptarem às novas tecnologias.

(*) Com informações da Rioparts

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MDIC intensifica combate a importações irregulares e fortalece a concorrência justa para a indústria nacional

A Secex, que identificou as irregularidades, seguirá monitorando as operações, buscando a correta aplicação das tarifas e preservando a concorrência justa para a indústria nacional

Da Redação (*)

Brasília – A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) concluiu, em setembro, cinco investigações sobre indícios de irregularidades em importações brasileiras. As apurações foram abertas após denúncias de práticas que poderiam afetar indevidamente a concorrência no mercado nacional, como subdeclaração de valores e classificação incorreta de produtos.

Os processos envolveram telas interativas, telas metálicas, fios texturizados de poliéster, poliol (usado na fabricação de móveis, colchões, bancos automotivos e na construção civil) e ácido hialurônico. Em quatro dos cinco casos, foram identificados indícios de irregularidades, levando à inclusão dos importadores no regime de licenciamento não automático, que permite uma apuração detalhada das operações. Nas importações de telas interativas, não foram constatadas práticas inadequadas.

A adoção do regime de licenciamento não automático, baseada em gestão de riscos, está prevista no artigo 43 da Portaria Secex nº 249, de 4 de julho de 2023. Esse mecanismo permite verificar a autenticidade, a veracidade e a exatidão das informações e documentos apresentados pelos importadores na fase prévia ao despacho aduaneiro, em casos de suspeita de infração à legislação de comércio exterior vinculados a condições comerciais declaradas no processo de importação.

Objetivo é coibir irregularidades sem aumentar a burocracia

De acordo com a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, a atuação da Secex busca coibir irregularidades sem aumentar a burocracia para as empresas que seguem corretamente a legislação. “Apenas as empresas monitoradas pelo Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) estarão sujeitas ao licenciamento de importação e deverão apresentar documentos como fatura comercial e catálogo técnico do produto. Quem comprovar a regularidade das operações segue com suas importações normalmente”, afirmou Tatiana Prazeres.

Os resultados foram compartilhados com a Receita Federal, no âmbito do Grupo de Inteligência de Comércio Exterior (GI-CEX). No caso do ácido hialurônico, utilizado em cosméticos e procedimentos estéticos, a denúncia indicava classificação incorreta da mercadoria na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), possivelmente para enquadrar o produto em um código com tarifa zero e evitar o pagamento da alíquota de 16,2% do Imposto de Importação. A Secex identificou indícios dessa prática e seguirá monitorando as operações, buscando a correta aplicação das tarifas e preservando a concorrência justa para a indústria nacional.

Denúncias de práticas que violem a legislação de comércio exterior podem ser registradas no portal do governo, seguindo as orientações disponíveis em: gov.br/siscomex.

(*) Com informações da Secex/MDIC

 

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A ascensão da IA Generativa está abrindo as portas para um novo boom de startups 

Fabiano Nagamatsu (*)

A ascensão da IA generativa está realmente impulsionando um novo boom de startups, tornando o empreendedorismo mais acessível, ágil e técnico do que nunca. Ferramentas que antes exigiam grandes equipes e meses de desenvolvimento podem hoje ser construídas com poucos cliques, graças à automação inteligente e aos modelos generativos.

Esse novo cenário já se traduz em números expressivos. A Bessemer Venture Partners, em seu relatório State of AI 2025, introduziu o conceito de crescimento “Q2T3” (quadruple, quadruple, triple, triple, triple), superando os benchmarks tradicionais da era SaaS.

Startups de IA agora quadruplicam sua receita recorrente anual nos primeiros dois anos e triplicam nos três anos seguintes. Esse ritmo acelerado só é possível graças à diminuição do tempo de desenvolvimento e das barreiras para lançamento de produtos impulsionada pela IA generativa (Google for Startups, Business Insider).

Mais do que teoria, esses padrões de crescimento estão sendo observados na prática: startups “Shooting Stars” atingem margens robustas (~60%), enquanto os mais ousados “Supernovas” chegam a US$ 100 milhões em ARR em apenas 1,5 ano.

