CNI lança consulta para mapear desafios das mulheres latino-americanas no comércio internacional

Da Redação (*)

Brasília – A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lança esta semana uma consulta empresarial para identificar e entender os desafios que impedem o crescimento da participação feminina no comércio internacional, com foco na América Latina e Caribe. A iniciativa, idealizada pelo Fórum Nacional da Mulher Empresária (FNME), ocorre durante missão empresarial da CNI no Panamá e pretende ampliar um mapeamento similar realizado no ano passado durante o B20 Brasil.

“No Brasil, apenas 14% das empresas exportadoras são lideradas por mulheres. Aumentar essa participação é uma iniciativa fundamental para fortalecer a estratégia de competitividade e inovação na indústria”, destaca Janete Vaz, vice-presidente do FNME e presidente do Conselho de Administração do Grupo Sabin.

Por meio da consulta, que será feita em parceria com o Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF) e a OCDE, serão identificados gargalos e demandas de suporte para orientar políticas públicas e investimentos.

O que é o Fórum Nacional da Mulher Empresária?

O FNME é uma iniciativa coordenada pela CNI para fomentar a liderança feminina, o empreendedorismo e a diversidade de gênero no setor industrial e empresarial brasileiro. Composto por conselheiras, o Fórum atua na formulação de políticas de igualdade, capacitação e apoio às mulheres em cargos de gestão.

Além de Janete Vaz, participam da comitiva da CNI no Panamá as empresárias e conselheiras do FNME Elisa Kovalski, consultora da Dom Cabral; Laura Oliveira, CEO do Grupo Levvo; Marianne Feldmann, CEO da FIB Assessoria em Negócios Internacionais; e Glória Guimarães, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS).

Missão no Panamá

A CNI lidera, entre os dias 27 e 30 de janeiro, a Missão Empresarial ao Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe (ALC), no Panamá. A iniciativa, que leva mais de 100 empresários brasileiros ao país, quer reforçar a presença e o protagonismo do setor produtivo do Brasil em um dos principais espaços de diálogo regional sobre crescimento sustentável, inclusão e competitividade.

(*) Com informações da CNI

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Carnaval e férias consolidam fevereiro como um dos meses-chave para o turismo nas redes sociais

Levantamento da mLabs aponta crescimento consistente do engajamento no segundo mês do ano e revela uma janela estratégica para marcas de Turismo e Hotelaria

Da Redação

Brasília – O mês de fevereiro vem se consolidando como um mês decisivo para o setor de Turismo e Hotelaria, tanto no desempenho digital quanto nos resultados de negócio. É o que revela um levantamento da mLabs, plataforma de gestão inteligente de mídias sociais, que analisou o comportamento de engajamento no Instagram ao longo dos últimos três anos.

De forma consistente, os perfis do segmento registraram taxas de engajamento mais altas em fevereiro do que em janeiro nos anos de 2023, 2024 e 2025. O padrão indica um efeito claro de sazonalidade, impulsionado por fatores como férias de verão, Carnaval e o aumento da intenção de viagem logo no início do ano, período em que o interesse do consumidor se intensifica e se manifesta de forma mais ativa nas redes sociais.

Esse movimento digital ocorre em paralelo a um cenário econômico amplamente favorável para o turismo. Segundo estimativas da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e do Ministério do Turismo, o Carnaval de 2026 deve movimentar R$ 18,6 bilhões em faturamento apenas no mês de fevereiro, o que representa um crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Caso a projeção se confirme, será o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 2011, com base em dados do IBGE.

Termômetro antecipado do consumo no setor

Na prática, os números indicam que o aumento do interesse vai além da inspiração e se traduz em consumo efetivo. Dados do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) mostram que, durante o período carnavalesco de 2025, o faturamento do varejo cresceu 13,1%, com destaque para supermercados e hipermercados, que avançaram mais de 25%. O desempenho reflete o consumo imediato e a preparação para festas, viagens e encontros sociais — comportamento que também impulsiona a busca por informações, ofertas e experiências relacionadas ao turismo nas plataformas digitais.

Nesse contexto, o crescimento do engajamento em fevereiro deixa de ser apenas um indicador de visibilidade e passa a funcionar como um termômetro antecipado do consumo no setor de Turismo e Hotelaria, conectando intenção, interação e decisão de compra.

A análise histórica da mLabs reforça essa leitura. Em 2023, o engajamento médio do setor avançou de aproximadamente 4,47% em janeiro para 4,49% em fevereiro, dando início a uma curva de crescimento que culminou no pico anual em maio. Em 2024, o avanço foi ainda mais expressivo, com fevereiro registrando cerca de 5,05%, acima dos 4,85% observados no mês anterior. Mesmo em 2025, ano marcado por um patamar geral mais baixo de interações, fevereiro voltou a superar janeiro, subindo de cerca de 3,9% para 4,1%.

