Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior recebe inscrições até 27 de abril

Empresas exportadoras podem participar da iniciativa que reconhece práticas de equidade racial e fortalece a inserção internacional

Da Redação (*)

Brasília – As inscrições para o Prêmio de Inclusão e Diversidade Racial no Comércio Exterior seguem abertas até 27 de abril de 2026. Empresas interessadas podem acessar o edital e realizar o cadastro por meio da página da ApexBrasil, onde estão disponíveis todas as orientações da iniciativa.

Uma iniciativa do Conduzido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da ApexBrasil, com apoio do Ministério da Igualdade Racial (MIR), o prêmio reconhece empresas brasileiras que promovem a diversidade racial em sua estrutura e ampliam a presença de profissionais negros em posições estratégicas no comércio exterior.

Para a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, a iniciativa destaca que a iniciativa integra o Programa Raízes Comex, lançado pelo MDIC em 2024, para ampliar a diversidade e a inclusão no comércio exterior brasileiro.

“Ampliar a diversidade nas empresas que atuam no comércio exterior é uma agenda de desenvolvimento. O Brasil ganha quando mais empresas refletem a diversidade da nossa sociedade e conseguem competir com mais qualidade e inovação no mercado internacional”, afirmou.

Podem participar empresas que já atuam no comércio exterior e desenvolvem ações concretas de promoção da equidade racial. Ao todo, até dez empresas serão selecionadas e receberão certificado oficial de reconhecimento do Governo Federal.

As vencedoras poderão escolher entre duas modalidades de premiação: uma agenda de negócios personalizada em mercado internacional ou a participação em ação de promoção comercial organizada pela ApexBrasil.

Reconhecimento que gera resultado

Na primeira edição, realizada em 2025, 20 empresas foram reconhecidas por práticas consistentes de inclusão racial. Entre elas, a INPUT Post Production, vencedora na categoria Liderança Global, voltada a empresas brasileiras já inseridas no mercado internacional.

Com atuação em pós-produção sonora e finalização de som, a empresa participa de projetos para grandes plataformas globais e tem ampliado o alcance internacional de serviços criativos desenvolvidos no Brasil.

O reconhecimento abriu espaço para novas oportunidades. A empresa integrou missão internacional no South by Southwest (SXSW), em Austin, nos Estados Unidos, com agenda estruturada de encontros e articulações voltadas à expansão de negócios.

“É uma chance incrível de expandir o network, conhecer mais gente, aprender e contar com suporte não só logístico, mas principalmente de contatos e articulações, que são o grande valor em um evento desse porte”, afirmou o representante da empresa, Mário de Poy.

“Tivemos uma agenda toda curada para a nossa empresa, com possibilidade de conhecer parceiros e abrir novas frentes de atuação”, acrescentou.

“Mesmo depois de mais de 20 anos de atuação, dá para sentir a diferença de ter o seu país jogando ao seu lado”, completou.

Confira o edital.

 

(*) Com informações do MDIC

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B4 homologa ESGreen como principal infraestrutura de dados ESG e climáticos do Brasil

Plataforma chega para preencher maior lacuna do mercado atual, operando como uma camada essencial para o sistema financeiro naciona

Da Redação (*)

Brasília – A B4 (Bolsa de Ação Climática) anuncia a homologação da ESGreen, que passa a figurar como a principal infraestrutura brasileira de dados voltada ao ecossistema ESG e climático. A plataforma chega para preencher a maior lacuna do mercado atual: a escassez de dados confiáveis, contínuos e auditáveis em larga escala, operando como uma camada essencial de Monitoramento, Reporte e Verificação (MRV) para o sistema financeiro nacional.

Diferente de soluções convencionais, a ESGreen oferece uma estrutura analítica profunda, com integração via API a sistemas de crédito, compliance e gestão de risco. A plataforma é totalmente aderente à Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB), operando com mais de 700 critérios de avaliação que garantem conformidade com as normas do Banco Central, CVM e SUSEP.

A robustez tecnológica da plataforma é sustentada por modelagem de risco climático via NVIDIA Earth-2 e processamento de dados via inteligência artificial, sendo a ESGreen uma das empresas selecionadas pelo programa de aceleração da Alper Seguros. O Score ESGreen já é uma autoridade reconhecida, validado por mais de 50 instituições financeiras que utilizam a ferramenta para monitorar uma base superior a 85 mil empresas.

