Por que o futuro do nearshore fala português?

 

DNA brasileiro é um diferencial para escala, talento e inovação

Wagner Jesus (*)

Imagine uma empresa global tentando acelerar sua transformação digital, mas travada por escassez de talentos, barreiras regulatórias e custos altos. Agora imagine essa mesma empresa encontrando no Brasil não apenas uma alternativa, mas uma vantagem competitiva real.

O conceito não é novo, mas o contexto mudou. A pressão por inovação contínua, a escassez de talentos nos mercados centrais e a busca por soberania digital tornaram o Nearshore peça-chave na estratégia global de tecnologia. E o Brasil está mais preparado do que nunca para assumir esse protagonismo.

A ideia de que “o local da solução importa menos do que sua capacidade de gerar valor” tem ganhado força no mundo corporativo. No entanto, quando se olha com atenção para o mercado brasileiro, percebe-se que o país reúne um conjunto único de atributos que o colocam em vantagem competitiva: fuso horário compatível com os Estados Unidos e Europa, um dos maiores mercados de TI do mundo, ecossistema de inovação robusto e uma crescente maturidade regulatória e digital.

O Brasil sai do banco de reserva e busca protagonismo no jogo

O Nearshore deixou de ser apenas uma estratégia de redução de custos e passou a focar no valor agregado às operações globais. O Brasil destaca-se como destino nearshore pela escala e profundidade do seu pool de talentos: em 2023, foram quase 90 mil formados em cursos superiores de TIC, mais de 73 mil certificados em cursos de formação inicial e continuada e 16 mil em cursos técnicos. Esse volume expressivo posiciona o país como um dos maiores polos de talentos em Computação e TIC da América Latina, atendendo à crescente demanda do setor e impulsionando operações globais de tecnologia.

A força do ecossistema de tecnologia brasileiro é tamanha que a demanda por novos talentos deve gerar cerca de 800 mil novas oportunidades até 2025, segundo a Brasscom. Esse cenário dinâmico fomenta um ciclo contínuo de formação e especialização, garantindo um fluxo constante de profissionais qualificados para o mercado. Essa força de trabalho já é reconhecida por sua qualificação técnica e adaptabilidade, características essenciais para projetos de alta complexidade.

Ao mesmo tempo, o interesse e capacitação em Inteligência Artificial generativa vem crescendo de maneira intensa. O relatório “Global Skills Report 2025”, da Coursera, apontou um aumento de 282% nas matrículas em cursos de IA generativa ano-a-ano para o Brasil, enquanto o aumento global foi de apenas 195%.

Outro diferencial é a infraestrutura consolidada. A presença de grandes players globais de nuvem pública, como AWS, Google Cloud e Microsoft Azure, aliada à capilaridade das telecomunicações e hubs regionais de tecnologia, permite que o Brasil ofereça níveis de serviço compatíveis com exigências corporativas de alta criticidade, desde bancos globais até plataformas digitais que operam 24/7.

A diversidade cultural e o crescente domínio do inglês facilitam a colaboração internacional. A nova geração de profissionais brasileiros demonstra uma proficiência em inglês significativamente superior à das gerações anteriores. Estudos indicam que o percentual de falantes de inglês na faixa etária de 18 a 24 anos é o dobro da média nacional, facilitando a integração com equipes globais e projetos internacionais. A cultura organizacional brasileira é flexível e criativa, alinhando-se naturalmente a metodologias ágeis e ambientes de co-inovação demandados pelas maiores empresas do mundo.

E na prática? Hoje o Brasil já é um motor da entrega global

O Brasil já consolidou-se como um pólo estratégico de operações nearshore, com hubs de inovação atendendo demandas nacionais e internacionais com a mesma qualidade, segurança e compliance das operações offshore, somando os diferenciais de fuso horário, proximidade cultural e aderência regulatória. Assim, o Brasil tem mostrado que pode se tornar uma vitrine global para nossos talentos, possibilitando oportunidades de crescimento internacional em projetos de alto impacto e contato direto com especialistas globais e com diversas tecnologias.

Um modelo que responde às pressões do presente e abre caminhos para o futuro

O Nearshore responde a uma dor real do mercado: a necessidade de escalar rápido, com segurança e proximidade. E o Brasil entrega isso com flexibilidade, governança e talento. Empresas podem começar com uma célula dedicada, escalar para um centro de excelência e, em muitos casos, integrar completamente suas operações globais. Tudo isso com KPIs claros e foco na geração de valor.

Para empresas que estão repensando sua estratégia de TI global, o Brasil deve ser mais do que uma opção: deve ser considerado um diferencial competitivo. Ao concentrar investimentos em um modelo de nearshore centrado no país, é possível reduzir riscos, acelerar resultados e construir uma operação preparada para os desafios da próxima década. O que vemos hoje é apenas o começo. E o Brasil, com toda sua complexidade e potencial, tem cada vez mais se mostrado não apenas parte da solução, mas o melhor lugar onde ela pode começar.

E você, está pronto para repensar sua estratégia global?