“Fevereiro deixou de ser apenas um mês de transição e passou a representar um ponto de aceleração real para o turismo, tanto nas redes sociais quanto no consumo. Os dados mostram que a intenção de viagem se transforma em engajamento concreto, o que muda completamente a lógica de planejamento para quem atua nesse mercado”, afirma Rafael Kiso, fundador e CMO da mLabs.

O estudo foi realizado com apoio do mLabs Índice, ferramenta gratuita que reúne métricas agregadas de desempenho no Instagram por segmento de mercado. A análise considerou exclusivamente o setor de Turismo e Hotelaria, sem recorte por marcas específicas, com o objetivo de identificar padrões estruturais de comportamento, e não resultados pontuais de campanhas.

Para Kiso, os dados reforçam a importância de alinhar as estratégias de comunicação ao calendário real de interesse do consumidor, e não apenas às datas tradicionais de campanha.“No turismo, o interesse do público se antecipa e se concentra em janelas muito específicas. Quem entende esse ritmo consegue transformar engajamento em decisão de compra. Quem ignora, acaba falando com a audiência no momento errado”, conclui o executivo.

 

 

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Turkish Airlines Hollidays: plataforma lança nova concepção e forma de viajar em escala global

Plataforma reúne voos, hospedagem e experiências locais em mais de 200 destinos, ampliando a atuação da Turkish Airlines no turismo global – e ainda conta com atendimento multilíngue 24 horas

Da Redação (*)

Brasília – Enquanto o turismo evolui e se torna mais integrado, a Turkish Airlines amplia seu papel além do transporte aéreo. Com o Turkish Airlines Holidays, a companhia propõe uma abordagem mais completa, baseada em fluidez, confiança e continuidade.

Disponível em holidays.turkishairlines.com, a plataforma oferece pacotes para mais de 200 destinos a partir de mais de 60 países, incluindo São Paulo, que tem 11 voos semanais direto a Istambul.

Em um único ambiente é possível encontrar opções para todas as etapas da viagem: voos, hospedagem, traslados, atividades e experiências locais. Tudo pode ser planejado em um só lugar, tornando o processo tão simples quanto a própria viagem.

A experiência se apoia em uma das redes mais amplas do mundo, a companhia é reconhecida como a que voa para mais países pelo Guinness World Record ®, e reflete a busca contínua por consistência e qualidade. Mais do que um serviço, a iniciativa apresenta uma nova forma de pensar a mobilidade internacional: organizada, segura e centrada no viajante.

Confiança como base da viagem

Um dos diferenciais do Turkish Airlines Holidays é o compromisso com transparência. Políticas de preços claras e condições de reserva flexíveis reforçam a segurança do viajante. O Best Price Guarantee acompanha essa linha ao garantir tranquilidade em todas as etapas.

Além dessas garantias, o suporte humano permanece fundamental. A plataforma oferece atendimento multilíngue 24 horas por dia, antes, durante e depois da viagem. Em um cenário dominado por plataformas automatizadas, essa presença contínua reforça que atenção e agilidade seguem como parte central da identidade da Turkish Airlines.

Redefinindo o significado da descoberta

Com o Turkish Airlines Holidays, a companhia amplia a experiência de viajantes. Ao integrar transporte, hospedagem e atividades locais, promove um turismo em que a descoberta ocorre de forma natural em cada fase do trajeto. O foco não é aumentar ofertas, mas apoiar um modo de viajar mais fluido, consciente e conectado ao que realmente importa.

Membros do programa Miles&Smiles contam com continuidade entre voo e estadia: cada reserva acumula milhas adicionais, fortalecendo a relação entre preferência e a experiência de viajar.

Turquia no centro de uma narrativa global

A iniciativa também traz uma dimensão cultural. Fiel ao seu papel de ponte entre continentes, a Turkish Airlines coloca a Turquia no centro de sua narrativa global. De Istambul e seu patrimônio milenar às praias de Antália e às paisagens da Capadócia, o Turkish Airlines Holidays convida viajantes a explorar um país marcado pela diversidade e pela hospitalidade.

A abordagem está alinhada à estratégia de turismo nacional da Turquia, que valoriza sustentabilidade e autenticidade. Ao incentivar experiências que respeitam comunidades e ambientes locais, a plataforma contribui para um turismo mais equilibrado e responsável.

O toque humano em um mundo digital

A tecnologia facilita reservas e gestão de viagens, mas não substitui a atenção humana. A interface é simples e funcional, mas o atendimento e a escuta ativa são os fatores que realmente fazem diferença.