Presença nacional e eixo público

Com uma capilaridade que alcança 16 estados e mais de 100 municípios, a ESGreen também consolida sua presença no setor público. A empresa firmou uma parceria estratégica com o Governo do Estado de Santa Catarina por meio do Sapiens Parque e avança em acordos no Rio de Janeiro, onde já possui um Memorando de Entendimento (MOU) com a Invest Rio para atuação no hub de inovação MaraValley, na região do Porto.

“A chegada da ESGreen ao ecossistema da B4 marca um novo patamar de maturidade para o mercado de ação climática no Brasil. Ao integrarmos a principal infraestrutura de dados ESG do país, entregamos aos investidores e empresas a segurança jurídica e a transparência necessárias para que a sustentabilidade deixe de ser apenas um relatório e se torne, de fato, um ativo financeiro auditável e estratégico”, afirma Odair Rodrigues, CEO da B4.

Para a ESGreen, o momento representa a consolidação de um legado técnico a serviço do mercado. “O Brasil construiu o marco legal. Criou o mercado de carbono, definiu o reporte obrigatório, aprovou a Taxonomia Sustentável. Mas entre a lei e o mercado funcionando existe uma lacuna crítica: infraestrutura de dados. A ESGreen é essa infraestrutura — e a homologação pela B4 é a validação de que operamos no padrão que o mercado exige.”, comenta Mauricio Rodrigues, CEO da ESGreen.

A nova gramática do risco e convergência regulatória

Com o avanço do SBCE (Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões) e a Resolução 193 da CVM, o mercado brasileiro entra em um ciclo de obrigatoriedade. A partir de 2027, o reporte nos padrões IFRS S1/S2 será exigido para companhias abertas, tornando 2026 o “ano-base” crítico para a coleta de dados.

Neste cenário, a ESGreen se posiciona como uma infraestrutura “em produção”, e não apenas uma promessa tecnológica. A plataforma é aderente à Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB) e utiliza modelagem de risco climático via NVIDIA Earth-2 , integrando-se via API a sistemas de crédito e compliance para transformar sustentabilidade em um insumo de decisão financeira.

(*) Com informações da ESGreen

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Exportações de frutas têm o melhor primeiro trimestre da história e totalizam US$ 351 milhões em 2026

Da Redação

Brasília – As exportações brasileiras de frutas iniciaram 2026 em trajetória de crescimento. No primeiro trimestre, o setor movimentou US$ 351,1 milhões em valor, com embarques de 330,6 milhões de quilos, o que representa um aumento de 25% em valor (US$) e 13% em volume (kg) na comparação com o mesmo período de 2025.

O avanço foi puxado principalmente por frutas com forte demanda internacional. A manga registrou crescimento de 69% em valor (US$) e 40% em volume (kg), enquanto a melancia avançou 40% e 12%. Os melões também contribuíram para o desempenho positivo, com alta de 15% e 3%.

A Europa permanece como principal destino das exportações, absorvendo cerca de 60% da produção enviada ao exterior. No entanto, o setor busca diversificar mercados, com foco estratégico na Ásia, considerada o maior polo consumidor de frutas tropicais até 2030. Países como Índia e China têm ganhado relevância, com abertura recente para produtos brasileiros como limão, maçã e avocado. A participação em feiras internacionais e ações promocionais, em parceria com a ApexBrasil, têm sido fundamentais para ampliar a presença nesses mercados.

Entre os destaques, a maçã apresentou um salto expressivo de 215% em valor (US$) e 228% em volume (kg), refletindo ganho de mercado. Já o abacate cresceu 18% e 38%, enquanto a banana teve alta de 32% e 14%. O mamão (papaya) também avançou, com 19% e 11%.

Por outro lado, algumas culturas registraram retração, como as uvas que tiveram queda de 16% em valor (US$) e 18% em volume (kg), refletindo fatores como condições climáticas e dinâmica de mercado.

Presença crescente das frutas brasileiras no mercado internacional

Para o presidente da Abrafrutas, Waldyr Promicia, o desempenho do período reflete um movimento consistente do setor.

“Os resultados do primeiro trimestre mostram um avanço consistente das exportações brasileiras de frutas. O país vem ampliando sua presença no mercado internacional com produtos de qualidade e regularidade de oferta. Com o acordo que deve ser firmado agora no início de maio, nossa competitividade tende a aumentar, o que abre espaço para ampliar ainda mais as exportações brasileiras”, afirma o presidente.

O crescimento acompanha o movimento de expansão da fruticultura brasileira no exterior, impulsionado pela abertura de mercados, ganhos de competitividade e maior organização da cadeia produtiva.

Neste contexto, uma comitiva de produtores brasileiros intensificou a agenda internacional. O grupo participa da Macfrut 2026, uma das principais feiras globais do setor, realizada na Itália, e, na sequência, seguirá para o Canadá em missão de prospecção de mercado, com foco na ampliação das exportações de frutas brasileiras.