No Brasil, a onda também está forte. Uma sondagem revelou que 68% dos profissionais brasileiros já usam ferramentas de IA no dia a dia, enquanto 90% acreditam que a IA melhora sua eficácia no trabalho e 84% estão entusiasmados com o futuro em que a IA é ferramenta (read.ai). Isso demonstra uma base cultural e operacional aberta à inovação tecnológica.

Do ponto de vista de investimentos, o ritmo também impressiona. Nos Estados Unidos, a captação de recursos para startups de IA cresceu 75,6% no primeiro semestre de 2025, totalizando US$ 162,8 bilhões — o segundo maior volume já registrado. As rodadas de IA responderam por 64,1% do total investido nesse período, destacando o empuxo do setor e a confiança dos investidores (Reuters).

No cenário global, exemplos como a Synthesia, que alcançou valuation de US$ 2,1 bilhões criando vídeos realistas com IA generativa, ilustram a força dessa tendência. A empresa recebeu US$ 180 milhões de investidores como New Enterprise Associates, demonstrando o apetite de capital para soluções criativas e baseadas em IA.

E enquanto o suporte à infraestrutura cresce, outros players facilitam a adoção da IA. Startups especializadas em integrar modelos de IA com sistemas legados estão recebendo atenção e dinheiro: Distyl AI levantou US$ 20 milhões, Cohere US$ 500 milhões e Glean Technologies US$ 260 milhões, refletindo o movimento de tornar a IA generativa funcional e útil no mundo real.

Nesse contexto, empreender se tornou não apenas mais ágil, mas também mais inclusivo. Profissionais que não são da área de tecnologia, como designers, médicos ou profissionais de RH, estão criando soluções digitais e produtos em IA com autonomia, agilidade e menor complexidade técnica.

No entanto, esse cenário de euforia exige cautela. Como ressaltado pela Bessemer, metas tão ambiciosas quanto Q2T3 são possíveis, mas podem ser frágeis. A saturação de mercado, produtos commoditizados e baixa diferenciação ameaçam a sustentabilidade dessas empresas. Mais do que lançar algo rápido, é essencial construir com propósito, performance e diferencial — usando a IA certa para o problema do cliente, não apenas a IA disponível.

Dessa forma, a ascensão da IA generativa certamente abriu as portas para uma nova leva de startups: mais rápidas, acessíveis e orientadas por tecnologia. Mas a verdadeira diferença está em saber escolher e montar a IA certa para cada negócio, garantindo que o brilho da inovação se transforme em diferencial competitivo durável.

(*) Fabiano Nagamatsu é CEO da Osten Moove, empresa que faz parte da Osten Group, uma Aceleradora Venture Studio Capital focada no desenvolvimento de inovação e tecnologia. Conta com estratégias e planejamentos baseados no modelo de negócio de startups. – ostenmoove@nbpress.com.br

 

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Como o shutdown dos EUA impacta o mercado na avaliação de especialista da Ebury

Matthew Ryan analisa paralisação do governo americano e suas consequências

Da Redação

Brasília – “O governo americano paralisou suas atividades por um recorde de 35 dias em 2018, em meio ao agora infame impasse entre o presidente Trump e os democratas sobre o financiamento de seu lendário muro na fronteira com o México. Como disse Mark Twain, a história não se repete, mas frequentemente rima. Aqui estamos novamente, desta vez com o “Trump 2.0” em impasse com o Congresso sobre a extensão dos subsídios de seguro de saúde”. A afirmação foi feita por Matthew Ryan, head de estratégia de mercado da Ebury

Segundo o analista, o dólar sofreu alguma pressão de venda, embora os investidores não devam perder o sono por enquanto — desde que vejam o fechamento apenas como uma interrupção breve, e não como uma paralisação prolongada das atividades federais. Um impasse duradouro, que se estenda por mais do que alguns dias, pode desencadear uma fuga para ativos de segurança, com o iene e o franco suíço bem posicionados para se valorizar.