(*) Wagner Jesus tem mais de 26 anos de experiência na indústria de TI e ingressou na Wipro há 5 anos, liderando indústrias de bens de consumo, comunicações, energia e recursos naturais, bancos e serviços financeiros, e consolidando a empresa no país. Durante sua gestão, ele desempenhou um papel fundamental nas contas locais e globais e estabeleceu relacionamentos com sucesso na região. Tem um perfil de liderança influente, trabalhando como facilitador para aquisições mais recentes da empresa, potencializando o crescimento da companhia no Brasil.

O post Por que o futuro do nearshore fala português? apareceu primeiro em Comex do Brasil.

Setor calçadista sofre com efeitos do tarifaço de Trump e tem o pior mês de outubro em uma década

Da Redação (*)

Brasília – Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), com base nos números divulgados pelo MTE, apontam que o setor perdeu 1,65 mil postos de trabalho apenas em outubro, pior resultado para esse mês em uma década. Com o resultado, o estoque total de emprego fechou o mês de outubro em 294,22 mil empregos diretos na atividade, retração de 0,6% em comparação ao mesmo período do ano passado. Pela primeira vez em 2025, o estoque total de emprego situa-se abaixo do patamar do ano anterior, revertendo um cenário de crescimento.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o dado eleva a preocupação quanto aos efeitos da política tarifária dos Estados Unidos, uma vez que a tarifa adicional de 50% segue vigente sobre os calçados brasileiros embarcados ao destino. “Entre os estados que mais perderam postos de trabalho estão o Rio Grande do Sul e São Paulo, os dois principais exportadores de calçados para os Estados Unidos, de onde originam-se cerca de 80% dos envios àquele país”, conta.

“A manutenção da vigência da medida ao final deste ano já compromete os embarques da próxima temporada. Não ocorrendo a retirada do calçado da lista de produtos sobretaxados pelos Estados Unidos ainda em 2025, a Abicalçados estima um risco de perda de 8 mil postos de trabalho diretos na indústria calçadista em 2026”, alerta o dirigente, que está em constante interlocução com o Governo Federal enfatizando a necessidade de célere conclusão das negociações bilaterais.

Estados mais impactados

O estado que mais emprega no setor calçadista brasileiro é o Rio Grande do Sul, que perdeu 910 postos de trabalho somente em outubro. Dois terços das perdas estão concentradas nos polos do Vale do Rio dos Sinos e do Vale do Paranhana-Encosta da Serra, principais localidades empregadoras do setor no estado. Nos últimos três meses, período de vigência da medida tarifária dos Estados Unidos, o estado perdeu 1,83 mil postos, encerrando outubro com estoque de 80,63 mil empregos diretos na atividade, patamar 4,8% inferior ao mesmo período do ano passado.

São Paulo fechou 152 postos de trabalho no mês de outubro, quase 80% destes localizados no polo de Franca, onde o setor é o principal segmento empregador e tem nos Estados Unidos seu principal destino. O estado encerrou outubro com estoque de 33,53 mil empregos diretos na indústria calçadista, patamar 1,6% inferior ao mesmo período de 2024.

O post Setor calçadista sofre com efeitos do tarifaço de Trump e tem o pior mês de outubro em uma década apareceu primeiro em Comex do Brasil.

Em nova conversa com Trump, Lula defende “avanço rápido” nas negociações para o fim das tarifas

 

Da Redação (*)

Brasilia – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou, nesta terça-feira (2), para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e afirmou que deseja “avançar rápido” nas negociações para retirada da sobretaxa de 40% imposta pelo governo americano, que ainda vigora sobre alguns produtos brasileiros.

Lula e Trump também conversaram sobre cooperação para o combate ao crime organizadoEm comunicado, o Palácio do Planalto informou que a conversa entre os líderes foi “muito produtiva” e durou 40 minutos.

No dia 20 de novembro, a Casa Branca anunciou a retirada de 238 produtos da lista do tarifaço, entre eles, café, chá, frutas tropicais e sucos de frutas, cacau e especiarias, banana, laranja, tomate e carne bovina.

De acordo com o governo, 22% das exportações brasileiras para os Estados Unidos ainda permanecem sujeitas às sobretaxas. No início da imposição das tarifas, 36% das vendas brasileiras ao mercado norte-americano estavam submetidas a alíquotas adicionais.

Na conversa com Trump, Lula indicou ter sido muito positiva a decisão do governo estadunidense, mas destacou que “ainda há outros produtos tarifados que precisam ser discutidos entre os dois países e que o Brasil deseja avançar rápido nessas negociações”.

tarifaço imposto ao Brasil faz parte da nova política da Casa Branca, inaugurada pelo presidente Donald Trump, de elevar as tarifas contra parceiros comerciais na tentativa de reverter a relativa perda de competitividade da economia dos Estados Unidos para a China nas últimas décadas.

No dia 2 de abril, Trump impôs barreiras alfandegárias a países de acordo com o tamanho do déficit que os Estados Unidos têm com cada nação. Como os EUA têm superávit com o Brasil, na ocasião, foi imposta a taxa mais baixa, de 10%. Mas, em 14 de novembro, o país norte-americano também isentou determinados produtos agrícolas brasileiros dessas tarifas recíprocas.

