A importância da rastreabilidade na consolidação das exportações brasileiras

Brasília – Anualmente, diversos produtos brasileiros são exportados para o exterior. A quantidade de itens varia entre alimentos, móveis, calçados, equipamentos de indústria, entre outras áreas de atuação da economia. Não faltam motivos para enviar para outros países o que é produzido por aqui, mas um dos principais, trata-se da rentabilidade que a venda gerada em dólar ou euro pode render às empresas do Brasil.

Para quem pretende iniciar a exportar seus produtos para destinos internacionais, um dos principais pontos de atenção se refere ao rastreio da carga. E neste texto, você vai entender por que é importante garantir rastreabilidade no envio.

Dados da exportação brasileira

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, dados consolidados  de 2024 indicam que óleos brutos de petróleo estão entre os itens mais exportados do Brasil, gerando mais de US$ 44,8 bilhões. Na segunda posição aparece o envio de soja, enquanto em terceiro está o minério de ferro, em quarto os açúcares, e em quinto lugar, os óleos combustíveis de petróleo.

Como exportar com o rastreio correto

Para empresas do ramo de alimentos, a rastreabilidade se torna fundamental para garantir a segurança alimentar e a saúde dos consumidores. Os exportadores precisam atender às exigências legais dos países que compram a carga, como por exemplo as nações da União Europeia, levando acesso a diferentes mercados.

Os exportadores precisam estar com uma documentação completa e precisa, com o rastreio que vai desde a origem do produto ou equipamento a ser exportado, até o momento em que chega ao consumidor final. É importante ter dados sobre todo o processo de desenvolvimento da carga enviada.

Pensando nisso, a área da segurança se torna essencial no ramo da exportação. Independente do seu ramo de atuação, um investimento necessário é para a aquisição de um sistema de controle de acesso, projetado para a entrada e saída de pessoas de maneira inteligente, para que apenas a equipe de colaboradores tenha acesso ao ambiente de trabalho. Além disso, este equipamento permite a integração com vídeo e outros sistemas, garantindo mais visibilidade e controle em toda a área de segurança das empresas.

Ainda se tratando da parte de segurança e tecnologia, existem outros instrumentos conectados à inteligência artificial e blockchain que devem ser priorizados, com o objetivo de realizar a coleta e o gerenciamento de dados de toda a produção. Isso permite que a sua carga siga as orientações internacionais.

Garantindo credibilidade

Empresas que exportam com toda a rastreabilidade adequada acabam se destacando no comércio global. Além disso, contribuem com o fortalecimento da imagem do Brasil como um país confiável no envio de produtos. Outro bom motivo é que, mesmo em situações de crise, um negócio que exporta pode manter sua boa reputação através do rastreio de carga, desde que aja de forma adequada com ações como recalls.

Quem exporta e prioriza o rastreio completo de carga também consegue garantir um importante diferencial competitivo no mercado internacional, de modo a agregar valor ao seu produto, através da valorização de itens feitos com qualidade.

Um produto exportado com o devido rastreio pode trazer mais um diferencial se atender a demandas sustentáveis. Hoje em dia, tem aumentado o público que se interessa por itens que não causam problemas no clima, desmatamento ou outros problemas no meio ambiente. E se sua empresa tem práticas que respeitam o meio ambiente, com a rastreabilidade sua reputação também pode aumentar.

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Uma cidade, três dias: descubra Bursa, na Turquia; sua história, cultura e suas belezas naturais

A uma curta viagem de Istambul, Bursa oferece a combinação ideal de espiritualidade, patrimônio histórico e bem-estar

Da Redação (*)

Brasilia – Aos pés das montanhas Uludağ, Bursa é uma cidade repleta de história, cultura e beleza natural, onde o antigo e o moderno se encontram de forma única. Poucas horas de Istambul (apenas 190 km de distância), esse destino convida os viajantes a conhecerem um rico patrimônio Otomano, uma vibrante vida cultural e seus tradicionais banhos termais.

Capital original do Império Otomano, Bursa continua sendo uma das cidades mais fascinantes da Turquia – ideal para um roteiro de três dias que combina espiritualidade, cultura e bem-estar.

Dia 1: o esplendor arquitetônico de Bursa

O amanhecer em Bursa é especial; banhada em tons de dourado pelo sol que surge atrás das montanhas Uludağ, que desperta lentamente. O ponto de partida é a imponente Grande Mesquita (Ulu Cami), construída no século XIV, e um marco da arquitetura otomana.

Ao entrar, o silêncio, os ecos das orações e os detalhes da caligrafia, que recobrem as paredes, criam uma atmosfera de respeito e contemplação. O Mihrab monumental e os azulejos que adornam o interior costumam encantar os visitantes.