Matthew Ryan destaca que “assim como em 2018, um confronto prolongado pode enfraquecer o dólar se os mercados passarem a acreditar que o shutdown prejudicará a economia dos EUA e poderá levar o Federal Reserve a cortar juros em um ritmo mais acelerado. Esse ainda é um cenário distante, mas os mercados estarão atentos a uma possível repetição do primeiro mandato de Trump”.

Em sua análise, o profissional da Ebury sublinha que “o dólar está sendo negociado levemente mais baixo em relação à maioria das moedas até agora nesta semana, o que pode ser atribuído basicamente às preocupações em torno do shutdown. Embora uma interrupção curta provavelmente seja ignorada pelos mercados e tenha impacto limitado no câmbio, um impasse prolongado, que dure mais do que alguns dias (ou até semanas), certamente aumentaria a incerteza e a volatilidade”.

Queda do dólar registrada em 2018 pode se repetir

O dólar perdeu 1,5% de seu valor durante o último shutdown, em 2018/2019 (que durou um recorde de 35 dias), e é totalmente plausível que vejamos uma repetição caso a situação atual se arraste de forma semelhante.

“Os dados divulgados ontem mostraram um quadro relativamente misto da economia dos EUA. As vagas de emprego subiram inesperadamente para 7,23 milhões em agosto, mas as demissões voluntárias (que tendem a crescer em períodos de expansão, sinalizando confiança dos trabalhadores em encontrar outro emprego) caíram novamente para 3,1 milhões — o nível mais baixo desde novembro. A confiança do consumidor também caiu e, em 94,2, está agora no ponto mais fraco desde abril”, afirmou Matthew Ryan.

Normalmente, todas as atenções estariam voltadas para a divulgação do relatório de empregos de sexta-feira, mas este (assim como outros dados oficiais do governo) será adiado até que um acordo seja alcançado em Washington.”

Comentário completo em relatório em inglês: https://go.on.ebury.com/G3FXUpdate_01.10.2025

 

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Japão estreia na ABAV Expo celebrando 130 anos de relações diplomáticas com o Brasil

Destino turístico está entre os que mais crescem no mundo, registrando recorde também no fluxo de visitantes brasileiros

Da Redaçõ (*)

Brasília – A JNTO – Organização Nacional de Turismo Japonês, órgão oficial do governo responsável por promover o Japão como destino turístico, anuncia sua primeira participação na ABAV Expo, um dos mais prestigiados eventos anuais do setor turístico brasileiro, e que é realizado pela ABAV Nacional – Associação Brasileira de Agências de Viagem.

Susumu Matsumoto, Diretor Executivo da JNTO em Nova York, responsável pelo mercado latino-americano, se mostra entusiasmado com a ocasião: “Este ano marca o 130º aniversário do Tratado de Amizade Brasil-Japão e por isso, a JNTO, em cooperação com o Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro, participa da histórica e tradicional ABAV pela primeira vez. Sentimos que é uma honra fazer parte e estamos muito felizes em promover nosso país em um palco de tanto prestígio.”

O executivo explica sua missão no evento. “Desejamos transmitir a todos o encanto de visitar o Japão, um país que oferece enorme variedade de atrações culturais e gastronômicas e paisagens arrebatadoras, seja pela natureza exuberante ou pela arquitetura de referência mundial. Temos estrutura e atividades para as quatro estações do ano, acolhendo visitantes com eficácia, segurança e uma hospitalidade característica, resultando em uma oferta de destino irresistível. Aguardamos com alegria a visita de profissionais do turismo ao estande do Japão”.

Em sua estreia na ABAV Expo, o Japão  reúne parceiros que irão proporcionar aos agentes de viagens excelentes contatos e negócios. Além do Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro, estarão representadas as agências H.I.S. Brasil e Quickly Travel, e as companhias aéreas ANA (All Nipppon Airways) e JAL (Japan Airlines).