 

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Exportadores brasileiros veem com apreensão dependência de EUA e China e especialista aponta cinco estratégias para reduzir riscos

Concentração em poucos mercados amplia vulnerabilidade a tarifas e crises comerciais, enquanto diversificação ganha espaço como caminho para proteger receita e ampliar competitividade

Da Redação

Brasília – A concentração das exportações brasileiras em poucos destinos voltou ao centro das discussões do setor produtivo. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) indicam que China e Estados Unidos concentram cerca de 40% das exportações do país, o que amplia a exposição a oscilações políticas, tarifárias e cambiais.

Para Murillo Oliveira, especialista em investimentos e estruturação financeira internacional e head de tesouraria da Saygo, a dependência desses mercados deixou de ser apenas uma característica do comércio exterior brasileiro e passou a representar um risco direto à previsibilidade das empresas.

“A dependência excessiva de poucos mercados expõe as empresas a decisões que estão fora do controle delas, como tarifas, embargos ou mudanças regulatórias. Diversificar não é apenas crescer, é proteger receita”, afirma.

Movimentos recentes no comércio global reforçam essa percepção. A adoção de tarifas entre grandes economias, além de restrições sanitárias e ajustes em cadeias de suprimento, tem redirecionado fluxos comerciais e aberto janelas pontuais para novos fornecedores. Ao mesmo tempo, aumenta a instabilidade para quem opera de forma concentrada.

Busca de mercados fora dos polos tradicionais

Na prática, empresas brasileiras já começam a direcionar esforços para regiões como Sudeste Asiático, Oriente Médio e países europeus fora dos polos tradicionais. A mudança exige adaptação, mas amplia o potencial de crescimento. “Existe demanda global fora do eixo tradicional, mas ela exige preparo técnico, inteligência comercial e leitura de risco. Não é um movimento automático”, diz.

A diversificação também impacta diretamente a gestão financeira. Operar com diferentes moedas e ambientes regulatórios aumenta a complexidade, mas reduz a dependência de um único ciclo econômico. “Quem atua em mais de um mercado consegue equilibrar melhor receita e risco. Isso traz mais estabilidade no médio prazo”, explica.

Apesar do avanço do tema, a expansão internacional ainda esbarra em desafios operacionais. Falta de conhecimento sobre novos mercados, entraves logísticos e ausência de estrutura interna estão entre os principais obstáculos. “Muitas empresas entendem o risco de concentração, mas não têm clareza de como executar essa mudança. Sem estrutura, a diversificação pode gerar mais problema do que solução”, afirma.

A entrada em novos destinos exige planejamento e apoio técnico. Mais do que abrir canais comerciais, é necessário adaptar produto, atender exigências regulatórias e estruturar a operação financeira.

Nesse processo, o suporte especializado tende a reduzir erros e acelerar a tomada de decisão. “Não é só vender para outro país. É preciso entender a legislação, a logística e a dinâmica de cada mercado. Quando isso é feito com método, o ganho de competitividade é relevante”, diz.

Ao mesmo tempo, o avanço precisa ser criterioso. Expandir sem análise pode comprometer margem e operação. “Diversificar não significa atuar em qualquer mercado. É escolher destinos com aderência ao produto e capacidade operacional real”, alerta.

O especialista aponta cinco estratégias para reduzir riscos na exportação

A diversificação de destinos exige disciplina e execução estruturada. Especialistas apontam caminhos práticos para empresas que querem reduzir a dependência de poucos mercados e ganhar previsibilidade:

  • Mapear mercados com demanda aderente
    Antes de expandir, é essencial identificar países com potencial real para o produto, considerando consumo, concorrência e barreiras de entrada.
  • Estruturar gestão cambial e financeira
    Operar em múltiplas moedas exige controle. Estratégias como hedge e contas internacionais ajudam a proteger margens e evitar perdas.
  • Adequar produto e certificações
    Cada mercado possui exigências específicas. Ajustes técnicos e regulatórios evitam bloqueios e aumentam a competitividade.
  • Investir em logística e parceiros locais
    Eficiência logística impacta diretamente custo e prazo. Ter operadores confiáveis reduz riscos operacionais.
  • Contar com assessoria especializada
    Empresas com suporte técnico estruturam melhor a entrada em novos mercados e reduzem erros estratégicos.

Para Murillo Oliveira, a vantagem está na antecipação. “As empresas que começarem a diversificar agora tendem a ganhar espaço enquanto o comércio global se reorganiza. Esperar estabilidade pode significar perder competitividade”, afirma.