O Turkish Airlines Holidays apresenta uma nova forma de entender a mobilidade — mais integrada, mais conectada e sustentada por uma cultura genuína de hospitalidade. Ao unir inovação, confiabilidade e abertura cultural, a companhia projeta um modelo de viagem em que a tecnologia tem um único propósito: aproximar pessoas e mundos.

(*) Com informações da Turkish Airlines

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Inovação no Comex: MDIC lança painel inédito com informações sobre comércio exterior de serviços

Ferramenta amplia a transparência e fortalece a formulação de políticas públicas para inserção internacional do Brasil

Da Redação (*)

Brasília – O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) lançou nesta quarta-feira (28/1), em comemoração ao Dia do Comércio Exterior, o Painel Comércio Exterior Brasileiro de Serviços em Números (ComexVis Serviços), ferramenta oficial que reúne informações estatísticas inéditas e interativas sobre as transações internacionais de serviços do Brasil e do mundo.

Iniciativa da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o painel amplia a transparência, qualifica o debate público e fortalece a formulação de políticas públicas voltadas à competitividade do setor de serviços no comércio exterior. Por meio da ferramenta, é possível consultar os valores anuais mais recentes de exportações e importações de serviços, acompanhar a evolução dos fluxos ao longo do tempo e analisar a distribuição por setores e parceiros comerciais.

Para o presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, a nova ferramenta responde a uma demanda crescente por dados desse setor.

“Os serviços constituem uma fronteira cada vez mais relevante do comércio exterior. Segundo a OCDE, cerca de 40% do valor adicionado nas exportações de manufaturados brasileiros corresponde a serviços embutidos. A plataforma atende à demanda crescente por dados estruturados, comparáveis e acessíveis sobre o comércio internacional”, afirmou.

Os dados brasileiros apresentados no painel têm como base as informações primárias do Banco Central e passam a integrar o conjunto de estatísticas oficiais divulgadas pela Secex. A ferramenta também se soma ao ecossistema digital que inclui o Comex Stat e o Comex Vis, com gráficos, indicadores e análises interativas para facilitar a compreensão do desempenho do comércio exterior brasileiro.

Importância dos serviços na pauta exportadora brasileira

“Os serviços têm participação crescente no comércio internacional e são fundamentais para a competitividade da economia brasileira. O painel reúne, em um formato inédito, informações estatísticas oficiais que apoiam a formulação de políticas públicas e ajudam empresas e gestores a identificarem oportunidades em diferentes mercados”, ressaltou a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres.

Entre os principais destaques da ferramenta, observa-se que as exportações brasileiras de serviços atingiram o valor recorde de US$ 51,8 bilhões em 2025, dos quais 65% correspondem a serviços entregues digitalmente, evidenciando o avanço da digitalização e o potencial competitivo do Brasil nesse segmento.

“O comércio de serviços é um componente estratégico da economia mundial e tem apresentado crescimento consistente nas últimas décadas. Ao consolidar e disponibilizar essas informações de forma simples, visual e interativa, o novo painel contribui para ampliar o conhecimento sobre o setor e reforça o papel do Brasil na promoção o comércio de serviços, bem como no apoio a empresários e associações na identificação de novas oportunidades de negócio”, concluiu Herlon Brandão, diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior da Secex/MDIC.

(*) Com informações do MDIC

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Conheça 8 tendências de turismo de experiência para 2026 segundo o estudo Experiential Travel Trends 2026

Um estudo divulgado pela ALL Accor revela quais experiências serão mais procuradas por viajantes

Da Redação (*)

Brasília – Para o turista de hoje, viajar é muito mais do que apenas visitar um lugar, é sobre sentir, viver e se transformar com o destino. Uma pesquisa da TRVL Lab, realizada em parceria com o Sebrae com 902 brasileiros de todas as regiões, confirma essa mudança de comportamento: para 86% dos viajantes, as experiências vivenciadas são, hoje, o aspecto mais importante de uma viagem.

Esse movimento é liderado, principalmente, pelas gerações Millennials (pessoas nascidas entre 1981 e 1996) e Z (pessoas nascidas entre 1997 e 2010) que buscam roteiros dinâmicos e personalizados, que unam entretenimento, esportes, cultura e gastronomia.