Já em 6 de agosto, entrou em vigor uma tarifa adicional de 40% contra o Brasil em retaliação a decisões que, segundo Trump, prejudicariam as big techs estadunidenses e em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por liderar uma tentativa de golpe de Estado.

As decisões dos EUA, de revogar parte das tarifas, foi influenciada pelo diálogo recente entre Trump e o presidente Lula, durante encontro na Malásia, em outubro, e outros contatos telefônicos que foram seguidos de negociações entre as equipes dos dois países.

O Brasil busca avançar nas tratativas para retirar novos produtos da lista de itens tarifados. Após algum alívio para o agronegócio, o governo avalia que os produtos industriais permanecem como foco de preocupação. Parte desses segmentos, especialmente bens de maior valor agregado ou fabricados sob encomenda, têm mais dificuldade para redirecionar exportações para outros mercados.

Temas não tarifários também seguem na pauta de discussão, incluindo áreas como terras rarasbig techs, energia renovável e o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata).

Crime organizado

Durante a conversa com Trump nesta terça-feira, o presidente Lula ainda falou sobre “a urgência” em reforçar a cooperação com os EUA para combater o crime organizado internacional. O brasileiro destacou as recentes operações realizadas no Brasil pelo governo federal para “asfixiar financeiramente” o crime organizado e identificou ramificações que operam a partir do exterior.

Recentemente, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também afirmou a importância de um diálogo direto para coibir crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Segundo ele, os criminosos usam o estado de Delaware, nos Estados Unidos, como paraíso fiscal para tirar ilegalmente dinheiro do Brasil e depois trazê-lo de volta “lavado”. A última operação foi de R$ 1,2 bilhão de envio para esses fundos em Delaware.

“O presidente Trump ressaltou total disposição em trabalhar junto com o Brasil e que dará todo o apoio a iniciativas conjuntas entre os dois países para enfrentar essas organizações criminosas”, diz o comunicado do Palácio do Planalto.

“Os dois presidentes concordaram em voltar a conversar em breve sobre o andamento dessas iniciativas”, acrescenta.

(*) Com informações a Agência Brasil

O post Em nova conversa com Trump, Lula defende “avanço rápido” nas negociações para o fim das tarifas apareceu primeiro em Comex do Brasil.

“Prêmio ApexBrasil–Exame Melhores dos Negócios Internacionais 2025”: a grande premiação do comércio exterior brasileiro

Evento ocorre em São Paulo na noite desta quarta-feira, dia 3

Da Redação (*)

Brasília – Nesta quarta-feira, dia 3 de dezembro, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com a revista Exame, realiza em São Paulo, a cerimônia de entrega do Prêmio ApexBrasil–Exame: Melhores dos Negócios Internacionais 2025. O evento acontece a partir das 18 horas, no Teatro B32, com a presença do presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, autoridades, empresários e empresárias.

Pelo segundo ano consecutivo, a premiação destacará iniciativas inovadoras e transformadoras que contribuíram para fortalecer a presença brasileira no mercado global. Nesta edição, foram registradas 352 inscrições distribuídas em 18 categorias (um crescimento de 71% em relação ao ano anterior).

Serviço:

*Data*: Quarta-feira, dia 3 de dezembro de 2025 —- *Horário*: 18 horas

*Local*: Teatro B32 — Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3732, São Paulo – SP

*Jornalistas interessados devem fazer o credenciamento no Link* :

https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=CEWR5Xs–Ea5jlHiOyklhowF2i1QhJNAmx6goWfQKPtUNlBOOUU2RFFRUzNJNzBZWUpEWlkwREo1Ny4u&route=shorturl

(*) Com informações da ApexBrasil

O post “Prêmio ApexBrasil–Exame Melhores dos Negócios Internacionais 2025”: a grande premiação do comércio exterior brasileiro apareceu primeiro em Comex do Brasil.

Calendário de Eventos do Turismo para dezembro tem celebrações do fim do ano e chegada do verão

O último mês do calendário chega com o espírito natalino, o início do estação mais quente do ano e as celebrações de Ano Novo. O Brasil oferece eventos de Norte a Sul para quem vai viajar neste período.

Da Redação (*)

Brasília – Com a chegada das festas de fim de ano, das férias escolares e o início do verão, o turismo brasileiro ganha força total. É tempo de reunir a família, viajar para visitar parentes distantes ou curtir as confraternizações com os amigos.

​Neste mês, o Brasil conta com uma programação diversificada que vai de feiras de artesanato e corridas de rua a espetáculos de luzes e grandes festas da virada, movimentando a economia e a cultura nas cinco regiões do país.

​Para o ministro do Turismo, Celso Sabino, o período é estratégico para o setor. “Dezembro é o mês em que o brasileiro se reencontra com suas raízes e com as belezas do nosso país. Seja para apreciar a iluminação de Natal no interior, participar de eventos esportivos ou celebrar a chegada de 2026 em nossas praias e rios, o turismo se consolida como um grande gerador de emprego e alegria neste fechamento de ciclo”, afirma.