A poucos minutos dali está a Cidadela de Bursa (Hisar). Suas muralhas, erguidas no período bizantino e reforçadas pelos Otomanos, oferecem uma vista privilegiada da cidade. Caminhar por seus muros é como viajar no tempo. Ainda na região, a Mesquita Verde (Yesil Cami) é um verdadeiro refúgio de paz. Construída no século XV, é famosa pelos azulejos verdes e turquesa que iluminam o espaço em contraste com a luz natural que entra pelas janelas.

Dia 2: relaxamento e descobertas culturais

A segunda manhã em Bursa começa no Museu da Cidade. Instalado em um edifício do século XIX cuidadosamente restaurado, seu acervo inclui desde tecidos de seda até ferramentas antigas, traçando um panorama da importância de Bursa como centro da indústria da seda e berço do Império Otomano.

Depois da imersão cultural, é hora de relaxar nos famosos banhos termais da cidade, cujas águas minerais são conhecidas desde os tempos romanos. Os Hammams oferecem uma experiência de bem-estar única, perfeita para revitalizar corpo e A mente.

Dia 3: a alma de Bursa

O terceiro é dedicado ao Grande Bazar de Bursa, um dos mais antigos e maiores da Turquia, datado do século XV. Suas vielas cobertas abrigam uma infinidade de lojas onde se encontram tapetes, especiarias, joias e os tão famosos e cobiçados lenços seda de Bursa, proporcionando uma experiência de compra autêntica.

Para encerrar, nada melhor do que subir novamente às montanhas Uludağ, com um rápido passeio no teleférico que transporta os visitantes a um cenário de florestas exuberantes e picos nevados. O contraste com a agitação urbana é marcante, e a tranquilidade das montanhas convida à contemplação. E, em falar em neve, este é um dos destinos mais requisitados para os amantes de esportes de neve como o esqui e o snowboard – tendo aqui um local repleto de entretenimento, hotelaria típica e outros atrativos dedicados especificamente aos simpatizantes desta fria estação (muito procurada entre os meses de dezembro a março).

Como chegar a Bursa a partir de São Paulo

Turkish Airlines, reconhecida pelo Guinness World Record® como a companhia aérea que voa para mais destinos no mundo, conecta o Brasil à Turquia com voos diretos de São Paulo (GRU) para Istambul (IST), operados diariamente.

Ao desembarcar na Turquia, os viajantes podem aproveitar para explorar Istambul antes de seguir para Bursa, seja em um voo doméstico da própria Turkish Airlines, seja por outros meios de transporte como ônibus, trem ou transfer privado.

(*) Com informações da Turkish Airlines

 

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Inovaçao no Comex: novo marco do Portal Único impulsiona a modernização do comércio exterior

Etapa da transição integra os controles do Mapa e amplia a padronização dos procedimentos administrativos

Da Redação (*)

Brasília – Dezembro se consolidou como um mês de virada para o comércio exterior brasileiro. O Portal Único deu mais um passo relevante ao avançar na transição para um modelo mais simples, integrado e eficiente de controle das operações de importação e exportação no país.

Nessa etapa, foram migrados para o Portal Único, por meio da Declaração Única de Importação (Duimp), novos tipos de operações que antes eram realizados pelo antigo módulo de Licença de Importação e Declaração de Importação (LI/DI), instrumentos utilizados no modelo anterior, conforme o cronograma oficial divulgado no Siscomex, o Sistema Integrado de Comércio Exterior do governo federal.

Ao mesmo tempo, todos os modelos de LPCOs, que abrangem licenças, permissões, certificados e outros documentos exigidos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), foram integrados ao Novo Portal Único. Com isso, o Tratamento Administrativo conduzido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) passa a ser realizado de forma praticamente integral dentro da nova plataforma.

O vice-presidente da República e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, destacou que as iniciativas modernizam a forma como o Brasil importa e refletem o compromisso do governo federal com a execução do cronograma de transição para o novo modelo do comércio exterior, de forma segura, gradual e planejada.

Guichê único do comércio exterior

“É mais um marco na transformação do comércio exterior brasileiro, com benefícios para o setor público, para as empresas e para a sociedade. O Portal Único se consolida como o guichê único do comércio exterior brasileiro, trazendo mais segurança e agilidade e menos burocracia para todos os operadores”, afirmou Alckmin.

Na prática, a mudança significa menos sistemas distintos, maior integração entre os órgãos públicos e regras mais padronizadas para quem opera no comércio exterior. A centralização das autorizações, a troca automática de informações e a uniformização dos procedimentos geram ganhos diretos de eficiência, reduzem incertezas e custos e tornam os processos mais previsíveis para empresas e operadores logísticos.