De olho nesse cenário, o estudo “Experiential Travel Trends 2026”, divulgado pela ALL Accor, mapeou o que será tendência para o turismo neste ano. O levantamento aponta que a busca por conexão humana, bem-estar coletivo e autenticidade moldará as decisões dos turistas. Confira abaixo as oito principais tendências que prometem transformar o setor:

  1. Economia da Endorfina –As experiências ao vivo assumem o protagonismo, impulsionadas pela busca por emoções intensas. Shows, eventos esportivos e festivais estão no topo da lista de desejos, com 89% dos viajantes afirmando que a participação nesses eventos torna a viagem mais gratificante.
  2. Hyper Playgrounds –A necessidade de fugir de uma rotina hiperprodutiva aumenta a procura por experiências lúdicas e divertidas. O estudo aponta que mais de 30% dos viajantes buscam hotéis com design arrojado e divertido, enquanto 43% se sentem atraídos por restaurantes conceituais e performáticos que oferecem entretenimento além da gastronomia.
  3. Estilos de Vida Portáteis –Viajar sem abrir mão da rotina pessoal consolidou-se como prioridade. Para 95% dos viajantes, é essencial manter seus hábitos durante a jornada, o que inclui a facilidade do trabalho remoto, a manutenção de rotinas de bem-estar e a possibilidade de viajar na companhia de seus animais de estimação.
  4. Bem-estar Social –O conceito de autocuidado deixa de ser solitário e torna-se coletivo. A pesquisa revela que 84,5% dos viajantes buscam conexões humanas mais profundas durante suas estadias, e 59% associam a sensação de bem-estar diretamente a momentos de convivência e experiências compartilhadas com outras pessoas.
  5. Memórias e Nostalgia –Em reação ao excesso de estímulos digitais, 87% dos viajantes relatam sentir nostalgia de tempos mais simples. Além disso, 64,5% dizem sentir-se sobrecarregados por notificações e redes sociais, o que os leva a priorizar experiências tangíveis e imersivas que permitam a desconexão e o prazer das coisas simples.
  6. Sincronização com a Terra –A reconexão com a natureza ganha ainda mais força em 2026. Cerca de 59% dos entrevistados relatam sentir-se desconectados dos ritmos naturais, motivando 69% deles a planejarem viagens especificamente para vivenciar fenômenos sazonais e naturais.
  7. Jornadas Sem Filtro –A autenticidade vence a “perfeição” das redes sociais. A saturação de imagens editadas leva 63,5% dos viajantes a evitarem destinos superexpostos na internet. Em contrapartida, 82% preferem confiar em recomendações de moradores locais ou de pessoas que encontram pelo caminho para descobrir roteiros genuínos.
  8. Pontos Maximizados –Os programas de fidelidade estão evoluindo para se tornarem portais de experiências exclusivas. Atualmente, 72% dos viajantes valorizam o acesso a momentos únicos como o principal benefício desses programas, e um em cada três membros já utiliza seus pontos para viver experiências excepcionais em vez de apenas resgatar diárias.

Para conferir o relatório completo “Experiential Travel Trends 2026” e saber mais detalhes, clique aqui.

(*) Com informações do MTur

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5 dicas para criar uma logo profissional para sua empresa

Brasília – Criar uma logo profissional é um dos primeiros grandes desafios de quem está começando um negócio. Antes mesmo de conhecer seus produtos ou serviços, o cliente entra em contato com a sua marca pelo visual. E a logo costuma ser o primeiro elemento a gerar percepção de confiança ou desconfiança.

O problema é que muita gente encara essa etapa de forma apressada. Copia referências sem critério, escolhe cores por gosto pessoal ou tenta resolver tudo em poucos minutos. O resultado, na maioria das vezes, é uma logo que não representa bem a empresa e envelhece rápido.

A seguir, você confere orientações práticas para criar uma logo mais profissional, mesmo sem ser designer.

5 dicas práticas para criar uma logo profissional

  1. Entenda o que sua marca precisa comunicar

Antes de pensar em forma, cor ou tipografia, é fundamental entender a mensagem da sua marca. Uma logo não existe apenas para “ficar bonita”, ela precisa comunicar posicionamento.

Pergunte-se:

  • Quem é meu público?
  • Quero transmitir algo mais sério ou mais acessível?
  • Minha empresa é tradicional ou inovadora?
  • Que sensação o cliente deve ter ao ver a logo?

Responder essas perguntas evita escolhas aleatórias e ajuda a construir uma identidade visual coerente desde o início.

  1. Aposte na simplicidade

Um dos erros mais comuns é tentar colocar informação demais na logo. Muitos símbolos, muitas cores e muitos detalhes costumam prejudicar a leitura e a aplicação prática da marca.

Logos profissionais costumam ser simples porque:

  • Funcionam melhor em tamanhos pequenos
  • São mais fáceis de memorizar
  • Se adaptam melhor a diferentes materiais
  • Envelhecem mais lentamente

Se a logo só funciona bem em tamanho grande ou depende de muitos detalhes, é um sinal de alerta.