​Confira a seleção de eventos para curtir em dezembro:

​REGIÃO NORTE

A região aposta na cultura local e nas celebrações de fim de ano integradas à natureza amazônica.
​Rota das Pedras (Marabá/PA): Evento artístico e cultural que movimenta a cidade durante todo o mês, de 1º a 30 de dezembro.
​Festival das Pastorinhas (Parintins/AM): A ilha, mundialmente famosa pelos bois-bumbás, celebra a tradição natalina e folclórica das pastorinhas no dia 21 de dezembro.
​Réveillon do Parque Anauá (Boa Vista/RR): A capital de Roraima prepara uma grande festa para a virada do ano, entre 31 de dezembro e 1º de janeiro.

​REGIÃO NORDESTE

O Nordeste mistura a fé, o esporte e o orgulho da diversidade em sua programação de dezembro.
​Picos Run (Picos/PI): Para quem gosta de unir turismo e esporte, a cidade piauiense promove sua tradicional corrida no dia 12 de dezembro.
​Salvador Orgulho (Salvador/BA): Um evento vibrante que celebra a diversidade e a cultura na capital baiana, marcado para o dia 14 de dezembro.
​Natal da Esperança (Delmiro Gouveia/AL): O sertão alagoano se ilumina para celebrar o ciclo natalino de 16 a 22 de dezembro.

​REGIÃO CENTRO-OESTE

No coração do Brasil, as águas e as luzes de Natal são os grandes atrativos para os visitantes.
​Encontro Náutico Amigos do Sucuriú (Três Lagoas/MS): O turismo náutico ganha destaque neste encontro que movimenta as águas de Mato Grosso do Sul no dia 13 de dezembro.
​Natal Luz (Rio Verde/GO): A cidade goiana se transforma com decorações e apresentações culturais, de 15 de dezembro a 05 de janeiro.
​Natal Encantado e Réveillon (Paranaitá/MT): O município mato-grossense une as celebrações de Natal e a festa da virada em uma programação que vai de 05 a 31 de dezembro.

​REGIÃO SUDESTE

A região mais populosa do país oferece desde a maior feira de artesanato do Brasil até o charme das cidades do interior e do litoral.
​Natal de Luz (Armação dos Búzios/RJ): O charmoso balneário fluminense ganha ainda mais brilho com sua decoração especial, de 1º a 31 de dezembro.
​36ª Feira Nacional de Artesanato (Belo Horizonte/MG): Um dos maiores eventos do gênero na América Latina, perfeito para compras de fim de ano. De 03 a 07 de dezembro.
​13º Guararema Cidade Natal (Guararema/SP): Conhecida por sua beleza e preocupação ecológica, a cidade paulista realiza seu tradicional evento natalino de 04 de dezembro a 04 de janeiro.

​REGIÃO SUL

O Sul do país mantém viva a tradição dos natais iluminados e das grandes festas de virada ao ar livre.
​Sinos de Natal (Flores da Cunha/RS): A Serra Gaúcha celebra a magia do Natal com cultura e tradição durante todo o mês, de 1º a 31 de dezembro.
​5º Fantástico Natal de Castro (Castro/PR): A cidade paranaense encanta moradores e turistas com sua programação festiva de 02 a 23 de dezembro.
​Virada no Lago 2026 (Fraiburgo/SC): A “Terra da Maçã” prepara um espetáculo especial para receber o ano novo, de 31 de dezembro a 1º de janeiro.
​Para conferir a lista completa e mais detalhes sobre cada atração, acesse o Calendário Nacional de Eventos do Ministério do Turismo clicando AQUI.

(*) Com informações do MTur

O post Calendário de Eventos do Turismo para dezembro tem celebrações do fim do ano e chegada do verão apareceu primeiro em Comex do Brasil.

Estudos da ApexBrasil destacam Argentina e Colômbia como parceiros  estratégicos do Brasil em comércio e investimentos

Confira os Perfis de Comércio e Investimentos Argentina e Colômbia para orientar novos negócios

Da Redação (*)

Brasília – A ApexBrasil lança os estudos Perfil de Comércio e Investimentos Argentina e Colômbia, que apresentam uma análise estratégica das relações econômicas do Brasil com dois dos principais parceiros comerciais na América Latina. Os perfis destacam oportunidades para exportações, além de informações sobre acesso a esses mercados e investimentos entre o o Brasil e os dois países vizinhos.

No que diz respeito ao mercado argentino, os principais pontos do estudo revelaram que o Brasil é o principal país exportador para a Argentina, respondendo por 23,6% do market share. Além disso, destaca-se que o Brasil lidera o mercado nos cinco principais produtos que exporta para o país, que é parceiro estratégico no Mercosul.

Somente no período janeiro-outubro de 2025, nossas exportações para a Argentina alcançaram US$ 15,8 bilhões, superando o total de 2024 e crescendo 41,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre os principais produtos exportados estão automóveis, caminhões, tratores, insumos de ferro e aço, papel e cartão, pneus e cacau. Ao todo, foi mapeada uma variedade de mais de 2.000 produtos como oportunidades comerciais.