O avanço também melhora a comunicação entre os sistemas governamentais, diminui retrabalhos e contribui para um ambiente de negócios mais transparente, moderno e alinhado às boas práticas internacionais de facilitação do comércio.

A etapa, observadas as exceções estabelecidas, incluiu ainda o desligamento de operações específicas do modelo antigo. Entre elas estão aquelas relacionadas ao regime de Drawback Suspensão, que permite a suspensão de tributos para insumos usados na produção de bens exportados, quando realizadas no modal de transporte marítimo. Da mesma forma, as operações dos regimes Recof e Repetro, utilizados por setores industriais e de petróleo e gás, foram descontinuadas no modal de transporte aéreo. Também foram desativadas as operações sob controle do Decex que envolvem importação de material usado e exame de similaridade, tanto no transporte marítimo quanto no aéreo.

Maior integração

O Portal Único de Comércio Exterior é uma iniciativa do governo federal voltada à redução da burocracia, do tempo e dos custos nas exportações e importações brasileiras. Implementado de forma modular desde 2014, o sistema substitui gradualmente o antigo Siscomex, já processa 100 por cento das exportações e passa a contemplar também as importações.

A adoção da Duimp e de novas tecnologias desenvolvidas com o apoio do Serpro amplia a integração entre órgãos públicos e privados, permite o preenchimento único de informações, agiliza fiscalizações e pagamentos e reduz em até 99 por cento o uso de papel, tornando os processos mais rápidos, transparentes e previsíveis, com ganhos diretos de eficiência e competitividade para o comércio exterior brasileiro.

(*) Com informações do MDIC

 

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Investir para competir: o desafio inadiável da indústria brasileira

Fernando Valente Pimentel (*)

Um estudo elaborado pelo Departamento de Economia da Fiesp, divulgado em setembro de 2023 e baseado em dados da PIA/IBGE, permanece extremamente atual para se compreender o momento crítico vivido pela indústria de transformação brasileira. Suas conclusões ajudam a iluminar uma realidade conhecida do setor produtivo: o País convive há anos com um nível de investimento insuficiente para renovar seu parque industrial, sustentar ganhos de produtividade e preservar competitividade no médio e longo prazo.

Os investimentos industriais seguem próximos aos patamares observados em meados dos anos 2000 e mantêm comportamento fortemente pró-cíclico, sensível a choques macroeconômicos e a ambientes prolongados de incerteza. Além disso, houve mudança relevante em sua composição, com menor intensidade na aquisição de máquinas e equipamentos, justamente o componente que moderniza o parque produtivo, viabiliza saltos tecnológicos e sustenta ganhos estruturais de eficiência.

O dado mais preocupante é a trajetória do estoque de capital industrial, indicador que traduz a capacidade produtiva efetiva do País. Após um crescimento moderado até meados da década passada, o Brasil passou a registrar, desde 2015, um processo contínuo de retração desse estoque. Na prática, isso significa um parque industrial que envelhece, se deprecia e perde densidade tecnológica, acumulando um passivo que compromete diretamente o futuro da produtividade.

Ainda assim, é fundamental reconhecer um ponto muitas vezes ignorado no debate público: a indústria brasileira não deixou de investir. Mesmo operando com níveis de investimento inferiores aos necessários para uma renovação plena do capital, o setor segue alocando recursos, mantendo operações, modernizando processos de modo incremental e disputando mercados, dentro do nosso próprio país e no exterior, com vários concorrentes internacionais altamente subsidiados e tecnologicamente avançados.

Essa disputa ocorre em condições assimétricas. Enquanto competidores globais operam com crédito abundante, juros baixos, políticas industriais agressivas e proteção estratégica de suas cadeias produtivas, a indústria brasileira enfrenta um dos mais altos custos de capital do mundo, elevada volatilidade cambial e um ambiente de negócios ainda marcado por incertezas. Em setores como o têxtil e de confecção, por exemplo, cerca de 80% dos investimentos em máquinas e equipamentos são de origem importada, o que amplia muito o risco cambial e encarece decisões de modernização.

O próprio estudo da Fiesp evidencia que investimentos, produtividade e escala caminham juntos. Sem renovação de máquinas, digitalização de processos e incorporação de novas tecnologias, o setor manufatureiro perde competitividade de maneira quase inevitável. O hiato de produtividade é expressivo: embora o potencial da indústria brasileira permita alcançar cerca de 55% da produtividade da norte-americana (nível de 1970), o patamar efetivo permanece próximo de apenas 20%. É um reflexo direto de décadas de subinvestimento.