  1. Escolha a tipografia com cuidado

A fonte usada na logo diz muito sobre a empresa. Uma tipografia mal escolhida pode transmitir amadorismo, mesmo que o símbolo seja bem desenhado.

Evite fontes difíceis de ler ou excessivamente decorativas. Prefira opções mais limpas e profissionais, que funcionem bem tanto no digital quanto no impresso.

Ferramentas que atuam como criador de logo com IA costumam ajudar bastante nesse ponto, sugerindo tipografias mais equilibradas de acordo com o segmento do negócio, o que reduz erros comuns de escolha.

  1. Use cores de forma estratégica

Cores despertam emoções e criam associações imediatas. Escolhê-las apenas por gosto pessoal pode comprometer a comunicação da marca.

Alguns cuidados importantes:

  • Use poucas cores principais
  • Garanta bom contraste
  • Pense na aplicação em fundo claro e escuro
  • Evite combinações que cansam visualmente

Uma paleta bem definida facilita a criação de materiais futuros e ajuda a manter consistência visual.

  1. Use a tecnologia como ponto de partida

Hoje, criar uma logo profissional ficou mais acessível. Plataformas online permitem testar ideias, visualizar estilos e sair do zero com mais rapidez.

Um criador de logo com IA é uma boa alternativa para quem:

  • Está começando o negócio
  • Tem orçamento limitado
  • Precisa validar uma ideia
  • Quer evitar improvisos visuais

Essas ferramentas ajudam a organizar o visual inicial da marca e dão mais clareza sobre o que funciona ou não, mesmo que ajustes futuros sejam necessários.

Outros pontos importantes para não errar na criação da logo

A logo precisa funcionar sem cor

Uma boa logo continua reconhecível mesmo em preto e branco. Testar a marca sem cores ajuda a identificar se ela depende demais de efeitos ou tonalidades para “existir”.

Pense na aplicação desde o início

A logo será usada em site, redes sociais, cartão de visita, assinatura de e-mail e possivelmente materiais impressos. Pensar nessas aplicações evita surpresas desagradáveis depois.

Evite seguir modismos

Tendências passam rápido. Uma logo muito baseada em modismos visuais pode parecer datada em pouco tempo. Priorizar clareza e coerência costuma ser uma escolha mais segura a longo prazo.

A logo pode evoluir com o tempo

Não é obrigatório acertar tudo na primeira versão. Muitas marcas evoluem sua identidade visual conforme crescem. O mais importante é começar com algo organizado e profissional.

Uma logo profissional é sobre clareza, não complexidade

Criar uma logo profissional não exige soluções mirabolantes. Exige clareza, boas escolhas e entendimento do que a marca representa.

Com atenção aos pontos certos e uso consciente da tecnologia, é possível construir uma identidade visual que transmita confiança desde o início e permita evoluções no futuro.

 

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ApexBrasil promove missão empresarial na África para ampliar presença brasileira em mercados estratégicos do continente

Da Redação (*)

Brasília – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) realiza, entre 29 de janeiro e 7 de fevereiro, a Missão Empresarial Brasil–África, iniciativa que levará mais de 40 empresas brasileiras a países estratégicos do continente, com agendas de negócios, seminários empresariais, rodadas B2B, visitas técnicas e encontros institucionais. A programação contempla Benim, Quênia, Ruanda e Etiópia, com apoio do Ministério das Relações Exteriores (Ministério das Relações Exteriores) e das embaixadas do Brasil nos países visitados.

A missão integra a estratégia de reaproximação comercial do Brasil com a África, iniciada a partir do Encontro dos Setores de Promoção Comercial (SECOMs) das embaixadas brasileiras no continente. O primeiro marco foi o Fórum Empresarial Angola–Brasil, realizado durante a visita de Estado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Angola, em 2023.

Em 2024, a ApexBrasil, em parceria com as agências de promoção comercial de Angola (AIPEX), África do Sul (DTIC), Moçambique (APIEX) e Tanzânia (TanTrade), realizou a Missão Brasil–África Solutions, em Joanesburgo, que movimentou R$ 104,8 milhões em negócios, considerando vendas imediatas e projeções para os 12 meses seguintes. No mesmo ano, a Agência retomou a presença brasileira nos grandes eventos comerciais africanos, com participação na Africa’s Big 7, na Feira Internacional de Luanda (FILDA) e na Feira Internacional de Moçambique (FACIM).