A reorganização das cadeias globais e o aumento das tensões comerciais indicam que a dependência de poucos mercados deve se tornar cada vez mais arriscada. Nesse ambiente, diversificar destinos deixa de ser apenas uma estratégia de expansão e passa a ser um fator determinante para a sustentabilidade das exportações brasileiras.

 

 

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Corrente de comércio chega a US$ 184 bilhões até a 3ª. semana de abril e superávit se aproxima de US$ 22 bilhões

No mês, as exportações somam US$ 21,2 bi e as importações, US$ 13,7 bi, com saldo positivo de US$ 7,5 bi e corrente de comércio de US$ 34,9 bi

Da Redação (*)

Brasília – Na 3ª semana de abril, a balança comercial registrou superávit de US$ 0,878 bilhão e corrente de comércio de US$ 12 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,4 bilhões e importações de US$ 5,6 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 21,2 bilhões e as importações, US$ 13,7 bilhões, com saldo positivo de US$ 7,5 bilhões e corrente de comércio de US$ 34,9 bilhões.

No ano, as exportações totalizam US$ 103,6 bilhões e as importações, US$ 81,86 bilhões, com saldo positivo de US$ 21,7 bilhões e corrente de comércio de US$ 185,4 bilhões. Esses e outros resultados foram divulgados nesta quarta-feira (22/4), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

Nas exportações, comparadas as médias até a 3ª semana de abril/2026 (US$ 1,770 bilhão) com a de abril/2025 (US$ 1,494 bilhão), houve crescimento de 18,5%. Em relação às importações houve crescimento de 2,7% na comparação entre as médias até a 3ª semana de abril/2026 (US$ 1,141 bilhão) com a do mês de abril/2025 (US$ 1,111 bilhão).

Assim, até a 3ª semana de abril/2026, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.911,46 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 628,67 milhões. Comparando-se este período com a média de abril/2025, houve crescimento de 11,7% na corrente de comércio.

Exportações e importações por Setor

No acumulado até a 3ª semana do mês de abril/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 63,95 milhões (16,1%) em Agropecuária; de US$ 105,12 milhões (29,9%) em Indústria Extrativa e de US$ 106,11 milhões (14,4%) em produtos da Indústria de Transformação.

No acumulado até a 3ª semana do mês de abril/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 11,88 milhões (21,8%) em Indústria Extrativa e de US$ 30,47 milhões (3,0%) em produtos da Indústria de Transformação; houve queda de US$ 9,06 milhões (32,0%) em Agropecuária.

(*) Com informações da Secex/MDIC

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Acordo Mercosul-União Europeia deve impulsionar negócios na BFSHOW, destaca Abicalçados

Da Redação (*)

Brasília – Com a entrada em vigor a partir de 1º de maio, de forma provisória (englobando a parte comercial), o acordo comercial Mercosul e União Europeia traz otimismo para a realização da 6ª edição da BFSHOW. A maior feira calçadista da América Latina, que acontece no Distrito Anhembi, em São Paulo/SP, contará com mais de 350 marcas brasileiras de calçados que representam mais de 75% da produção nacional do setor. A mostra, realizada pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e organizada pela NürnbergMesse Brasil, ocorre entre os dias 18 e 20 de maio.

Segundo a gerente de Relacionamento e Negócios da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, apesar do mercado desafiador no cenário internacional, a entrada em vigor do acordo comercial, discutido por mais de 26 anos, traz otimismo para a indústria calçadista brasileira.

“No ano passado, o bloco europeu importou mais de 3,2 bilhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 63,7 bilhões, mais de 40% do total das importações mundiais de calçados. Existe um grande potencial para o calçado brasileiro a partir da desgravação tarifária”, projeta Letícia, ressaltando que os calçados de couro, que respondem por 45% dos valores exportados pelo Brasil à União Europeia, devem alcançar a desgravação tarifária total em até sete anos. Atualmente, a tarifa de importação de calçados na União Europeia situa-se entre 3,5% e 17%, a depender do produto.

Projeção de compradores internacionais

Conforme o head da BFSHOW na NürnbergMesse Brasil, Felipe Marchioni, a 6ª edição da feira deve ter presença internacional recorde. “Para maio, devemos receber mais de 1,5 mil compradores internacionais, boa parte deles da Europa”, projeta. O número contabiliza importadores convidados pelo Projeto Comprador da BFSHOW e que vêm por conta própria, devido ao destaque internacional do evento. “Temos a maior indústria do Ocidente e é natural a procura crescente, em especial para importadores que buscam fornecimento alternativo a calçados da Ásia. Prevemos que, do total de compradores esperados na mostra, mais de 12% sejam internacionais”, acrescenta.