Em relação à Colômbia, as oportunidades se destacam por ser um mercado em expansão e diversificação. Assim como a Argentina, o país também é um importante parceiro comercial do Brasil, tanto que a ApexBrasil possui 26 projetos setoriais com foco no mercado colombiano. Além disso, a Agência tem um Escritório (EA) em Bogotá desde 2012, evidenciando a importância do mercado colombiano para as empresas atendidas pela Agência.

O Brasil é o terceiro maior fornecedor da Colômbia, atrás dos Estados Unidos e da China. A Colômbia também tem o Brasil como o seu maior provedor em setores como papel e cartão e açúcares e melaços.

Para mais detalhes sobre cada um dos estudos, acesse aqui os Perfis Argentina e Colômbia.

Perfil Argentina

Perfil Colômbia

(*) Com informações da ApexBrasil

O post Estudos da ApexBrasil destacam Argentina e Colômbia como parceiros  estratégicos do Brasil em comércio e investimentos apareceu primeiro em Comex do Brasil.

A voz de Tóquio: liderança firme contra avanço autoritário chinês na Ásia 

Márcio Coimbra (*)

A ascensão de Sanae Takaichi ao cargo de primeira-ministra marca o encerramento da era da timidez diplomática do Japão. Ao declarar inequivocamente que uma agressão chinesa a Taiwan constituiria “situação de ameaça à sobrevivência” do seu país, Takaichi alinhou a política externa japonesa à dura realidade do século XXI: a segurança de Taiwan é, de fato e indissociavelmente, a segurança da Ásia. Esta postura não deve ser lida como belicismo, mas como um necessário realismo geográfico e estratégico.

A decisão da primeira-ministra de abandonar a tradicional “ambiguidade estratégica” em favor de uma “clareza tática” foi recebida com a previsível fúria de Pequim. As retaliações chinesas, que variam desde a suspensão de importações de produtos japoneses até o congelamento do turismo e uma retórica inflamada sobre ultrapassar “linhas vermelhas”, acabam por expor a fragilidade dos argumentos do vizinho comunista. Quando uma nação soberana reage a uma postura defensiva de um vizinho com coerção econômica e ameaças veladas, ela apenas valida a necessidade urgente dessa defesa. A liderança de Takaichi, ao recusar-se a ceder a essa chantagem, envia uma mensagem crucial ao mundo: o Japão não será refém de seu maior parceiro comercial quando sua existência estiver em jogo.

Essa audácia política não ocorre no vácuo, encontrando forte ressonância na renovada aliança com Washington e no apoio de uma comunidade internacional cada vez mais cautelosa com o expansionismo chinês. A comunicação direta com a Casa Branca sugere que Washington vê em Takaichi a parceira ideal para a manutenção de um “Indo-Pacífico livre e aberto”. Ao verbalizar o que muitos líderes ocidentais pensam, mas hesitam em dizer por temor econômico, o Japão assume a liderança política que condiz com seu peso global. No centro desta disputa está a recusa em aceitar a ficção diplomática de que a ilha democrática de Taiwan seria apenas uma simples província rebelde.

A análise técnica e jurídica corrobora a posição japonesa, pois Taiwan opera como um país pleno sob qualquer critério objetivo de direito internacional. A ilha preenche todos os requisitos da clássica Convenção de Montevidéu para a personalidade jurídica de um Estado: possui uma população permanente de 23 milhões de habitantes com identidade própria, detém território definido com fronteiras claras e jurisdição efetiva, é gerida por um governo democrático, funcional e autônomo que cobra impostos, emite passaportes e demonstra plena capacidade de estabelecer relações com outras nações. Ao tratar Taiwan como parceiro estratégico, Takaichi não está inventando uma nova realidade, mas apenas reconhecendo a existência de um Estado que possui suas próprias leis, forças armadas, moeda e plena autonomia.

Em última análise, a atitude de Sanae Takaichi representa um divisor de águas na geopolítica asiática. Diante das ameaças de Pequim, a resposta do Japão sob sua liderança não foi o recuo habitual, mas a firmeza baseada em princípios. Ao defender o direito de Taiwan de existir livre de coerção, a primeira-ministra defende também a ordem internacional baseada em regras, lembrando que a complacência com regimes expansionistas historicamente apenas convida a maiores agressões. O Japão posiciona-se agora não apenas como um observador ansioso, mas como um guardião ativo da liberdade e da estabilidade no Pacífico.

(*) Márcio Coimbra é CEO da Casa Política e Presidente-Executivo do Instituto Monitor da Democracia. Conselheiro e Diretor de Relações Internacionais da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig). Mestre em Ação Política pela Universidad Rey Juan Carlos (2007). Ex-Diretor da Apex-Brasil e do Senado Federal.

 

O post A voz de Tóquio: liderança firme contra avanço autoritário chinês na Ásia  apareceu primeiro em Comex do Brasil.

Tarifaço de Trump: decisão americana anima empresas mas clima nas relações com os EUA para 2026 é marcado por incertezas

Da Redação

Brasília – O Encontro Empresarial BR–US, realizado pela Amcham na terça-feira (25), marcou um ponto relevante na relação comercial entre os dois países em um ano que se tornou o mais desafiador da década. Após meses de tensões provocadas pelas sobretaxas aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o setor privado avalia que o ambiente começa a mostrar sinais consistentes de melhora — embora persistam incertezas e negociações ainda em curso.