Ainda em 2024, em parceria com o MRE e a Câmara de Comércio Afro-Brasileira (AfroChamber), a ApexBrasil promoveu missão empresarial à Namíbia, Botsuana, Moçambique e Tanzânia, ampliando o alcance das ações brasileiras no continente. Já em 2025, a Agência iniciou o ano com a Missão à África Ocidental, com agendas na Nigéria, Gana, Costa do Marfim e Senegal, e deu continuidade à estratégia no Magrebe, com compromissos na Argélia, Tunísia e Marrocos.

Um mercado com mais de 6 mil oportunidades para o Brasil

“Em 2024, voltamos a marcar presença nos grandes eventos comerciais africanos e retomamos as ações no Sul da África. Em 2025, além de manter essa atuação, avançamos para outras regiões do continente”, destaca Ana Paula Repezza, diretora de Negócios da ApexBrasil.

Segundo estudo da Inteligência de Mercado da ApexBrasil, a África concentra mais de 6 mil oportunidades para produtos brasileiros, com destaque para alimentos e máquinas e equipamentos de transporte. Nigéria, Gana, Costa do Marfim e Senegal — países que integram a estratégia de atuação da Agência na África Ocidental — somam 740 oportunidades, evidenciando o potencial de expansão do comércio bilateral na região.

Com a Missão Empresarial Brasil–África, a ApexBrasil reforça o compromisso de diversificar destinos, ampliar a presença de empresas brasileiras em mercados estratégicos e estimular parcerias comerciais sustentáveis, alinhadas às demandas do continente africano e às capacidades competitivas do Brasil.

Perfis de Comércio e Investimentos

Etiópia

Em 2025, o Brasil exportou US$ 31,1 milhões para a Etiópia, dos quais 88,5% corresponderam apenas a óleos combustíveis — uma pauta ainda muito concentrada, mas com potencial de desenvolvimento. A Etiópia importou um total de US$ 8,9 bilhões em 2024, o que demonstra que a participação brasileira no mercado ainda é pequena, indicando amplo espaço para crescimento.

O país tem previsão de crescimento de 8,3% ao ano entre 2026 e 2030, impulsionado por investimentos e reformas internas. Mesmo enfrentando desafios estruturais, como escassez de divisas e baixa industrialização agrícola, a Etiópia vive um forte processo de abertura econômica, modernização e alinhamento regulatório — incluindo o objetivo de concluir o processo de acessão à OMC até março de 2026. Desde 2025, empresas estrangeiras passaram a poder importar e revender diretamente no país, ampliando as oportunidades de entrada.

O Mapa de Oportunidades da ApexBrasil identificou perto de 59 produtos com potencial de exportação para o mercado etíope, com destaque para: máquinas e equipamentos de transporte; produtos químicos; artigos manufaturados; e sementes para semeadura.

Quênia

O Quênia consolida-se como a maior economia da África Oriental e uma das mais dinâmicas da África Subsaariana, com crescimento projetado de 5,4% a partir de 2026, sustentado por reformas estruturais, maior integração regional e fortalecimento do setor de serviços, especialmente fintech e mobile money, área em que o país é referência continental.

Em 2025, o Brasil exportou US$ 122,7 milhões para o Quênia, com crescimento médio de 19,7% entre 2021 e 2025. Entre os principais produtos exportados estão açúcares e melaços, veículos rodoviários, trigo e partes e acessórios automotivos. O mercado queniano apresenta baixa concentração de produtos brasileiros, com espaço para

diversificação, principalmente para fio de cobre refinado e engrenagens. A ApexBrasil identificou oportunidades para 179 produtos, com destaque para: máquinas e equipamentos de transporte; artigos manufaturados; produtos alimentícios e animais vivos; e produtos químicos. Recentemente, o Quênia abriu mercado para o arroz e a carne bovina brasileiros.

O estoque de IED no Quênia atingiu US$ 12,7 bilhões em 2024, o maior patamar da história. O país tornou-se um dos principais investidores da África Oriental, com US$ 4,6 bilhões investidos no exterior.

Os estudos fazem parte da série Perfil de Comércio e Investimentos, produzida pela ApexBrasil, que oferece análises de mercado e informações estratégicas para apoiar empresas brasileiras em sua inserção internacional e na diversificação de destinos comerciais. Acesse gratuitamente clicando abaixo:

Clique aqui – Etiópia

Clique aqui – Quênia

(*) Com informações da ApexBrasil

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Exportações de dispositivos médicos somam US$ 1 bilhão em 2025 e setor busca se adaptar ao cenário criado pelo tarifaço dos EUA

Mesmo com retração moderada no total exportado, setor amplia presença em novos mercados e redesenha sua estratégia internacional

Da Redação (*)

Brasília – O tarifaço imposto pelos Estados Unidos em 2025 redesenhou a estratégia internacional da indústria brasileira de dispositivos médicos. Principal destino das exportações do setor, o mercado americano impactou o desempenho global no ano, mas também acelerou um movimento de diversificação que permitiu ampliar a presença brasileira em novos mercados e evitar uma retração mais intensa nas vendas externas.