Um dos compradores europeus confirmados na BFSHOW de maio é Maciej Pelka, diretor executivo da Kondor, distribuidora de calçados da Polônia. Pela primeira vez na feira, o comprador nutre boas expectativas de negócios. “Já trabalhamos com calçados brasileiros de marcas femininas, que são muito apreciados no mercado polonês. No evento, vamos dar start para uma compra que contabiliza mais de 20 mil pares de calçados de couro todos os anos”, prevê Pelka, que revela interesse em expandir negócios com novas fábricas brasileiras.

Pela segunda vez participando da BFSHOW, o comprador Kevin Plaku, CEO da Kevin Class, rede de 11 lojas da Albânia, avalia que os calçados brasileiros apresentados no evento unem qualidade e variedade de modelos, o que gera boas expectativas de negociações. “Se os preços estiverem de acordo com as nossas expectativas, consideramos comprar mais de 20 mil pares no evento e ao longo do ano”, projeta.

A feira

Com menos de três anos de existência, a BFSHOW já é a maior feira calçadista da América Latina. Ocorrendo em um espaço de mais de 33 mil metros quadrados, no coração financeiro do continente, a mostra deve receber, ao longo dos seus três dias de realização, mais de 12 mil compradores de todo o Brasil e de mais de 40 países.

O credenciamento para a feira está aberto no site www.bfshow.com.br.

(*) Com informações da Abicalçados

 

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Ações do setor de cafés especiais na China podem render US$ 110 milhões ao Brasil, diz BSCA

Empresários brasileiros participaram de missão comercial e Hotelex Shanghai 2026, fechando US$ 1,34 mi presencialmente; para os próximos 12 meses, há previsão de mais US$ 108,55 mi em negócios

Da Redação (*)

Brasília – A participação de 19 empresários do setor de cafés especiais do Brasil em uma missão comercial em Qingdao e na Hotelex Shanghai 2026, na China, possibilitou 436 contatos comerciais com importadores locais, que podem render US$ 109,89 milhões em negócios, com US$ 1,34 milhão já fechados presencialmente e a projeção para a realização de mais US$ 108,55 milhões em negócios ao longo dos próximos 12 meses.

Essa iniciativa, viabilizada pelo projeto setorial “Brazil. The Coffee Nation”, desenvolvido pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), contribui para fortalecer o avanço dos cafés especiais nacionais no mercado chinês e a consolidação de uma estratégia estruturada para a Ásia, ampliando oportunidades comerciais ao setor do país.

Em Qingdao, a agenda teve foco institucional, técnico e de relacionamento, com a realização de visitas a cafeterias, torrefações e estruturas logísticas, permitindo uma leitura aprofundada do estágio atual do mercado. A cidade tem papel estratégico do ponto de vista logístico e a missão evidenciou o potencial da região como plataforma para importação e distribuição de café, especialmente pela presença de uma zona de livre comércio estruturada e altamente conectada a mercados asiáticos.

“Observou-se um ambiente em desenvolvimento, mas com sinais claros de sofisticação, abertura para experimentação e crescente interesse por cafés de maior qualidade. Também ficou evidente a importância da experiência, do posicionamento de marca e da apresentação do produto para o consumidor local”, revela Vinicius Estrela, diretor executivo da BSCA.

Ele comenta que a missão avançou “significativamente” na articulação institucional, com destaque para a aproximação com a Free Trade Zone da cidade e com a associação local de café.

“Um dos marcos dessa agenda foi a inauguração da ‘Base de Promoção do Café Especial do Brasil’ em Qingdao, consolidando uma plataforma para ações contínuas de visibilidade do produto brasileiro e relacionamento com os atores do mercado chinês”, afirma.

A agenda também contou com a realização de um fórum com representantes do governo local, entidades setoriais e empresas, no qual foram discutidas oportunidades de cooperação entre Brasil e China. Foram apresentados os diferenciais dos cafés especiais brasileiros e realizadas sessões de cupping com cafés certificados pela BSCA, reforçando atributos como qualidade, rastreabilidade e consistência.

“A missão também evidenciou oportunidades estratégicas de médio e longo prazos, incluindo o potencial de utilização de Qingdao como hub logístico e, futuramente, como base para agregação de valor, ampliando a presença do café especial brasileiro na Ásia”, completa Estrela.