Para recolocar o País em uma trajetória sustentável de crescimento, o levantamento aponta a necessidade de investimentos industriais da ordem de 4,6% do PIB ao ano por um período prolongado. Hoje, esse índice gira em torno de 2,6%, nível insuficiente até mesmo para repor a depreciação natural do capital. Essa distância entre o investimento necessário e o realizado reforça a urgência de uma resposta nacional estruturada.

​O custo de capital ocupa posição central nesse desafio. Nenhum empresário amplia capacidade produtiva de modo consistente convivendo com juros reais elevados por longos períodos, como os que o Brasil ainda pratica. Mesmo com a inflação em processo de convergência, as taxas reais seguem em patamar incompatível com a rentabilidade típica das atividades industriais, desestimulando decisões de longo prazo.

É verdade que houve avanços recentes, como a reforma tributária sobre o consumo, cujos efeitos vão aparecer em cerca de sete anos, a Nova Indústria Brasil (NIB), os mecanismos de depreciação acelerada e programas de estímulo à produtividade. Cabe salientar, ainda, o empenho do BNDES e da Finep na liberação de crédito mais favorável para o setor, como a Linha Indústria 4.0, lançada recentemente, com recursos das duas instituições, de R$ 10 bilhões e R$ 2 bilhões, respectivamente.

São passos importantes, mas ainda insuficientes diante da magnitude do desafio. O mundo vive uma nova onda de políticas industriais, liderada por Estados Unidos, China e União Europeia, com forte foco em reindustrialização, inovação, transição energética e digitalização. O Brasil não pode dar-se ao luxo de ficar à margem desse movimento.

As eleições de 2026 oferecem uma oportunidade decisiva para reforçar a posição da indústria no centro da estratégia de desenvolvimento. É fundamental que os programas de governo dos candidatos à presidência da República assumam compromissos claros com a modernização do parque produtivo nacional, incluindo a redução estrutural do custo de capital, mecanismos estáveis de financiamento competitivo, instrumentos de mitigação de risco cambial, políticas robustas de digitalização industrial, qualificação de pessoas, inovação, sustentabilidade e fortalecimento das cadeias produtivas.

A indústria brasileira segue competindo, investindo e gerando valor, mesmo em condições adversas. Por isso, é imperativo acelerar a marcha dos aportes de recursos em bens de capital, processos, tecnologia e pessoas. Sem investimento consistente, contínuo e orientado à inovação, não há futuro industrial possível. O momento exige visão estratégica e coragem para reposicionar o setor como ativo central do crescimento, geração de empregos qualificados e prosperidade nacional.

(*) Fernando Valente Pimentel é o diretor-superintendente e presidente emérito da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Viagens corporativas mantêm crescimento e reforçam papel estratégico do turismo de negócios no Brasil

Entre janeiro e novembro deste ano, o setor movimentou R$ 12,7 bilhões, de acordo com o estudo mensal da Abracorp

Da Redação (*)

Brasília – O mercado de viagens corporativas segue apresentando desempenho positivo no acumulado de 2025, consolidando o turismo de negócios como um dos vetores de dinamização da atividade turística no país. Entre janeiro e novembro deste ano, o setor movimentou R$ 12,7 bilhões, crescimento de 0,3% em relação ao mesmo período de 2024, de acordo com o estudo mensal da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), que acompanha o comportamento de 11 segmentos do mercado.

Somente no mês de novembro, o faturamento do setor alcançou R$ 1,11 bilhão, com movimentos distintos entre os principais produtos que compõem as viagens corporativas. Os Serviços Aéreos permaneceram como o principal segmento, somando R$ 611,3 milhões no período e concentrando 55% do faturamento total, o que evidencia a relevância do transporte aéreo para a conectividade e a competitividade dos destinos brasileiros.

A hotelaria apresentou crescimento expressivo de 16,39% em novembro, avançando de R$ 310,7 milhões para R$ 361,6 milhões. Com esse resultado, o segmento ampliou sua participação no total de despesas, passando de 26,39% para 32,53%, o que reforça a importância da hospedagem na estrutura de custos das viagens corporativas e indica maior tempo de permanência e investimento em serviços nos destinos.

Outro destaque do mês foi o segmento de Cruzeiros, que registrou o maior crescimento percentual, com alta de 236,59%, saltando de R$ 144,4 mil para R$ 486,2 mil. Já o transporte Rodoviário manteve desempenho estável, totalizando R$ 5,18 milhões, praticamente em linha com o resultado do mesmo período anterior. O modal segue sendo um importante meio de deslocamento, especialmente em viagens regionais e de curta distância.