Na abertura, o presidente da Amcham, Abrão Neto, destacou que a eliminação das sobretaxas de 50% para um conjunto expressivo de produtos agroindustriais trouxe “um alívio importante” para segmentos que exportam cerca de US$ 4 bilhões ao mercado americano. Ele reforçou, no entanto, que aproximadamente 37% das exportações brasileiras ainda enfrentam tarifas de 40% a 50%, um patamar mais realista sobre o que resta a ser negociado e que demonstra o tamanho do desafio para a competitividade e previsibilidade das empresas.

As discussões refletiram uma percepção convergente entre especialistas, autoridades e lideranças empresariais: o momento é de avanço, mas a resolução completa do tema tarifário está diretamente condicionada ao calendário eleitoral de 2026 no Brasil e nos Estados Unidos e a renegociação do acordo com Canadá e México. “É importante aproveitar essa janela de oportunidade”, afirmou Neto, observando que o próximo ano tende a concentrar a atenção doméstica dos dois países, exigindo progressos ainda em 2025 e no início de 2026.

Solução antes das eleições de meio de mandato

O embaixador Roberto Azevêdo, ex-diretor da OMC, reforçou que a questão tarifária precisa avançar antes de o ciclo eleitoral americano ganhar força. “O horizonte de tempo é curto”, disse, defendendo que os próximos meses sejam utilizados para consolidar entendimentos.

O governo brasileiro também enfatizou a urgência. A secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, afirmou que o país tem “pressa” em buscar novas exclusões tarifárias e reduzir alíquotas. Ela observou ainda que existe uma agenda de temas de interesse mútuo que pode ampliar a cooperação entre Brasil e Estados Unidos ao mesmo tempo em que melhora o ambiente de negócios doméstico. Entre eles, destacou propriedade intelectual, citada como exemplo de área capaz de gerar avanços de “ganho recíproco” para os dois países e destravar etapas importantes da negociação comercial.

Na análise dos setores afetados, ficou claro que, embora ainda existam itens do agro — como pescado e mel — sujeitos às sobretaxas, a imensa maioria dos produtos remanescentes é composta por bens industrializados. Esse é hoje o principal foco de atenção: trata-se de segmentos de maior valor agregado, fortemente conectados a cadeias produtivas longas e intensivos em emprego no Brasil. As entidades industriais relataram impactos significativos. A Abimaq apontou queda de 42% nas exportações de máquinas e equipamentos em outubro, enquanto a CNI destacou a dependência elevada de segmentos como metalurgia em relação ao mercado americano.

No campo das possibilidades de convergência, foram discutidos temas que podem compor soluções equilibradas para ambos os países. Abrão Neto mencionou oportunidades em minerais críticos, lembrando que os Estados Unidos buscam diversificar fornecedores e que o Brasil possui reservas significativas, potencial industrial e necessidade de investimentos para avançar em processamento e beneficiamento. Outras áreas citadas incluem cooperação energética e reforço em propriedade intelectual — temas com potencial de compor uma agenda positiva e pragmática.

O encontro ainda ofereceu aos participantes um panorama sobre o Plano Brasil Soberano e como ele pode ajudar empresas impactadas, diretamente com a área de Comércio Exterior do BNDES. Além disso, a EY apresentou possibilidades de planejamento tributário e aduaneiro que podem, temporariamente, trazer competitividade às empresas.

A avaliação final do encontro foi de que houve progresso relevante, melhoria no ambiente político e técnica nas conversas, mas com a consciência de que a janela para avançar é limitada. O setor privado permanece mobilizado e atento à evolução das negociações, reforçando a importância de uma solução abrangente que reduza incertezas, preserve competitividade e ofereça estabilidade ao comércio bilateral.

O post Tarifaço de Trump: decisão americana anima empresas mas clima nas relações com os EUA para 2026 é marcado por incertezas apareceu primeiro em Comex do Brasil.

Tarifaço de Trump: decisão americana anima empresas mas clima nas relações com os EUA para 2026 é marcado por incertezas

 Eliminação de tarifas pelos EUA traz “alívio importante”, mas 37% das exportações seguem enfrentando problemas, diz CEO da Amcham

Da Redação (*)

Brasília – O Encontro Empresarial BR–US, realizado pela Amcham na terça-feira (25), marcou um ponto relevante na relação comercial entre os dois países em um ano que se tornou o mais desafiador da década. Após meses de tensões provocadas pelas sobretaxas aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o setor privado avalia que o ambiente começa a mostrar sinais consistentes de melhora — embora persistam incertezas e negociações ainda em curso.

Na abertura, o presidente da Amcham, Abrão Neto, destacou que a eliminação das sobretaxas de 50% para um conjunto expressivo de produtos agroindustriais trouxe “um alívio importante” para segmentos que exportam cerca de US$ 4 bilhões ao mercado americano. Ele reforçou, no entanto, que aproximadamente 37% das exportações brasileiras ainda enfrentam tarifas de 40% a 50%, um patamar mais realista sobre o que resta a ser negociado e que demonstra o tamanho do desafio para a competitividade e previsibilidade das empresas.