O setor — que engloba produtos médico-hospitalares, de odontologia, laboratório clínico e reabilitação — encerrou o período entre janeiro e dezembro com exportações de US$ 1,15 bilhão, queda de 2,83% em relação ao mesmo intervalo de 2024. O resultado reflete, sobretudo, as barreiras comerciais impostas pelos EUA, mas também evidencia a capacidade de adaptação da indústria diante de um cenário externo mais restritivo.

Apesar do impacto, os Estados Unidos permaneceram como principal destino das exportações brasileiras de dispositivos médicos, somando US$ 289,68 milhões no período, crescimento de 4,61% em relação ao ano anterior. O desempenho positivo foi sustentado principalmente pelos embarques realizados entre janeiro e julho, antes da entrada em vigor das tarifas adicionais.

A resposta do setor às restrições comerciais foi a intensificação da diversificação de destinos ao longo de 2025. No acumulado até novembro, cresceram as exportações para o Oriente Médio (+30,29%), América Latina (+10,27%) e Europa (+0,34%). Também se destacaram avanços expressivos em países que vêm ganhando relevância na pauta exportadora brasileira, como Reino Unido (+ 61,19%), Colômbia (+39,46%), México (+18,69%), Alemanha (+ 28,93%), China (+ 29,75%) e Turquia (+52,03%).

“2025 foi um ano que testou a resiliência da nossa indústria. Mesmo diante de barreiras externas relevantes, conseguimos ampliar a presença do Brasil em mercados estratégicos e reduzir a dependência de poucos destinos. Esse movimento de diversificação é fundamental para fortalecer a competitividade do setor no longo prazo”, afirma Larissa Gomes, Gerente de Projetos e Marketing da ABIMO.

Conquista de espaços na cadeia global da saúde

Segundo Larissa, o avanço em mercados alternativos consolida uma tendência iniciada nos últimos anos e reforça a capacidade da indústria nacional de disputar espaço na cadeia global da saúde. A ampliação da presença brasileira em diferentes regiões também contribui para reduzir vulnerabilidades diante de oscilações tarifárias, políticas e geopolíticas.

Para 2026, a avaliação é de que o setor seguirá operando em um ambiente desafiador, marcado pela implementação da Reforma Tributária, por ajustes regulatórios e por um cenário político relevante, com eleições nacionais e internacionais capazes de influenciar políticas industriais e acordos comerciais. Diante desse contexto, a atenção à diplomacia econômica e às condições de competitividade permanece no centro da agenda.

“Entramos em 2026 com uma agenda clara: consolidar os mercados conquistados, aprofundar relações internacionais e ampliar a previsibilidade para as empresas. Esperamos avanços no diálogo comercial com os Estados Unidos e a abertura de novas frentes de negociação. Há espaço para um ambiente mais favorável às exportações brasileiras, e trabalharemos para isso”, conclui Larissa.

 

(*) Com informações da ABIMO

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Exportações crescem 8,4% na média diária até a 4° semana de janeiro/26; importações caem 3,6%

No mês, as exportações somam US$ 20 bi e as importações, US$ 16,17 bi, com saldo positivo de US$ 3,83 bi

Da Redação (*)

Brasília – A balança comercial registrou um superávit de US$ 3,836 bilhões nas quatro primeiras semanas de janeiro, resultado de US$ 20 bilhões em exportações e US$ 16,179 bilhões em importações. Apenas na 4ª semana de janeiro, as exportações somaram US$ 5,202 bi e as importações, US$ 4,95 bi, gerando um saldo positivo de US$ 252 milhões.

Os resultados da balança comercial preliminar foram divulgados nesta segunda-feira (26) pela Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

As exportações cresceram 8,4% na comparação entre a média diária até a 4ª semana de janeiro/2026 (US$ 1,25 bi) com a de janeiro/2025 (US$ 1,15 bi). Em relação às importações, houve queda de 3,6% na comparação entre a média diária até a 4ª semana de janeiro/2026 (US$ 1,01 bi) com a do mês de janeiro/2025 (US$ 1,04 bi).

Até a 4ª semana de janeiro/2026, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2,26 bi. Já o saldo, também por média diária, foi de US$ 239,77 milhões. Comparando-se este período com a média de janeiro/2025, houve crescimento de 2,7% na corrente de comércio.