Os dados da Abracorp indicam que, apesar das oscilações mensais, o mercado de viagens corporativas mantém trajetória de crescimento em 2025, sustentado pelo desempenho acumulado no ano e pela expansão do transporte aéreo, da hotelaria e dos modais terrestres. O cenário abre espaço para novas estratégias, investimentos e oportunidades em toda a cadeia do turismo, fortalecendo o papel do setor como indutor do desenvolvimento econômico e da geração de negócios no Brasil.

(*) Com informações do MTur

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Brasil alcança marca histórica de 9 milhões de turistas estrangeiros em 2025. Em 2024 foram 6,77 milhões de visitantes internacionais

Da Redação (*)

Brasília – A poucos dias de fechar o ano, o Brasil já registrou a chegada de 9 milhões de turistas estrangeiros em 2025. Recorde histórico, o número supera em 30% a previsão para este ano, que era de 6,9 milhões, segundo o Plano Nacional de Turismo (PNT) 2024-2027. O marco foi celebrado pela Agência com uma ação realizada nesta sexta-feira (19), no Turistômetro do Rio de Janeiro (RJ), na orla de Copacabana.

A comemoração foi comandada pelo presidente da Embratur, Marcelo Freixo, e contou com a presença de pequenos empresários do setor do turismo, diretamente impactados com os números alcançados. Além disso, ritmistas da Escola de Samba Mangueira deram som e ritmo ao momento histórico.

Na oportunidade, Freixo apresentou as projeções de crescimento do turismo no Rio de Janeiro em 2026, com dados sobre o aumento de emissão de passagens para a capital fluminense no verão de 2026, e também da malha aérea internacional que chega ao Aeroporto do Galeão.

Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, esse resultado é fruto de um trabalho consistente de promoção internacional do Brasil, de reposicionamento da nossa imagem no exterior e de uma atuação estratégica junto ao trade e aos mercados prioritários.

“Alcançar a marca de 9 milhões de turistas internacionais em 2025 mostra que o Brasil voltou definitivamente ao mapa do turismo mundial. É um número histórico, que gera emprego, renda e desenvolvimento em todas as regiões do país, além de reforçar o turismo como uma das grandes alavancas da nossa economia”, destacou Freixo.

“Chegar a 9 milhões de turistas internacionais no Brasil é mais do que um recorde, é um sinal de confiança no destino Brasil. E realizar a cerimônia na Orla de Copacabana reforça o papel do Rio como palco internacional desse movimento. A Orla Rio tem orgulho de contribuir para essa entrega com serviços que elevam a experiência do visitante e também do carioca. Esse marco fortalece a agenda de colaboração entre poder público e iniciativa privada e aumenta ainda mais nossa responsabilidade com qualidade, sustentabilidade e excelência na orla”, afirmou João Marcello Barreto, presidente da Orla Rio.

Turistômetros

Os Turistômetros do Rio e de Brasília foram inaugurados no último 24 de novembro, quando o país atingiu o total de 8 milhões de turistas internacionais. Junto ao contador digital, foi lançada a campanha nacional com o tema “O recorde no turismo estrangeiro é o orgulho de um país inteiro”. As peças da campanha contam histórias de pessoas reais, que trabalham em diferentes atividades do setor turístico no Brasil, destacando o impacto do turismo internacional para o desenvolvimento social e para a economia do país, gerando emprego e renda para milhares de famílias.

Principais emissores

Em 2025, a Argentina se destacou como o maior país emissor de turistas para o Brasil. Em 11 meses, os destinos brasileiros registraram a chegada de 3,1 milhões de hermanos, total 82,1% maior que no mesmo período de 2024. O segundo lugar entre os maiores emissores fica com o Chile, com 721.497 entradas entre janeiro e novembro de 2025. Em termos percentuais, o registro aponta um crescimento de 24,4%. Em terceiro lugar estão os Estados Unidos, com 677.888 chegadas e crescimento de 5,8%, seguido pelo Uruguai, com 487.514 turistas e 37,2% de aumento em relação ao período de janeiro a novembro de 2024. Na quinta posição está o Paraguai, com 454.327 desembarques estrangeiros, aumento de 14,4%.

Portões de entrada

São Paulo se manteve como o estado brasileiro que mais recebeu turistas internacionais em 2025, com quase 2,5 milhões (2.494.632) de chegadas de janeiro a novembro de 2025. O Rio de Janeiro vem logo depois, com 1.972.928 de turistas estrangeiros. Rio Grande do Sul ocupa o terceiro lugar e registrou 1.431.795 chegadas. Cerca de 958 mil visitantes internacionais chegaram ao Brasil pelo Paraná entre janeiro e novembro deste ano, colocando o estado como o quarto maior portão de entrada e Santa Catarina completa as cinco primeiras posições, com 651.980 chegadas.