O país registrou, de janeiro a agosto deste ano, 28 milhões de visitantes, batendo recordes históricos para o período. A presença de 85 mil turistas brasileiros em 2024 foi também a mais alta da história, fluxo que deve seguir crescendo, considerando a alta procura pelo destino, que apenas entre janeiro e junho deste ano já recebeu 52 mil viajantes do Brasil. (Japan Tourism Statistics)

O sucesso do Japão, de roteiros tradicionais a experiências exclusivas

Na quinta-feira, 9 de outubro, a JNTO promove um seminário que irá revelar o que torna o Japão tão bem sucedido como destino turístico, e o que os agentes de viagens devem saber para melhor promovê-lo junto a seus clientes. Fatores como alto nível de segurança e eficácia em transportes geram confiança para passear com tranquilidade, enquanto a diversidade sazonal amplia o leque de opções de pacotes ao longo de todo o ano. Cada estação exibe características específicas e atrações marcadas pela temporada, como os pratos típicos de cada época.

O seminário contará com a participação de Marina Tsuge, especialista que promove cursos e  viagens guiadas ao Japão. Marina traz na bagagem orientações valiosas para guiar as agências no desenvolvimento do destino, apontando os benefícios de conhecê-lo profundamente. Somando cada qual sua expertise, os parceiros H.I.S Brasil, ANA e JAL completam a sessão de 45 minutos que será uma introdução completa ao Japão. As inscrições devem ser feitas no site da ABAV Expo.

Além do conteúdo do seminário, a equipe da JNTO irá apresentar, em seu estande, aspectos pouco difundidos que farão toda a diferença no planejamento de viagens. Aprender sobre as características geográficas e climáticas do país permitirá identificar lugares com temperaturas frescas mesmo no alto verão, ou fugir do frio em pleno inverno.

As experiências genuínas também constituem um ponto forte, que agrega competitividade ao destino. Tais vivências podem ser acessadas nas regiões menos divulgadas, ou por meio de aspectos desconhecidos em locais famosos, como é o caso de Hiroshima. Susumu Matsumoto relata sua passagem recente pela cidade, neste ano em que o povo japonês relembra o 80o aniversário do bombardeio nuclear.

O diretor da JNTO explica que a atmosfera de paz é fundamental para o turismo, que, por sua vez, se torna um instrumento de aproximação entre os povos.

“Hiroshima é uma bela cidade, cercada por montanhas e rios, onde a gastronomia local e a vibrante vida noturna se destacam. Degustar o famoso okonomiyaki de Hiroshima e fazer compras nos mercados locais são parte essencial do roteiro. Em meio a outras atrações imperdíveis, os visitantes devem ir ao Itsukushima-jinja, famoso santuário sobre o mar, na ilha de Miyajima. Mas há algo além, profundo e tocante ao se visitar Hiroshima, razão pela qual indico deixar a cidade para o final de um roteiro pelo Japão. Após usufruírem de uma viagem com todos os seus encantos, os visitantes podem continuar a se deliciar em Hiroshima, adicionando, contudo, uma reflexão importante sobre o valor da paz, da segurança, do entendimento entre as diversas culturas. É sobre sentir a paz. É o chamado ‘turismo da paz’”, completa Matsumoto.

Um vasto conteúdo sobre turismo no Japão está disponível no website da JNTO e em suas redes sociais. A organização oferece também um atendimento gratuito e presencial para quem estiver planejando uma viagem ao Japão: o Desk de Informações Turísticas da JNTO atende na Japan House São Paulo (Av. Paulista, 52), aos sábados, domingos e feriados, das 10:00 às 19:00.

SERVIÇO

Evento:      ABAV Expo

Datas:        08, 09 e 10 de outubro de 2025

                   Seminário: dia 09 das 15:00 às 15:45

Local:         Riocentro, Av. Salvador Allende, 6555

Barra Olímpica, Rio de Janeiro

                   JNTO:  Rua L Estande 19  (Pavilhão SENAC)

Horário:     13:00 – 20:00 (visitantes)

Site:            https://abavexpo.com.br/

(*) Com informações da JNTO – Organização Nacional de Turismo Japonês

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