HOTELEX SHANGHAI 2026

Em Xangai, durante uma das principais feiras de hospitalidade da Ásia, a delegação brasileira realizou contato direto com compradores, importadores, torrefações e cafeterias. O estande do país teve forte presença de público qualificado e permitiu a continuidade de negociações iniciadas na missão comercial, demonstrando a efetividade da estratégia integrada dessas ações.

“A diversidade de perfis sensoriais dos cafés especiais brasileiros apresentados na Hotelex Shanghai 2026 teve alta aceitação, com destaque para a reação positiva do público às bebidas com notas mais frutadas e cítricas, indicando uma ampliação da percepção sobre o Brasil como origem e abrindo espaço para um posicionamento mais sofisticado no mercado”, revela o diretor executivo da BSCA.

De acordo com ele, também foi identificado um interesse crescente por cafés de maior valor agregado e maior complexidade sensorial, inclusive na forma de espresso, evidenciando a evolução do mercado chinês e sua abertura a novos perfis.

Todos os cafés apresentados nas sessões de degustação e no brew bar do estande possuíam certificação da BSCA, o que reforçou a proposta de valor do Brasil baseada em qualidade, rastreabilidade, padronização e confiabilidade.

Uma análise com os empresários participantes demonstra que a missão e a participação na feira consolidaram avanços importantes em três frentes: o fortalecimento de relações institucionais, a ampliação das conexões comerciais e a validação do potencial do café especial brasileiro em um mercado em expansão.

Estrela comenta que a iniciativa estabeleceu uma base sólida para a continuidade das ações na China e ao aprofundamento da presença brasileira na Ásia como um todo.

“O feeling após as iniciativas nesse gigante asiático evidencia que estamos avançando de forma consistente em um mercado promissor e em plena evolução. Mais do que validar a qualidade e a diversidade dos cafés brasileiros, estruturamos relações institucionais e abrimos novas frentes estratégicas, especialmente no campo logístico e de posicionamento na Ásia. Isso nos permite ampliar a presença do Brasil de forma mais competitiva e conectada aos principais centros consumidores do mundo”, conclui.

(*) Com informações da BSCA

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EUA e Irã: tensão no Estreito de Hormuz mantém petróleo, dólar e Bolsa em alerta; entenda os efeitos no bolso do brasileiro

 

Após o anúncio de cessar-fogo, mercados seguem atentos aos efeitos do conflito sobre energia, câmbio e inflação; especialista explica como atravessar o cenário sem agir no impulso

Da Redação

Brasília – O cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã foi estendido, mas a tensão no Estreito de Hormuz, principal rota global do petróleo, mantém os mercados em alerta, com reflexos sobre petróleo, dólar e Bolsa. O cenário já começa a impactar o bolso do brasileiro, com pressão sobre combustíveis, câmbio e inflação.

Segundo Fellipe Rabelo, especialista em investimentos e sócio cofundador da V2R Investimentos, o principal efeito desse tipo de tensão sobre os mercados é a volatilidade. “Quando há uma incerteza global, o mercado reage antes mesmo de os efeitos aparecerem. Petróleo, dólar e Bolsa funcionam como um termômetro do medo”, afirma.

O peso do Estreito de Hormuz ajuda a explicar essa reação. De acordo com a U.S. Energy Information Administration (EIA), a rota respondeu por cerca de 20,9 milhões de barris por dia no primeiro semestre de 2025, o equivalente a aproximadamente 20% do consumo global de líquidos de petróleo. Na projeção mais recente da agência, divulgada nesta semana, a possibilidade de interrupções relacionadas ao conflito sustenta um prêmio de risco sobre os preços do petróleo e mantém projeções mais altas para o Brent nos próximos meses.

O mercado brasileiro também reagiu a esse ambiente de incerteza. Segundo a B3, o Ibovespa renovou recorde de fechamento, acima dos 195 mil pontos, enquanto o dólar comercial caiu para R$ 5,06. O movimento refletiu, ao mesmo tempo, a reação inicial ao cessar-fogo e a cautela dos investidores diante da instabilidade no cenário externo.

Por que petróleo, dólar e Bolsa reagem primeiro

Na leitura de Fellipe, petróleo, dólar e Bolsa costumam responder antes porque concentram a percepção inicial de risco. O petróleo reage quando há ameaça sobre a oferta global. O dólar tende a ganhar força em momentos de busca por proteção. Já a Bolsa costuma refletir o aumento da aversão ao risco, com impacto sobre expectativas de crescimento e lucro.

No Short-Term Energy Outlook mais recente, a agência destacou que o fechamento de Ormuz e as paralisações associadas ao conflito são fatores centrais para sua nova projeção do petróleo. O Brent fechou março em média a US$ 103 e pode atingir US$ 115 no segundo trimestre, caso as disrupções persistam.