(*) Com informações da Embratur

 

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Porto de Santos deverá estabelecer em 2025 novo recorde de movimentação de cargas

Faltam apenas 7,4 milhões de toneladas para superar a marca histórica de 2024

Da Redação (*)

Brasília – O Porto de Santos manteve, em novembro, o ritmo de crescimento consolidado ao longo de 2025 e voltou a registrar recordes históricos de movimentação de cargas. O mês encerrou com 16,13 milhões de toneladas, a maior marca já registrada para um mês de novembro, enquanto o acumulado do ano atingiu 171,62 milhões de toneladas, também recorde para o período.

Com esse desempenho, faltam apenas 7,4 milhões de toneladas para que o Porto supere o recorde anual de 2024, quando foram movimentadas 179,8 milhões de toneladas, reforçando a expectativa de um novo marco histórico até o fechamento do ano.

A movimentação de contêineres também apresentou crescimento expressivo. O acumulado de 2025 já alcança 5,4 milhões de TEU, avanço de 8% em relação a 2024 e novo recorde histórico. (TEU é a unidade padrão equivalente a um contêiner de 20 pés.)

“É um resultado esperado, mas extremamente significativo. Ele confirma a urgência da ampliação da Poligonal do Porto de Santos, cuja formalização ocorrerá em janeiro, além do reforço contínuo nas infraestruturas de acesso, como o aprofundamento do canal e as obras das avenidas perimetrais”, afirma o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini.

Desempenho mensal

Na comparação com novembro de 2024, o crescimento total foi de 13,9%.

  •      Embarques: passaram de 10,01 milhões para 11,57 milhões de toneladas (+15,6%).
  •      Desembarques: cresceram 11,1%, de 4,10 milhões para 4,56 milhões de toneladas.

Entre as cargas embarcadas, açúcar, milho e soja ultrapassaram 2 milhões de toneladas cada, liderando o desempenho do mês. Nos desembarques, o destaque foi o adubo, com volume superior a 1 milhão de toneladas.

Em contêineres, novembro também foi o melhor da história do Porto, com 489,15 mil TEU, crescimento de 5,3% em relação ao mesmo mês de 2024 (464,7 mil TEU).

Movimento acumulado em 2025

Entre janeiro e novembro, o complexo portuário de Santos movimentou mais de 171,2 milhões de toneladas, alta de 2,7% na comparação com o mesmo período de 2024.

  •      Embarques: 126,68 milhões de toneladas (+3%).
  •      Desembarques: 44,95 milhões de toneladas (+1,8%).

No segmento de contêineres, o volume acumulado chegou a 5,4 milhões de TEU, consolidando crescimento de 8% e novo recorde histórico.

Mais uma vez, o agronegócio teve papel central no desempenho do Porto. As cargas com maior participação foram:

  •      Soja em grãos: 33,83 milhões de toneladas
  •      Açúcar: 22,45 milhões de toneladas
  •      Milho: 12,65 milhões de toneladas

Destaque ainda para a celulose, que apresentou crescimento de 20,3% em 2025, alcançando 8,9 milhões de toneladas movimentadas.

(*) Com informações da Autoridade Portuária de Santos

 

 

 

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Firjan recebe com preocupação adiamento da assinatura do Acordo Comercial entre o Mercosul e União Europeia

Segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, há estimavas de que o Acordo aumentaria os investimentos estrangeiros no Brasil em 0,8%

Da Redação (*)

Brasília – A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan)  divulgou hoje (19) nota manifestando preocupação sobre o adiamento da assinatura do Acordo Comercial entre o Mercosul e a União Europeia (UE). A Federação reitera a importância da continuidade do diálogo diplomático e paradiplomático para a assinatura futura do Acordo.

Ao longo dos últimos 25 anos, o texto passou por análise profunda e detalhada dos atores europeus e sul-americanos e desempenhará um papel significativo para o desenvolvimento e competitividade das indústrias nacionais, visto que cerca de 97% das exportações de Bens Industriais para a União Europeia terão suas alíquotas zeradas. Destaca-se também ao longo do processo de negociação, o avanço com relação aos temas de barreiras não-tarifárias, alinhamentos de normas técnicas, e melhores práticas para o desenvolvimento sustentável.

Segundo a Firjan, em conjunto, os blocos representam aproximadamente um quinto da economia global, somando cerca de US$ 22 trilhões. Em 2024, o comércio internacional entre o Brasil e o mercado europeu somou US$ 95 bilhões, com destaque para a participação dos setores de Petróleo e Gás, Farmacêutico, Automotivo, Metalmecânico, Siderúrgico, Aeronáutico, entre outros. No mesmo período, o bloco europeu foi o segundo maior parceiro comercial do estado do Rio de Janeiro somando uma corrente de comércio de US$ 16,1 bilhões.