As discussões refletiram uma percepção convergente entre especialistas, autoridades e lideranças empresariais: o momento é de avanço, mas a resolução completa do tema tarifário está diretamente condicionada ao calendário eleitoral de 2026 no Brasil e nos Estados Unidos e a renegociação do acordo com Canadá e México. “É importante aproveitar essa janela de oportunidade”, afirmou Neto, observando que o próximo ano tende a concentrar a atenção doméstica dos dois países, exigindo progressos ainda em 2025 e no início de 2026.

O embaixador Roberto Azevêdo, ex-diretor da OMC, reforçou que a questão tarifária precisa avançar antes de o ciclo eleitoral americano ganhar força. “O horizonte de tempo é curto”, disse, defendendo que os próximos meses sejam utilizados para consolidar entendimentos.

O governo brasileiro também enfatizou a urgência. A secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, afirmou que o país tem “pressa” em buscar novas exclusões tarifárias e reduzir alíquotas. Ela observou ainda que existe uma agenda de temas de interesse mútuo que pode ampliar a cooperação entre Brasil e Estados Unidos ao mesmo tempo em que melhora o ambiente de negócios doméstico. Entre eles, destacou propriedade intelectual, citada como exemplo de área capaz de gerar avanços de “ganho recíproco” para os dois países e destravar etapas importantes da negociação comercial.

Alívio no agro e apreensão na indústria

Na análise dos setores afetados, ficou claro que, embora ainda existam itens do agro — como pescado e mel — sujeitos às sobretaxas, a imensa maioria dos produtos remanescentes é composta por bens industrializados. Esse é hoje o principal foco de atenção: trata-se de segmentos de maior valor agregado, fortemente conectados a cadeias produtivas longas e intensivos em emprego no Brasil. As entidades industriais relataram impactos significativos. A Abimaq apontou queda de 42% nas exportações de máquinas e equipamentos em outubro, enquanto a CNI destacou a dependência elevada de segmentos como metalurgia em relação ao mercado americano.

No campo das possibilidades de convergência, foram discutidos temas que podem compor soluções equilibradas para ambos os países. Abrão Neto mencionou oportunidades em minerais críticos, lembrando que os Estados Unidos buscam diversificar fornecedores e que o Brasil possui reservas significativas, potencial industrial e necessidade de investimentos para avançar em processamento e beneficiamento. Outras áreas citadas incluem cooperação energética e reforço em propriedade intelectual — temas com potencial de compor uma agenda positiva e pragmática.

O encontro ainda ofereceu aos participantes um panorama sobre o Plano Brasil Soberano e como ele pode ajudar empresas impactadas, diretamente com a área de Comércio Exterior do BNDES. Além disso, a EY apresentou possibilidades de planejamento tributário e aduaneiro que podem, temporariamente, trazer competitividade às empresas.

A avaliação final do encontro foi de que houve progresso relevante, melhoria no ambiente político e técnica nas conversas, mas com a consciência de que a janela para avançar é limitada. O setor privado permanece mobilizado e atento à evolução das negociações, reforçando a importância de uma solução abrangente que reduza incertezas, preserve competitividade e ofereça estabilidade ao comércio bilateral.

O post Tarifaço de Trump: decisão americana anima empresas mas clima nas relações com os EUA para 2026 é marcado por incertezas apareceu primeiro em Comex do Brasil.

📍

Prêmio ApexBrasil e revista EXAME destaca empresas com impacto global e presença no cenário internacional

 

Da Redação (*)

Brasília – Pelo segundo ano consecutivo, a ApexBrasil e a EXAME se unem para reconhecer as empresas que geram impacto global e se destacam no cenário internacional, com o objetivo de reconhecer e celebrar as organizações que mais têm impulsionado o Brasil no mundo.

Serão premiadas as empresas, cooperativas, startups, comerciais exportadoras, entidades dos setores, fundos de participação e sociedades de investimentos que mais se destacaram com iniciativas transformadoras para o fortalecimento da posição do Brasil no mercado internacional.

CORREALIZAÇÃO: ApexBrasil e EXAME

APOIO: ApexBrasil e EXAME

PRÊMIO APEXBRASIL + EXAME

MELHORES  DOS NEGÓCIOS INTERNACIONAIS 2025

Celebrando as organizações que mais têm impulsionado o Brasil no mundo

Cerimônia de premiação

03 de Dezembro de 2025 as 18h

📍Local: Teatro B32 – R. Lício Nogueira, 92 – Itaim Bibi, São Paulo – SP, 04543-060

CATEGORIAS

CATEGORIA 1 – EMPRESA EXPORTADORA DO ANO – Micro, Pequenas ou Médias Empresas

Homenagear a empresa brasileira exportadora, classificada como Microempresa (ME), Empresa de Pequeno Porte (EEP) ou Empresa de Médio Porte (EMP), que seja cliente ApexBrasil, e que tenha se destacado em seu processo de internacionalização.

Não haverá inscrição para esta categoria.