Como isso chega ao bolso do brasileiro

Para Fellipe, os efeitos chegam ao dia a dia do brasileiro por três canais principais:

  • Combustível, câmbio e inflação. O petróleo mais caro pressiona gasolina e diesel;
  • O dólar encarece importados, eletrônicos, alimentos e insumos industriais;
  •     A inflação em cadeia pode afetar transporte, alimentação e juros.

Para ele, isso significa que mesmo quem não investe diretamente no exterior pode sentir os efeitos de uma escalada geopolítica no custo de vida.

Os erros mais comuns do investidor em momentos de guerra

Na avaliação do especialista, o erro mais comum é agir no emocional. Entre os movimentos que ele considera mais prejudiciais estão vender tudo no pânico, correr atrás do ativo que já disparou e tentar prever o curto prazo como se fosse possível antecipar o desfecho da crise.

Segundo Fellipe, o que faz mais sentido em momentos assim é voltar ao básico: diversificação, disciplina, liquidez e visão de longo prazo.

Rabelo avalia que a carteira que tende a atravessar melhor esse tipo de turbulência é a que combina proteção e crescimento. Isso inclui exposição ao dólar e a ativos internacionais como proteção cambial, renda fixa de alta qualidade, ações globais bem selecionadas para o longo prazo e alguma exposição a commodities como ouro, petróleo e prata, que costumam funcionar como proteção em momentos de crise.

A orientação, segundo ele, é manter a liquidez, evitar movimentos bruscos e não deixar a emoção conduzir a tomada de decisão.

 

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As armadilhas de Orbán: os desafios da Hungria

Márcio Coimbra*

A queda de Viktor Orbán em Budapeste não sinaliza apenas uma alternância de poder, mas o início de uma complexa e exaustiva limpeza institucional. Péter Magyar herda um Estado capturado, onde o triunfo nas urnas revela-se a etapa mais simples diante de um “despotismo velado” que remodelou as bases do país ao longo de anos. Como alguém que acompanhou o cotidiano político do Leste Europeu, noto que o verdadeiro desafio é governar uma nação onde o Fidesz não apenas ocupou cargos, mas privatizou a própria estrutura estatal em benefício de uma oligarquia leal. Desmantelar esse aparato sem provocar um colapso administrativo exigirá uma destreza incomum na história política moderna.

O obstáculo mais urgente é a armadilha das fundações públicas de interesse comum. Este mecanismo transferiu ativos vitais — de universidades a parques industriais — para conselhos curadores com mandatos vitalícios compostos por ideólogos do antigo regime. Mesmo com maioria parlamentar, Magyar enfrentará uma guerrilha burocrática capaz de congelar investimentos e obstruir pautas essenciais. Para o novo primeiro-ministro, a limpeza institucional não é apenas uma promessa de campanha, mas uma questão de sobrevivência fiscal: sem recuperar o controle sobre esses ativos, o governo corre o risco real de deter o comando formal, mas não o leme da nação.

No cenário externo, o divórcio com a Rússia deixa de ser uma divergência diplomática para se tornar uma frente de guerra híbrida. A Hungria é perigosamente dependente da infraestrutura russa, simbolizada pela expansão da usina nuclear de Paks II e pelos contratos com a Gazprom. Para o Kremlin, a perda de seu “veto amigo” no Conselho Europeu é um prejuízo geopolítico inaceitável. A inteligência russa possui capacidade para instigar o caos através de ataques cibernéticos a serviços essenciais ou pela manipulação dos preços de energia para inflamar a opinião pública contra Magyar.

Simultaneamente, a relação com a China de Xi Jinping apresenta uma armadilha distinta. Sob Orbán, a Hungria tornou-se o hub europeu para gigantes como BYD e CATL, pilares do emprego e do PIB atual. Se Magyar alinhar-se às diretrizes de de-risking de Bruxelas, enfrentará o risco de uma retirada súbita de capital chinês, o que mergulharia o país em recessão. O desafio será renegociar contratos opacos, como a ferrovia Budapeste-Belgrado, assegurando à União Europeia que a Hungria deixou de ser um “Cavalo de Tróia”, sem alienar o investimento que sustenta a estabilidade macroeconômica.