Parceiro comercial relevante e investidor fundamental

Para a Firjan, o texto aborda temas fundamentais como redução de tarifas de importação e exportação, harmonização de normas ao comércio e cooperação em áreas como a ambiental e política. Aumentos também podem ser esperados tanto na balança comercial brasileira como no PIB. O governo brasileiro estima que, até 2044, o PIB do país poderá crescer aproximadamente R$ 37 bilhões. Por sua vez, os ganhos na balança comercial, consequência do livre comércio entre o Mercosul e a UE, seriam de cerca de R$ 52 bilhões nas exportações e R$ 42 bilhões nas importações.

Estima-se também que o Acordo aumentaria os investimentos estrangeiros no Brasil em 0,8%.

Neste cenário, é esperado que ainda surjam desafios a serem superados para sua efetivação. Contudo, a Firjan destaca o papel fundamental da mobilização de representantes públicos e privados de forma que seja possível superar os entraves atuais em prol do desenvolvimento econômico e industrial sob uma ótica ganha-ganha, conclui a Firjan.

(*) Com informações da Firjan

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Apenas 6 de 21 setores exportadores brasileiros para os EUA conseguem compensar perdas com sobretaxas, mostra estudo da Amcham

 

D Redação (*)

Brasilia  Estudo inédito da Amcham Brasil sobre os impactos das sobretaxas de 40% e 50% atualmente em vigor sobre produtos brasileiros aponta um desempenho negativo disseminado nas vendas aos Estados Unidos. Entre agosto e novembro de 2025, todos os 21 setores analisados registraram queda de exportações para o mercado americano, na comparação com o mesmo período de 2024. A redução dessas exportações totalizou US$ 1,5 bilhão. Em temos relativos, em todos os setores houve uma retração nas vendas ao mercado americano maior do que a variação das vendas para o mundo, salvo no setor de material de transporte.

Estratégia de diversificação de mercados se mostra insuficiente

De acordo com o estudo, a estratégia de redirecionamento de exportações para terceiros mercados foi insuficiente para mitigar os efeitos das sobretaxas na maior parte dos casos. Em 15 dos 21 setores analisados, o desempenho das exportações globais não se mostrou capaz de compensar as perdas para o mercado americano.

No geral, as perdas dos 15 setores que não conseguiram compensar suas quedas com vendas em outros mercados somaram US$ 1,2 bilhão, com destaque para os setores de alimentos (ex: mel e pescados), plástico e borracha, madeira, metais e material de transporte.

Entre os seis setores que conseguiram compensar integralmente suas perdas estão produtos vegetais; gorduras e óleos; químicos; pedras preciosas; máquinas e aparelhos elétricos; e máquinas e instrumentos mecânicos.

Produtos exportados para os Estados Unidos diferem do restante do mundo

A análise também destaca que, em diversos casos, o crescimento das exportações para terceiros mercados ocorreu em itens distintos daqueles tradicionalmente exportados para os Estados Unidos, sugerindo uma compensação imperfeita em nível de produtos e empresas.

No setor de máquinas e aparelhos elétricos, por exemplo, as exportações para os Estados Unidos recuaram US$ 104,5 milhões, enquanto as vendas para o restante do mundo cresceram US$ 650 milhões no período, o que à primeira vista sugere compensação. No entanto, os principais produtos afetados no mercado americano, como transformadores e geradores, não tiveram o mesmo desempenho em outros destinos: as exportações de transformadores caíram 23,1% para os EUA e 40,9% para o resto do mundo, enquanto as de geradores recuaram 54,6% para os EUA e cresceram apenas 2,3% nos demais mercados.

A Amcham destaca que o mercado dos Estados Unidos não é facilmente substituível para as exportações brasileiras, seja por sua dimensão, diversidade e maior valor agregado da pauta importada, ou pelas especificações técnicas dos produtos a ele destinados

Amcham reitera a urgência de avanços nas negociações

Esses dados corroboram que os impactos das sobretaxas são difíceis de serem comercialmente revertidos pela diversificação de mercados para grande parte dos setores exportadores brasileiros, sobretudo produtos industriais.

“O estudo sugere que não é possível compensar plenamente as vendas da maioria dos produtos exportados para os Estados Unidos por meio do seu redirecionamento a outros destinos. A estratégia de diversificação é bem-vinda, mas não substitui o papel do mercado americano, cujo tamanho, escala e características são únicos. Essa conclusão reforça a importância das negociações bilaterais para melhorar as condições de acesso dos setores exportadores brasileiros ainda sujeitos a sobretaxas nos Estados Unidos”, afirma Abrão Neto, presidente da Amcham Brasil.