CATEGORIA 2 – EMPRESA EXPORTADORA DO ANO – Grandes Empresas

Homenagear a empresa brasileira exportadora, classificada como Empresa de Grande Porte (EGP) que seja cliente ApexBrasil e que  tenha mais se destacado em seu processo de internacionalização.

Não haverá inscrição para esta categoria.

CATEGORIA 3 – PROMOÇÃO DA SOCIOBIODIVERSIDADE:

Reconhece empresas exportadoras que adotam práticas inovadoras de sustentabilidade ambiental e social, promovendo o conhecimento cultural das populações tradicionais e o desenvolvimento das comunidades locais.

CATEGORIA 4 – DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Destaca empresas que impactam positivamente o desenvolvimento econômico, social e ambiental das regiões Norte e Nordeste, a partir da atividade exportadora.

CATEGORIA 5 – LIDERANÇA E DIVERSIDADE

Reconhece empresas exportadoras que adotam o compromisso público com a diversidade e a inclusão em sua liderança, promovendo a equidade de oportunidades e a valorização de grupos historicamente sub-representados.

CATEGORIA 6 – COOPERATIVISMO

Reconhece a cooperativa que mais se destacou na promoção da inclusão produtiva, geração de renda e desenvolvimento sustentável por meio da atividade exportadora, com impacto positivo nas comunidades envolvidas.

CATEGORIA 7 – INDÚSTRIA – Micro, Pequenas ou Médias Empresas

Reconhece empresas do setor industrial, classificadas como Microempresa (ME), Empresa de Pequeno Porte (EEP) ou Empresa de Médio Porte (EMP), que adotaram estratégias e iniciativas impactantes para melhorar seu desempenho exportador, expandindo mercados e parcerias.

CATEGORIA 8 – INDÚSTRIA – Grandes Empresas

Reconhece empresas do setor industrial,  classificadas como Empresa de Grande Porte (EGP), que adotaram estratégias e iniciativas impactantes para melhorar seu desempenho exportador, expandindo mercados e parcerias.

CATEGORIA 9 – COMERCIAIS EXPORTADORAS

Reconhece comerciais exportadoras, cujas estratégias, iniciativas ou projetos tenham gerado impacto significativo no desempenho exportador

CATEGORIA 10 – SERVIÇOS – Micro, Pequenas ou Médias Empresas

Reconhece empresas do setor de serviços, classificadas como Microempresa (ME), Empresa de Pequeno Porte (EEP) ou Empresa de Médio Porte (EMP), que adotaram estratégias e iniciativas impactantes para melhorar o seu desempenho exportador, expandindo a sua presença internacional.

CATEGORIA 11 – SERVIÇOS – Grandes Empresas

Reconhece empresas do setor de serviços, classificadas como Empresa de Grande Porte (EGP), que adotaram estratégias e iniciativas impactantes para melhorar o seu desempenho exportador, expandindo a sua presença internacional.

CATEGORIA 12 – AGRO – Micro, Pequenas ou Médias Empresa

Reconhece empresas do setor de alimentos, bebidas e agronegócios, classificadas como Microempresa (ME), Empresa de Pequeno Porte (EEP) ou Empresa de Médio Porte (EMP), que adotaram estratégias e iniciativas impactantes para melhorar o seu desempenho exportador, expandindo a sua presença internacional.

CATEGORIA 13 – AGRO – Grandes Empresas

Reconhece empresas do setor de alimentos, bebidas e agronegócios, classificadas como Empresa de Grande Porte (EGP), que adotaram estratégias e iniciativas impactantes para melhorar o seu desempenho exportador, expandindo a sua presença internacional.

CATEGORIA 14 – PROMOÇÃO DIGITAL

Destaca empresas que utilizaram soluções digitais para impulsionar as suas exportações, melhorando o posicionamento de marca no exterior através de estratégias digitais inovadoras.

CATEGORIA 15 – STARTUP

Destaca startups que combinam inovação, sustentabilidade e impacto econômico e social, demonstrando adaptação e crescimento internacional.

CATEGORIA 16 – INVESTIMENTO ESTRANGEIRO

Destaca empresas, com operação no Brasil, que investiu recursos estrangeiros no Brasil ou recebeu investimento estrangeiro direto, cujos investimentos tenham gerado impacto positivo econômico e social.

CATEGORIA 17 – DESTAQUE PROJETO SETORIAL AGRO

Reconhece o projeto setorial de alimentos, bebidas ou agronegócio, que melhor articulou ações de promoção comercial e fortalecimento da imagem do setor no exterior, com foco em resultados concretos de internacionalização, diversificação de empresas atendidas, sustentabilidade e abertura de novos mercados.

CATEGORIA 18 – DESTAQUE PROJETO SETORIAL INDÚSTRIA E SERVIÇOS

Reconhece o projeto setorial de indústria ou serviços, que melhor articulou ações de promoção comercial e fortalecimento da imagem do setor no exterior, com foco em resultados concretos de internacionalização, diversificação de empresas atendidas, sustentabilidade e abertura de novos merca

Categoria exclusiva para entidades setoriais

(*) Com informações da ApexBrasil

 

O post Prêmio ApexBrasil e revista EXAME destaca empresas com impacto global e presença no cenário internacional apareceu primeiro em Comex do Brasil.