Exportações e importações por Setor

Na comparação do acumulado até a 4ª semana de janeiro/2026 com janeiro do ano passado, o desempenho dos setores exportadores, pela média diária, foi o seguinte: crescimento de US$ 27,89 milhões (16,2%) em Agropecuária; crescimento de US$ 38,57 milhões (11,6%) em Indústria Extrativa; e crescimento de US$ 29,51 milhões (4,6%) em produtos da Indústria de Transformação.

Já na mesma comparação dos setores importadores, o desempenho pela média diária foi o seguinte: queda de US$ 6,88 milhões (24,6%) em Agropecuária; queda de US$ 6,06 milhões (12,1%) em Indústria Extrativa; e queda de US$ 24,71 milhões (-2,6%) em produtos da Industria de Transformação.

(*) Com informações da Secex/MDIC

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Na Fitur, em Madri, Brasil consolida posição de destaque no turismo mundial

Durante participação na Fitur, ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, assumiu presidência do Conselho Executivo da ONU Turismo, se reuniu com líderes de países e tratou da atração de novos investidores para o Brasil

Da Redação (*)

Brasília – A Feira Internacional de Turismo de Madri (Fitur) encerrou sua edição de 2026 neste domingo (25), marcada por corredores cheios e intensa promoção dos países participantes. O Brasil marcou presença de forma expressiva, com um estande que apresentou aos visitantes toda a diversidade de destinos que o país tem a oferecer para os mais diversos perfis de turistas. Localizado no Pavilhão das Américas, o espaço de 315 m2 valorizou a cultura brasileira com elementos de artesanato e uma gastronomia única.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, participou da abertura oficial do estande e destacou o bom momento vivido pelo turismo brasileiro. “Acabamos de celebrar um recorde histórico na entrada de estrangeiros no Brasil em 2025: nove milhões e duzentos mil. E esse número é o resultado de ações concretas do Governo do presidente Lula em prol do turismo, que virou pauta prioritária em sua gestão, e também de um trabalho incansável da Embratur e do Ministério do Turismo. Provamos que, com seriedade, diálogo e promoção estratégica, o mundo está, de fato, desembarcando em solo brasileiro”, comentou.

O estande do Brasil contou com 32 expositores entre destinos e empresas. O país também foi representado por seis estados brasileiros com estandes próprios: Rio Grande do Norte, Bahia, São Paulo, Paraná, Ceará e Pernambuco. “Nosso estande é um convite para o mundo vir conhecer o nosso país. Aqui mostramos alguns dos nossos principais destinos, destacando a variedade e diversidade de nossos atrativos turísticos, bem como a hospitalidade do nosso povo, sempre de braços abertos para receber bem”, avaliou o ministro.

ONU TURISMO

Durante o evento, o ministro se reuniu com a nova secretaria-geral da ONU Turismo, Shaikha Al Nowais, e tomou posse como presidente do Conselho Executivo da Entidade durante o ano de 2026. No encontro, Gustavo Feliciano elencou como pautas prioritárias a sustentabilidade e a democratização do acesso às viagens, com foco no incentivo ao turismo rodoviário e ferroviário para que mais pessoas descubram o Brasil.

O ministro se reuniu, ainda, na sede da ONU Turismo, como os diretores da entidade para discutir possibilidade de ações e parcerias conjuntas para desenvolver ainda mais a atividade no país. “O Brasil apresentou um crescimento surpreendente na chegada de turistas internacionais, com 37%, e essa conversa foi fundamental para que possamos verificar onde podemos atuar em conjunto a fim de garantir que esse crescimento se mantenha. E a ONU Turismo é parceira do Brasil nesta missão”, destacou o diretor regional do escritório da entidade no Brasil, Heitor Kadri.

REUNIÕES BILATERAIS

A agenda na Fitur também foi marcada por reuniões bilaterais com os ministros da Argentina, Daniel Scioli, e do Chile, Verónica Pardo, para tratar do fortalecimento do destino América do Sul nos mercados internacionais. Argentina e Chile foram os países que mais enviaram turistas para o Brasil em 2025: 4.188.744 milhões de visitantes. “O desenvolvimento integrado de toda nossa região é fundamental para alcançarmos mercados mais distantes como o asiático, ampliamos nossa competitividade frente a outros destinos”, avaliou Feliciano.

A agenda contemplou ainda encontros com o ministro da Indústria e Turismo da Espanha, Jordi Hereu i Boher, e dos Emirados Árabes Unidos,Abdulla bin Touq Al Marri, para discutir ampliação da conectividade aérea e promoção dos países, incluindo grandes eventos. Entre as ações apresentadas pelo ministro, a promoção dos festejos juninos brasileiros como produto turístico.

(*) Com informações do MTur

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