A Amcham reforça que seguirá atuando de forma técnica e construtiva no diálogo com governos e empresas dos dois países com vistas à redução das sobretaxas e ao fortalecimento do comércio e dos investimentos bilaterais.

(*) Com informações da Amcham Brasil

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Tendências para 2026: navegar no curto prazo será vital

Pedro Signorelli (*)

O ano de 2026 será curto. Não no calendário, obviamente, mas na prática. Entre Copa do Mundo e eleições presidenciais, teremos menos horas disponíveis, mais distrações coletivas e um país atravessado por tensões macroeconômicas e políticas. E, se já não fosse o suficiente, um fator adicional acende um alerta silencioso nos bastidores da economia global: a formação de uma possível bolha em Inteligência Artificial.

Não é exagero falar em bolha. Hoje, grande parte da valorização das empresas de IA está dissociada da entrega real de valor. O sistema financeiro sempre se apoiou em algum tipo de lastro. Já foi ouro. Depois, garantias mais abstratas, mas ainda conectadas a fundamentos. No caso da IA, porém, vemos cifras exponenciais sendo movimentadas sem que exista, proporcionalmente, um valor tangível gerado na mesma escala. É como se estivéssemos inflando um balão com a expectativa de que ele se sustente pelo ar da narrativa e não pela estrutura.

Se essa bolha estourar, o impacto será inevitável. Não é uma discussão tecnológica; é macroeconômica. Aversão ao risco cresce. Os mercados oscilam. Os investimentos recuam. E organizações passam a operar sob o peso de um nervosismo difuso, aquele que ninguém verbaliza, mas todo mundo sente. Em um ambiente assim, previsões de longo prazo perdem nitidez. A estratégia se embaralha. A confiança se esgarça.

Agora coloque esse cenário dentro do Brasil de 2026. Além das tensões globais, teremos um ano eleitoral, sempre um período de forte insegurança econômica, e uma Copa do Mundo, que culturalmente afeta a produtividade por aqui. Isso significa que empresas terão menos tempo útil, menos estabilidade institucional e mais variáveis externas fora de controle. Em outras palavras: um ambiente perfeito para que qualquer plano rígido fracasse.

É justamente por isso que a gestão por OKRs passa a ser uma necessidade estratégica. Não porque “OKR está na moda”, mas porque 2026 é, por definição, um ano de curto prazo. A lógica tradicional de empilhar projeções longínquas, como se nada fosse mudar no meio do caminho, simplesmente não se sustenta quando o próprio ano nasce turbulento.

A gestão tradicional, com horizontes longos e metas estáticas, cria uma espécie de “neblina” estratégica. Quanto mais distante o objetivo, maior a distorção da visão. E, em um ano volátil, essa neblina vira cegueira. Já a gestão por OKRs opera de forma oposta: assume desde o início que mudanças vão acontecer. Em vez de tentar prever cada curva, cria musculatura para reagir rápido a elas.

Não se trata de planejar menos, mas de planejar melhor. 2026 pede foco em ciclos curtos, ajustes frequentes, priorização extrema e transparência radical. Pede coragem para abandonar planos que não fazem mais sentido e disciplina para construir um ritmo operacional capaz de absorver turbulências e não colapsar com elas.

Se a bolha de IA estourar, as empresas mais adaptáveis sobreviverão. Se não estourar, ainda assim, o curto prazo será determinante por causa das peculiaridades do calendário brasileiro. De um jeito ou de outro, navegar 2026 exigirá flexibilidade.

E é justamente essa combinação, clareza de foco, cadência de ciclos curtos e capacidade de correção rápida, que faz dos OKRs a ferramenta mais compatível com o mundo real que nos aguarda. Em um ano onde ninguém consegue prever nada com precisão, o que resta é construir capacidade de leitura e resposta.

2026 será um ano curto, incerto e intenso. Mas incerteza não é sinônimo de paralisia. Para quem souber operar com foco, cadência e adaptabilidade, esse também pode ser um ano de avanço. Não por causa da estabilidade (que não virá), mas por causa da capacidade de ajustar a rota rapidamente sempre que o cenário exigir. E ele vai exigir.

(*) Pedro Signorelli é um dos maiores especialistas do Brasil em gestão, com ênfase em OKRs. Já movimentou com seus projetos mais de R$ 2 bi e é responsável, dentre outros, pelo case da Nextel, maior e mais rápida implementação da ferramenta nas Américas. Mais informações acesse: http://www.gestaopragmatica.com.br/

 

 

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