Por fim, a variável mais sensível será a gestão das expectativas de uma população doutrinada por 16 anos em uma retórica de cerco e vitimização nacionalista. A armadilha de Orbán foi criar uma dependência psicológica entre sua imagem e a segurança nacional. Se Magyar falhar em entregar resultados econômicos rápidos ou se a reintegração à UE parecer uma submissão, o Fidesz — ainda poderoso e financiado — capitalizará o ressentimento. O sucesso desta era dependerá da capacidade de Magyar de oferecer um orgulho nacional que não precise de inimigos externos para existir. A Hungria de 2026 é o grande campo de provas da democracia: se Magyar triunfar, Budapeste voltará a ser o farol de liberdade de 1989, mas se falhar, provará a tese de Orbán de que o sistema liberal é incapaz de gerir as complexidades do século XXI.

*Márcio Coimbra é CEO da Casa Política e Presidente-Executivo do Instituto Monitor da Democracia. Conselheiro e Diretor de Relações Internacionais da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig). Mestre em Ação Política pela Universidad Rey Juan Carlos (2007). Ex-Diretor da Apex-Brasil e do Senado Federal.

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Lula celebra entrada em vigor do Acordo Mercosul-UE: nossas regiões disseram sim à integração para uma zona de livre comércio

Em declaração à imprensa após visita oficial a Hanôver, presidente destacou o início de uma nova etapa na parceria entre Mercosul e União Europeia e reforçou a cooperação com a Alemanha em áreas estratégicas como energia limpa, inovação e climaDa Redação (*)

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta segunda-feira (20/4), em Hannover, na Alemanha, que a entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia, marcada para 1º de maio, inaugura uma nova etapa na integração econômica entre os dois blocos e fortalece a cooperação estratégica entre Brasil e Alemanha em áreas como transição energética, inovação tecnológica e ação climática.

Em declaração à imprensa após reunião com o chanceler federal Friedrich Merz, Lula defendeu o acordo como símbolo da aposta conjunta no multilateralismo, na prosperidade compartilhada e em regras comerciais equilibradas.

Segundo Lula, “a entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia, no dia 1º de maio, abre espaço para uma parceria abrangente, que vai muito além do livre comércio. Estamos falando de um modelo de cooperação que valoriza e protege os trabalhadores, os direitos humanos e o meio ambiente.”

Durante a visita oficial à Alemanha, Lula participou da Feira Industrial de Hannover, do Encontro Econômico Brasil-Alemanha e da Reunião de Consultas Intergovernamentais de Alto Nível, agendas que consolidaram avanços em áreas estratégicas para os dois países. Os entendimentos firmados reforçam a parceria bilateral em setores como defesa, inteligência artificial, economia circular, infraestrutura sustentável e energias renováveis, além de ampliar a coordenação entre Brasil e Alemanha em defesa do multilateralismo e da transição ecológica.

ACORDO HISTÓRICO

Lula destacou que a entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia é um passo decisivo para a diversificação das relações comerciais e o fortalecimento da resiliência econômica. “Por isso o Acordo Mercosul-União Europeia é tão importante e foi tão defendido por Brasil e Alemanha. Depois de 25 anos de negociações, nossas regiões disseram sim à integração para criar uma zona de livre comércio que reúne 720 milhões de pessoas e que soma um PIB de 22 trilhões de dólares”, explicou Lula.

Para o presidente, o acordo representa um modelo de integração que valoriza trabalhadores, direitos humanos e o meio ambiente. “Estamos mostrando ao mundo que ainda é possível trilhar o caminho da prosperidade comum […]. A entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia, no dia 1º de maio, abre espaço para uma parceria abrangente, que vai muito além do livre comércio. Estamos falando de um modelo de cooperação que valoriza e protege os trabalhadores, os direitos humanos e o meio ambiente”, afirmou o presidente.

DEFENSORES DA INTEGRAÇÃO

O chanceler alemão, Friedrich Merz, também comemorou a entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia, classificando o Brasil e a Alemanha como defensores dessa integração. Ele afirmou ainda que a implementação do acordo deve impulsionar a colaboração em diversas áreas, como tecnologia e agricultura. “Fizemos parte daquele grupo que realmente insistiu que o acordo entrasse em vigor, então foi um êxito em comum. Entrando em vigor, vai fomentar cada vez mais a nossa cooperação na área de tecnologia, inteligência artificial, economia circular, agricultura, energia”, disse.

O chefe de governo alemão mencionou medidas para fortalecer os vínculos econômicos entre os países. “Para isso, definimos um catálogo de medidas e decidimos retomar as negociações em prol de um acordo para evitar tributação dupla e fortalecemos as nossas relações econômicas. Nós fortalecemos também a resiliência e diversificação econômica e essa é uma prioridade máxima nesse momento tão imprevisível no mundo”, afirmou o chanceler.

(*) Com informações da Agência Brasil

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